Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» A crise do Brexit e o capitalismo impotente

» Pilger: é hora de salvar o jornalismo

» Missão: extinguir o BNDES

» Etiópia: a eterna marcha da humanidade

» O direito ao sagrado dos povos do terreiro

» Como derrotar a “direita Trump-Bolsonaro”

» As pedras da contracultura (ainda) rolam

» Corporações: já vivemos uma distopia…

» Olhai a nova geração de ativistas

» Rússia e China: fim do mundo unipolar?

Rede Social


Edição francesa


» Comment les apprentis sorciers ont aggravé le chaos au Proche-Orient

» Quarante ans de conflits et d'échecs nourris par les interventions occidentales

» Décentraliser l'éducation pour mieux la privatiser

» L'avenir du temps

» Ces Espagnols qui ont libéré Paris

» Les pompiers pyromanes de l'antisémitisme

» Menace iranienne, menace sur l'Iran

» Comme si l'école était une entreprise…

» Voyage au bout de la peur avec les clandestins du Sahel

» Chanter le devenir du monde


Edição em inglês


» Confessions of a map-maker

» The Spaniards who liberated Paris

» Fighting for communication control

» June: the longer view

» Niger, a migration crossroads

» Niger, a migration crossroads

» Whatever happened to Bob Woodward?

» Europe in space

» The Corbyn controversy

» The invisible people


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2019

» As pertenças colectivas e as suas conquistas

» A arte da provocação

» 20 Anos | 20% desconto

» EUROPA: As CaUsas das Esquerdas

» Edição de Maio de 2019

» Os professores no muro europeu

» Chernobil mediático

» Edição de Abril de 2019

» A nossa informação, as vossas escolhas


Sopa_de_ossos@Neruda.com

Imprimir
Enviar
Compartilhe

Régis Bonvicino - (27/10/2007)

O cânone agora
– fotografado por uma Canon ou Nikon –
é um edifício de estilo texano
– magnifique –
em frente à varanda íntima
do quarto de Matilde, a viúva,
na Chascona, de onde se via os Andes
se vê agora Clark
Kent voando
e se vende um tipo de vento, escasso
no mês do golpe e da morte de Neruda
Pinochet queimou um quadro de Pablo
Picasso num ateliê obscuro
do mercado negro de arte
e destroçou também
uma cerâmica de Léger
da casa
do “comunista acomodado”
como me disse ontem
David Bustos
autor de Zen para Peatones
na Librería Metales Pesados
Marinheiros chilenos
tomavam ayahuasca
enquanto ouviam poemas
dos peruanos Hinostroza e Zapata
no navio de guerra Huáscar
Desarmado e enfermo,
José, o “terrorista” mapuche
foi ao cabo capturado
A CIA fez o serviço
caíram também os líderes
do narcoterrorismo islâmico
Um peruano me disse ainda,
nesse dia alucinado,
que seu tio chileno, chamado Pablo,
nascido em Pisagua,
negociante de salitre,
rico e avaro,
se reencarnou num rato



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» Seção {Palavra}


Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos