Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


Rede Social


Edição francesa


» Au travail, les enfants

» En Afrique, la démocratie entravée

» Le grand partage du globe

» La France et son espace maritime de souveraineté économique

» Villes et comptoirs hanséatiques

» Le sultanat de Malacca à la fin du XVe siècle

» Les grandes poubelles de plastique

» Feu vert à la surveillance de masse

» G8 : policiers italiens condamnés... et promus

» L'Italie saisie par la tentation autoritaire


Edição em inglês


» The rift in the AfD

» The forgotten chapter of the women's movement

» The battle for narrative in Afghanistan

» Work less, pollute less

» July: the longer view

» Ethiopia's failed experiment in ethno-federalism

» What press freedoms for North Africa?

» The Balkans rediscover socialism

» China's balancing act: power or prosperity?

» The immovable Assad clan


Edição portuguesa


» O direito à alimentação no mundo continua por cumprir

» Filho da Preguiça

» Boca de Cena

» Pandemónio Pandomínio

» Em Cuba, rumo ao fim do mais longo embargo da história

» Edição de Julho de 2021

» «Ajude um caloiro»: requiem por um direito

» Acalmia em França?

» Edição de Junho de 2021

» O jornalismo no novo negócio dos "media"


LITERATURA

Palavra 12

Imprimir
enviar por email
Compartilhe

Sob o sol, sob a lua... Um Balanço...
Cynthia Cruttenden mobiliza sol e lua para construir um mito quase de fecundação. Keiko Maeo encena a descoberta e o crescimento sensorial do homem.
Aqui

O artelho de Aquiles
Há tradutores por aí que, por falta de humildade ou excesso de preguiça, recusam-se a abrir qualquer dicionário. Mesmo os eletrônicos. Eles sabem tudo, e o que não sabem, podem adivinhar. Ou inventar.
Aqui

Antonio Porchia — os limites da literatura
A escassez da obra de Porchia é uma decorrência natural, necessária, da sua capacidade de condensação: uma única voz parece requerer uma eternidade de silêncio e meditação.
Aqui

O homem na multidão
Sem colocar seu detetive no divã, Garcia-Roza conseguiu, de livro a livro, criar uma figura carismática capaz de comportar questões graves de maneira bastante verossímil.
Aqui

Sobre símbolos e eras
São os orientais, hoje, que não respeitam nada do que já há; pensam no que ainda haverá, e interpretam o presente como mera matéria-prima, tão bruta e maleável como a areia da praia.
Aqui

Rodrigo Gurgel - (24/12/2007)

Em um mercado no qual podemos encontrar das releituras dos clássicos à completa deturpação do próprio gênero infantil, a literatura voltada às crianças segue seu caminho. Mas quando falamos em “poesia infantil” as questões se complicam. Que critérios seguir na hora da escolha, de maneira a recusar a “poesia infantilizada”? A partir dessa pergunta, Pedro Marques analisa dois recentes lançamentos, escritos por Cynthia Cruttenden e Keiko Maeo.

Em um bem-humorado artigo, Simone Campos escreve sobre os percalços da vida de uma tradutora. Embrenhada na selva de verbos, expressões idiomáticas e dúvidas em relação aos limites do ofício, a autora recorda as primeiras lutas com as palavras, quando sequer imaginava que viria a enfrentá-las no ringue da tradução.

A insólita obra de Antonio Porchia, um italiano que, ainda adolescente, emigrou para a Argentina no início do século 20, é comentada e traduzida por Marco Catalão em sua coluna Vozes hispânicas. Os aforismos de Porchia, exemplos do que pode uma reflexão-limite, são frutos de uma consciência marcada pela desconfiança em relação a todas as certezas.

Qual é o lugar de “detetives-filósofos” em “um ambiente de quase guerrilha urbana, em que os números de mortos ultrapassam diariamente o de muitas guerras civis”? Essa é a pergunta que norteia a análise que Gregório Dantas faz do romance Na multidão, último livro de Luiz Alfredo Garcia-Roza, e sobre o próprio gênero policial.

Fechando a última edição de 2007, pois retornaremos apenas no dia 11 de janeiro, Diego Viana fala de um dos ícones da paisagem parisiense: a Torre Eiffel. Símbolo de um tempo, de uma cultura, de uma coletividade, a torre, considerada por Maupassant uma “aberração deplorável”, persiste, impassível, como uma esfinge dos tempos modernos. O que mudou de 1889, quando ela foi construída, para cá? O que o tempo reserva à Europa? A crônica de Viana levanta hipóteses e questiona o futuro.

Boas festas, ótima leitura e até 2008!

Rodrigo Gurgel



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos