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LITERATURA

Palavra 13

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Janet Malcolm e a busca elusiva por Gertrude Stein
Os que conhecem a autora americana Janet Malcolm sabem que não encontrarão em Two lives – Gertrude and Alice, seu último livro, uma biografia no sentido estrito da palavra
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O ficcionista das ruas
João Antônio alega ter buscado firmar um compromisso com o leitor brasileiro, o qual procurou conhecer a fundo, a fim de desmistificar a sentença de que “não temos leitores”
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Huymans ensaísta
O que caracteriza o conjunto de ensaios de J. K. Huysmans é a alternância entre a militância inicial ao lado da pintura impressionista, dos salões dos independentes ou de vários artistas e o caminho religioso que o faria aproximar-se da pintura de Fra Angelico ou de Mathias Grünewald
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Animais distantes
O escritor é o leitor que acompanha detalhadamente cada passo de um texto e cabe a ele decidir os rumos — mesmo que depois os encontre errados — de sua criação
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Rodrigo Gurgel - (12/01/2008)

Nesta primeira edição de 2008, abrimos Palavra com a resenha de Marina Della Valle sobre o mais recente livro da controvertida Janet Malcolm, Two lives – Gertrude and Alice, uma compilação de três longos ensaios, originalmente publicados na New Yorker. Mais que um estudo da vida de Gertrude Stein e de sua amante, Alice Toklas, o livro é uma análise dos limites e das contradições do gênero biográfico.

Os contos de João Antônio, reunidos em Leão-de-chácara, passam pelo crivo de Cristina Betioli Ribeiro, para quem o escritor não teve receio de ir “às ruas constatar a realidade que gostaria de representar para enlaçar um público amplo, com todas as suas fissuras sociais”.

Pablo Simpson comenta os ensaios de J. K. Huysmans dedicados às artes plásticas. Escritos entre 1867 e 1905, os textos – cuidadosamente editados por Patrice Locmant, que também é biógrafo do escritor – foram reunidos no volume Écrits sur l’art, recentemente lançado na França. Para Simpson, J. K. Huysmans percorreu, “como um nômade ou um flâneur, boa parte da tradição pictórica européia”.

Renata Miloni fecha nossa 13ª edição decompondo a figura do escritor em duas unidades que se completam: o escritor-escritor e o escritor-leitor. Na opinião de Miloni, “os escritores são movidos pela leitura. Todos escrevem principalmente para ler — mesmo que não seja algo que levem em consideração — porque deles se origina algo que supostamente ainda não foi escrito”.

Boa leitura e até a próxima semana.

Rodrigo Gurgel



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