Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Direita europeia: tudo, menos antissistema

» Como a “mão invisível” — e Paulo Guedes — nos afundam

» Julian Assange desaparecerá para sempre?

» “Austeridade”, Paulo Guedes e o verdadeiro fundo do poço

» O que aprender com Cristina Kirchner

» Previdência: três verdades que o governo esconde

» A Tecnologia da Adaptação — e como vencê-la

» O Irã e os idiotas úteis… a Washington

» “Atire na cabeça!”

» Um reino de farsas e encenações necessárias

Rede Social


Edição francesa


» Ressortissants français en Afrique

» Commerce françafricain

» Ainsi Hitler acheta les Allemands

» Armées oubliées de l'Asie britannique

» Leçons d'histoire

» Contre l'ordre impérial, un ordre public démocratique et universel

» DSK : flamme bourgeoise, cendre prolétarienne

» Naissance de l'Europe SA

» André Malraux : « la culture européenne n'existe pas »

» Face au journalisme de marché, encourager la dissidence


Edição em inglês


» Election-meddling follies, 1945-2019

» Volt, the party that undermines EU democracy

» Iran and the US, a tale of two presidents

» Terry Gou, Taiwan's billionaire and political wildcard

» Ecuador's crackdown on abortion is putting women in jail

» Traditions of the future

» Boondoggle, Inc.

» Sisi amends Egypt's constitution to prolong his presidency

» May: the longer view

» The languages of Ukraine


Edição portuguesa


» 20 Anos | 20% desconto

» EUROPA: As CaUsas das Esquerdas

» Edição de Maio de 2019

» Os professores no muro europeu

» Chernobil mediático

» Edição de Abril de 2019

» A nossa informação, as vossas escolhas

» O cordão sanitário

» O caso do Novo Banco: nacionalizar ou internacionalizar?

» Edição de Março de 2019


LITERATURA

Palavra 15

Imprimir
Enviar
Compartilhe

Justine
A organização caótica da narrativa passou, em dado momento, a dispersar minha atenção. Chega uma hora em que belas figuras de linguagem e descrições primorosas tornam-se insuficientes para cativar um leitor que preza uma condução mais segura da história.
Aqui

A Infância de Máximo Górki
É interessante notar a maestria do autor em elaborar ficcionalmente e em detalhes as suas memórias daqueles anos, sem deixar de dar-nos um painel, ainda que muito sutilmente, do modo de viver do russo, do “homem comum”, no século 19.
Aqui

Contos de fadas para adultos
Publicado pela primeira vez em 1960, na Inglaterra, “Beijo”, de Roald Dahl, é formado por onze contos em que prevalece o tom sombrio, com detalhes do cotidiano que, aos poucos, constroem um clima de suspense e terror.
Aqui

Cassavas, Anselmo e as grandiosidades
Quando encontro uma literatura feita a partir de certo surrealismo fantástico, ela tende a me agradar muito mais. João Paulo Cuenca mergulha nessa classe com maestria.
Aqui

Rodrigo Gurgel - (26/01/2008)

Luiz Paulo Faccioli abre a 15ª edição de Palavra com um texto deliciosamente híbrido, no qual ele mescla crônica, resenha e crítica literária. Primeiro de uma série, neste Faccioli analisa o volume que abre a tetralogia O quarteto de Alexandria, de Lawrence Durrell, publicada pela Ediouro. Sua leitura de Justine guarda um apuro dificílimo de se encontrar.

Da tetralogia de Durrell passamos à trilogia de Máximo Gorki, editada pela CosacNaify. Isa Fonseca destrinça os elementos que compõem o primeiro volume, Infância, repleto de detalhes não só dos sofrimentos que o autor experimentou, mas também da realidade social da Rússia no início do século 20. Fonseca nos promete, para as próximas semanas, mais duas resenhas, analisando os outros volumes da trilogia.

Leandro Oliveira escreve sobre o tardio lançamento, entre nós, de Beijo (Editora Barracuda), de Roald Dahl, conhecido no Brasil principalmente por suas obras de literatura infantil – entre elas, o clássico A fantástica fábrica de chocolate. Dono de um humor ácido, Dahl oferece, nesta coletânea de histórias para adultos, um “tom sombrio, com detalhes do cotidiano que, aos poucos, constroem um clima de suspense e terror”.

O dia Mastroianni, de João Paulo Cuenca, publicado pela Editora Agir, é a obra analisada por Renata Miloni. Na opinião de Miloni, a obra é construída por meio de uma “narração irrepreensível”, o que, dentre outras qualidades, coloca o escritor numa posição privilegiada em relação aos seus contemporâneos.

Boa leitura e até a próxima semana.

Rodrigo Gurgel



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos