Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» 15 de outubro de 2021

» É possível ser flaneur em meio aos escombros?

» O tempo livre e o novo feitiço do capital

» Da guerra no Afeganistão à guerra feminista

» Viagem ao coração das trevas do capitalismo

» As lições da China para erradicar a pobreza

» 14 de outubro de 2021

» A esperança da paz e a permanência das guerras

» Amazônia: a defesa covarde da “soberania”

» Aborto: quando os EUA têm um quê de Talibã

Rede Social


Edição francesa


» Ces « traîtres » qui sauvèrent l'honneur de la France

» A la recherche d'un destin commun en Nouvelle-Calédonie

» L'école algérienne face au piège identitaire

» Envoyés spéciaux de la guerre d'Espagne

» La ballade des prétendus

» Le théorème de la mélancolie

» Sécurité nucléaire, les risques de la dérégulation

» Éloge de la fermière

» Bientôt des robots au chevet des patients japonais

» En Afghanistan, double piège pour les femmes


Edição em inglês


» Taiwan at the heart of the US-China conflict

» October: the longer view

» What do we produce, and why?

» Hunger in France's land of plenty

» In search of a good food deal

» Georgia's love-hate affair with Russia

» Latin America faces tough choices

» Recognising the PRC

» Behind bars: resisting the Turkish state

» Taiwan strengthens ties with the US


Edição portuguesa


» Edição de Outubro de 2021

» Um império que não desarma

» Convergir para fazer que escolhas?

» O mundo em mutação e o Estado - em crise?

» Edição de Setembro de 2021

» Transformação e resiliência

» O caminho de Cabul

» Edição de Agosto de 2021

» Ditadura digital

» Desigualdades digitais


LITERATURA

Palavra 15

Imprimir
enviar por email
Compartilhe

Justine
A organização caótica da narrativa passou, em dado momento, a dispersar minha atenção. Chega uma hora em que belas figuras de linguagem e descrições primorosas tornam-se insuficientes para cativar um leitor que preza uma condução mais segura da história.
Aqui

A Infância de Máximo Górki
É interessante notar a maestria do autor em elaborar ficcionalmente e em detalhes as suas memórias daqueles anos, sem deixar de dar-nos um painel, ainda que muito sutilmente, do modo de viver do russo, do “homem comum”, no século 19.
Aqui

Contos de fadas para adultos
Publicado pela primeira vez em 1960, na Inglaterra, “Beijo”, de Roald Dahl, é formado por onze contos em que prevalece o tom sombrio, com detalhes do cotidiano que, aos poucos, constroem um clima de suspense e terror.
Aqui

Cassavas, Anselmo e as grandiosidades
Quando encontro uma literatura feita a partir de certo surrealismo fantástico, ela tende a me agradar muito mais. João Paulo Cuenca mergulha nessa classe com maestria.
Aqui

Rodrigo Gurgel - (26/01/2008)

Luiz Paulo Faccioli abre a 15ª edição de Palavra com um texto deliciosamente híbrido, no qual ele mescla crônica, resenha e crítica literária. Primeiro de uma série, neste Faccioli analisa o volume que abre a tetralogia O quarteto de Alexandria, de Lawrence Durrell, publicada pela Ediouro. Sua leitura de Justine guarda um apuro dificílimo de se encontrar.

Da tetralogia de Durrell passamos à trilogia de Máximo Gorki, editada pela CosacNaify. Isa Fonseca destrinça os elementos que compõem o primeiro volume, Infância, repleto de detalhes não só dos sofrimentos que o autor experimentou, mas também da realidade social da Rússia no início do século 20. Fonseca nos promete, para as próximas semanas, mais duas resenhas, analisando os outros volumes da trilogia.

Leandro Oliveira escreve sobre o tardio lançamento, entre nós, de Beijo (Editora Barracuda), de Roald Dahl, conhecido no Brasil principalmente por suas obras de literatura infantil – entre elas, o clássico A fantástica fábrica de chocolate. Dono de um humor ácido, Dahl oferece, nesta coletânea de histórias para adultos, um “tom sombrio, com detalhes do cotidiano que, aos poucos, constroem um clima de suspense e terror”.

O dia Mastroianni, de João Paulo Cuenca, publicado pela Editora Agir, é a obra analisada por Renata Miloni. Na opinião de Miloni, a obra é construída por meio de uma “narração irrepreensível”, o que, dentre outras qualidades, coloca o escritor numa posição privilegiada em relação aos seus contemporâneos.

Boa leitura e até a próxima semana.

Rodrigo Gurgel



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos