Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» 10 de julho de 2020

» A luta decisiva contra o reconhecimento facial

» “Austeridade”, uma concha vazia

» Um vírus que revela nosso dissídio com a Natureza

» (Auto)cuidado – coletivo, político e inadiável

» Por que aproxima-se uma onda de fome no Brasil

» 9 de julho de 2020

» A formação da personalidade autoritária

» A estratégia indígena para enfrentar o vírus

» Brasão da PM: coleção de massacres em nome da elite

Rede Social


Edição francesa


» La police, la gauche et le changement

» Primes pour stimuler la production et sanctions contre les pratiques illégales

» Les difficultés de l'économie soviétique ravivent le débat entre traditionalistes et partisans de la réforme

» Comment le Sahel est devenu une poudrière

» Tout commence, tout finit à Gaza

» Cette « double autorité » qui écartèle les Palestiniens

» Aux origines de la secte Boko Haram

» Michel Onfray, le dernier nouveau philosophe

» Les forces de l'ordre social

» Vous avez dit « systémique » ?


Edição em inglês


» Meanwhile in Minneapolis

» Cities: the power of the urban

» July: the longer view

» Fossil fuel disarmament

» Oil production and consumption around the world

» OPEC's share of production in a changing oil market

» Passport power

» Prato's migrant workforce

» No going back to business as usual

» Trade war in strategic minerals


Edição portuguesa


» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago

» «O desastre actual é a total ausência de espírito crítico»

» Edição de Junho de 2020

» A fractura social

» Vender carros Audi na Birmânia


LITERATURA

Palavra 17

Imprimir
enviar por email
Compartilhe

Cinco aspectos da arte de citar
Citar é estar de tal forma na literatura que só a própria criatividade não é suficiente, deve-se buscar ferramentas criadas por diferentes autores, desconstruir pensamentos e identificar até migalhas espalhadas que ainda não haviam sido vistas.
Aqui

Ganhando meu pão, de Máximo Górki
De que matéria, afinal, é feita a ficção — Górki parece perguntar — e por que ela o cativa de maneira tão impressionante e, ainda, por que o que é ficcional pode ser tão belo, apropriado, sublime e, por vezes, inapropriado, já que não se cola ao real?
Aqui

Os rebeldes e os outros
Sándor Márai destila a rebeldia juvenil a partir da noção simples de “nós” e “outros” e da idéia de que o mundo “deles” está completamente errado.
Aqui

Contos do inconsciente
Freud e o estranho – contos do inconsciente, mesmo sendo irregular, não deixa de ser interessante. Em primeiro lugar, pela caprichada apresentação do volume, com notas bastante explicativas acompanhando os contos, além de comentários reunidos ao final do volume.
Aqui

Rodrigo Gurgel - (15/02/2008)

Renata Miloni abre Palavra desta semana com um hino celebrando o ato de citar. Exercício que requer sabedoria e humildade, o uso de citações representa, como afirma a autora, “assumir, originalmente, o amor pela literatura”. Reconhecimento de que o culto à originalidade absoluta guarda um quê de falácia, o texto de Renata Miloni transborda de carinho por esses pensamentos que, nas mãos corretas, podem produzir reflexões geniais.

Isa Fonseca prossegue destrinçando os elementos que compõem a trilogia de Maksim Górki, agora expondo suas conclusões sobre o segundo volume, Ganhando meu pão. Na opinião da autora, a falta de “complexidade narrativa” não “implica um texto sem brilhantismo” nessa obra autobiográfica.

Rebeldes, de Sándor Márai, é submetido ao crivo de Marco Polli, para quem o livro, ainda que não tenha “uniformidade”, apresenta uma “premissa geral e diversas passagens memoráveis”, capazes de dar plena sustentação à obra.

Em “Contos do inconsciente”, Gregório Dantas analisa o trabalho do antologista Bráulio Tavares, principalmente na obra Freud e o estranho. Dantas também revisita as coletâneas publicadas nos últimos anos e analisa algumas das histórias do último volume organizado por Tavares, detendo-se naquelas que não conseguiram superar os clichês e, também, nos contos que souberam utilizar o lugar-comum como uma catapulta para o inusitado.

Boa leitura!

Rodrigo Gurgel, editor de Palavra



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos