Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Mapas do coronavírus: desafios e direções

» Três medidas de emergência contra a crise social

» Shaheen Bagh: muçulmanas contra a xenofobia na Índia

» Crise estrutural no ocaso do capitalismo

» Quatro ameaças à Humanidade e uma saída

» A Renda Cidadã e a reinvenção do dinheiro

» Coronavírus: já tínhamos sido avisados

» Ou desaceleramos ou morremos todos

» Pandemia desnuda a Saúde falida nos EUA

» Assim Guimarães Rosa viu nossas águas e gente

Rede Social


Edição francesa


» Parrain privé, chaîne publique

» « Big Pharma », ou la corruption ordinaire

» Ravages cachés du sous-emploi

» Quand l'OMS épouse la cause des firmes pharmaceutiques

» Les confidences de M. Tietmeyer, architecte de l'euro

» Des services publics garants de l'intérêt général

» La citoyenneté au bord du gouffre

» À nos lecteurs

» Voyage en terres d'utopie

» Revenu minimum ou « deuxième chèque » ?


Edição em inglês


» The world rediscovers Cuban medical internationalism

» Iran in the time of corona

» Covid-19: a London diary

» When viruses become pandemics

» Bringing the state back in during Covid-19

» ‘LMD' on your tablet

» February 2020

» March 2020

» Lessons for the UK deployment to Mali

» Find LMD


Edição portuguesa


» Edição de Março de 2020

» Um Brexit para nada?

» A precariedade não é só dos precários

» Edição de Fevereiro de 2020

» O que Donald Trump permite…

» As marcas do frio

» Edição de Janeiro de 2020

» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?


LITERATURA

Palavra 24

Imprimir
enviar por email
Compartilhe

O dilema da literatura de gênero brasileira
A literatura policial brasileira contemporânea é quase inexistente, mas o mesmo pode ser dito da ficção científica, ou da literatura romântica, ou do romance histórico. Em outras palavras, o que falta no cenário literário nacional hoje não é apenas literatura policial, é literatura de gênero como um todo
Aqui

Uma revista com rumo firme e novos horizontes
Em 2008, com a publicação de sua 8ª edição, a ser lançada no próximo dia 17 de abril, a “Cadernos de Literatura em Tradução” introduz duas mudanças editoriais. Uma delas é a periodicidade, que passa de anual a semestral. A segunda é a introdução de edições temáticas, que serão alternadas com volumes de tema livre
Aqui

A faca sutil: pouca emoção
Lorde Asriel arregimenta um exército composto por homens que sofreram a intercisão, portanto não têm medo, nem imaginação, nem vontade própria
Aqui

April in Paris
Em Paris, a beleza brota como uma resposta à opressão do inverno, uma vitória daqueles que sobreviveram, uma ressurreição mitológica revivida a cada ano. A mística em torno do equinócio é profunda, ancestral, dionisíaca. O movimento é patente
Aqui

Rodrigo Gurgel - (11/04/2008)

Partindo de quatro textos publicados neste Palavra, Lucas Murtinho analisa não apenas a questão da literatura policial no Brasil, mas amplia e aprofunda o debate, mostrando como a literatura de entretenimento é o melhor caminho para, usando a expressão de José Paulo Paes, “uma vigorosa literatura de proposta”.

Comemorando 11 anos da Cadernos de Literatura em Tradução, John Milton, Marina Della Valle e Telma Franco recuperam um pouco da história dessa revista que já antecipou importantes traduções publicadas no Brasil. Além disso, os autores apresentam as mudanças editoriais programadas para 2008, salientando o lançamento, no próximo 17 de abril, do número 8, dedicado a traduções de textos escritos por Gwendolyn Brooks, Sylvia Plath, Jamaica Kincaid, Masha Kaléko, Joyce Mansour, Emily Brontë e Delmira Augustini, entre outras.

Dida Bessana analisa A faca sutil, segundo volume da trilogia Fronteiras do universo, escrita por Philip Pullman. Apesar de alguns personagens interessantes, o veredicto da autora não deixa dúvidas: falta emoção nos cortes dessa faca capaz de abrir passagens para países, tempos e diferentes universos, mas cega quando se trata de convencer um leitor atento.

Em sua crônica, Diego Viana fala sobre a chegada da primavera em Paris. Assobiando April in Paris, de Yip Harburg e Vernon Duke, e relembrando as interpretações de Billie Holiday e Ella Fitzgerald, o cronista caminha pelos parques e praças sem perder qualquer detalhe – e sem fugir de inevitáveis comparações com algumas cidades do Brasil.

Boa leitura!

Rodrigo Gurgel, editor de Palavra



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos