Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» A nova batalha por Assange e pelo jornalismo

» Eis os economistas rebeldes

» Coronavírus: o desejo pela pandemia

» Decifrando Bolsonaro

» Pós-materialismo: por uma política não-cartesiana

» Greta Thunberg e a escola do século XXI

» A Classe de Davos e como vencê-la

» Prepare-se para o ano Bernie Sanders

» Orientalismo: por que não enxergamos o Irã

» 1917: Mergulho no horror e dilemas da técnica

Rede Social


Edição francesa


» Tenir une grève longue

» Au nom du bien-être de l'enfant

» En 1961, le tournant du procès Eichmann

» Qui a peur de Big Brother ?

» En Irak, émergence d'un pouvoir autoritaire à dominante chiite

» Ce que la génétique doit à l'eugénisme

» À la recherche de l'enfant parfait

» Au temps du terrorisme anarchiste

» Population kurde dans le monde

» Un grand peuple sans État


Edição em inglês


» Ben Bella: ‘It protected us from hatred'

» Hicham Yezza on what went wrong for the UK's Labour Party

» The US and Iran: a long and bitter war

» As Australia's right tacks left on climate, the course is set

» The two souls of veganism

» January: the longer view

» Iranians united

» Luxembourg's multilingual geography

» Controlled by Ritalin

» The hero of Petliura Street


Edição portuguesa


» Edição de Janeiro de 2020

» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?

» Edição de Dezembro de 2019

» Uma fractura social exposta

» «Uma chacina»

» Assinatura de 6 meses: só 18 €

» Golpe de Estado contra Evo Morales

» Será que a esquerda boliviana produziu os seus coveiros?


LEGIÃO ESTRANGEIRA

Gaúcho pretende seguir carreira

Imprimir
enviar por email
Compartilhe

Ex-sargento do exército brasileiro, Luís da Costa, já lutou pelos interesses da França em dois países africanos

Maranúbia Barbosa - (19/05/2008)

Apesar de todas as adversidades, o gaúcho Luís da Costa (nome de guerra), 31 anos, há quase três anos na Legião Estrangeira, não pretende desligar-se do posto. Ele afirmou que assim que terminar o contrato vai pedir a renovação e, também, a cidadania francesa.

Costa, residente em Três de Maio (RS), decidiu entrar para a Legião depois de ter servido o exército brasileiro por sete anos como sargento. O gosto pelo serviço militar, a experiência e a excelente forma física fizeram com que ele fosse aceito de imediato no regimento de paraquedistas, na Córsega.

O gaúcho, que já integrou diversas missões de prevenção, afirmou que em nenhum momento pensou em desistir, pelo contrário. "As dificuldades me empurram para a frente". Ele contou que a experiência de estar em países africanos pobres, como o Djibuti, por exemplo, só engrandece. "A gente distribui água, ajuda nas campanhas de saúde. A população, de modo geral, recebe bem os legionários. O duro é ter que andar fardado, com uma mochila de sete quilos debaixo de um calor de 50 graus". A Costa do Marfim, segundo ele, é uma das missões mais delicadas e um dos lugares mais perigosos para os legionários. A política dos franceses no país e a rivalidade entre etnias fazem os legionários pisarem em ovos.

Mas na Legião "nem tudo é bomba", disse Costa. Ele ressaltou o contato entre as diversas nacionalidades. "Os companheiros são de países diferentes, cada qual com seus hábitos. Por incrível que pareça, existe mais camaradagem do que deslealdade", sublinhou.

Mais:

Mercenários brasileiros na Legião Estrangeira
Atraídos por salários, a chance de apagar o passado e aventuras, dezenas de brazucas alistam-se, todos os anos, no legendário exército de aluguel francês. Nossa repórter conseguiu deles revelações sobre a condição de soldados de um pátria alheia, em missões cujo sentido desconhecem

Legionários são heróis na França

Legionários são heróis na França Desde 1831, quando o exército mercenário foi criado pelo rei Luís Felipe, mais de 35 mil de seus membros já morreram, em dezenas de batalhas mundo afora



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» França
» Guerras
» Mercenários
» África


Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos