Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» A desigualdade brasileira posta à mesa

» Fagulhas de esperança na longa noite bolsonarista

» 1 de setembro de 2020

» O fim do mundo e o indiscreto racismo das elites

» O milagre da multiplicação de bilhões — para os bancos

» Movimento sindical em tempos de tormenta

» 31 de agosto de 2020

» A crucificação de Julian Assange

» Nuestra America: os cinco séculos de solidão

» Ir além do velho mundo: lições da pandemia

Rede Social


Edição francesa


» Les municipalités laissent mourir les centres de santé

» Samsung ou l'empire de la peur

» Main basse sur l'eau des villes

» Percées et reflux en Europe

» Délire partisan dans les médias américains

» L'Amérique latine a choisi l'escalade révolutionnaire localisée

» Le national-conservatisme s'ancre dans la société hongroise

» Au Venezuela, la tentation du coup de force

» « Tout ce qu'ils nous proposent, c'est de devenir flics ! »

» Les loups solitaires de Boston


Edição em inglês


» Nagorno-Karabakh conflict: its meaning to Armenians

» How will the US counter China?

» October: the longer view

» America, year 2020

» The ministry of American colonies

» America, the panic room

» Independent only in name

» An election result that won't be accepted

» Into the woods, it's nearly midnight

» Canada's cancel culture


Edição portuguesa


» Um resultado que ninguém aceitará

» Edição de Outubro de 2020

» Distâncias à mesa do Orçamento

» Falsas independências

» Trabalho na cultura: estatuto intermitente, precariedade permanente?

» RIVERA

» Edição de Setembro de 2020

» Cuidar dos mais velhos: por uma rede pública e universal

» Restauração em Washington?

» Cabo Delgado: névoa de guerra, tambores de internacionalização


LITERATURA

Palavra 34

Imprimir
enviar por email
Compartilhe

Pierre Jean Jouve, dois poemas
Murilo Mendes escreveu sobre Pierre Jean Jouve em duas oportunidades, para os "Retratos-relâmpago" e para os "Papiers", textos em francês reunidos na edição cuidadosa de Luciana Stegagno Picchio
Aqui

Sexo como missão
Em "Pantaleão e as visitadoras", de Vargas Llosa, a sofisticação do risível está justamente nas sutilezas que o cercam e produzem o humor no seu sentido mais elaborado: no lugar que ocupa entre o cômico e o trágico
Aqui

E quem os chineses não surpreendem?
Em coletânea de colunas publicadas no jornal inglês "The Guardian", Xinran se esforça para explicar as diferenças entre a China e o Ocidente – e acaba engrossando o coro dos atarantados pela complexidade e velocidade das mudanças naquele gigante asiático
Aqui

Um episódio em parte real
Cheguei a fantasiar que o catalisador de toda a história desapareceria de repente ou revelaria ser um demônio, um duende, qualquer ser sobrenatural. Mas qual, o velho continuou encalacrado, olhos nos joelhos, como se nada se passasse à sua volta
Aqui

Rodrigo Gurgel - (21/06/2008)

Pablo Simpson nos oferece o silencioso e mágico diálogo entre os poetas Pierre Jean Jouve e Murilo Mendes. Ambos católicos ­– mas de um catolicismo peculiar, para dizer o mínimo ­–, eles se encontram mais uma vez, certamente não a derradeira, agora na web de língua portuguesa. Atentem para a delicada sensualidade de Jouve – algo que o nosso Murilo Mendes percebeu com perfeição.

Depois de uma longa e inaceitável ausência, Cristina Betioli Ribeiro analisa o romance Pantaleão e as visitadoras, de Mario Vargas Llosa, relançado pela Editora Alfaguara. Nossa colaboradora destrinça os meandros que unem o cômico e o trágico, sem perder de vista os principais detalhes da construção narrativa de Llosa.

Marina Della Valle comenta sobre o mais recente livro da escritora chinesa Xinran, que hoje leciona na School of Oriental and African Studies, da Universidade de Londres. Coletânea das crônicas publicadas pela autora no jornal The Guardian, o livro é uma multifacetada amostra do abismo cultural que ainda separa a China e o Ocidente.

Diego Viana nos traz uma inusitada história. O que representa, afinal, o dinheiro? Que camadas ideológicas deformam – ou concedem inesperados sentidos – a esse meio de troca que, muitas vezes, não é tão convencional quanto parece? Pleno de ilações éticas, a crônica de Viana é um convite a entender em que nossa cultura transformou o dinheiro.

Boa leitura – até a próxima semana.

Rodrigo Gurgel, editor de Palavra.



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos