Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Geopolítica das próximas Guerras pela Água

» Uma caminhada na cidade dos não-confinados

» O dinheiro que não existia reaparece

» Bolsonaro recuou. Por quê?

» China: as lições da pandemia e o depois

» Brasil: a insanidade vai muito além de Bolsonaro

» Vigilância em tempos de educação à distância

» Todos escrevem ao Presidente

» Mapas do coronavírus: desafios e direções

» Três medidas de emergência contra a crise social

Rede Social


Edição francesa


» Le refus de Sartre

» Une guerre tous azimuts

» Parrain privé, chaîne publique

» « Big Pharma », ou la corruption ordinaire

» Ravages cachés du sous-emploi

» Quand l'OMS épouse la cause des firmes pharmaceutiques

» Les confidences de M. Tietmeyer, architecte de l'euro

» Des services publics garants de l'intérêt général

» La citoyenneté au bord du gouffre

» À nos lecteurs


Edição em inglês


» To our readers

» Bangsamoro: Philippines' new Muslim-majority region

» Artist and filmmaker

» Looking without blinking

» Politics of city diplomacy

» The return of the city-state

» Philippines revives self-rule for Bangsamoro

» Marawi, the Philippines' ruined city

» Impasse in Morocco

» And now get lost, France!


Edição portuguesa


» Edição de Março de 2020

» Um Brexit para nada?

» A precariedade não é só dos precários

» Edição de Fevereiro de 2020

» O que Donald Trump permite…

» As marcas do frio

» Edição de Janeiro de 2020

» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?


LITERATURA

Palavra 37

Imprimir
enviar por email
Compartilhe

Jorge Gaitán Durán: a poesia no alto de um instante
Uma impressionante fusão entre erotismo e morte, luz e sombra
Aqui

Lídia Jorge, esse amor exigente
O vento assobiando nas gruas, oitavo romance da autora portuguesa, exige tempo e dedicação, mas recompensa com uma obra única, que perdura na mente após o fim da leitura
Aqui

Nada de novo
Poema
Aqui

O vento a areia e o nada
Antônio Xerxenesky conduz o leitor ao inevitável clichê da montanha-russa de sentimentos: numa página, altíssimas gargalhadas; na seguinte, a torcida pelo casal; mais à frente, uma vontade descomunal de duelar. Ou então de saber para onde o vento leva a areia
Aqui

Rodrigo Gurgel - (18/07/2008)

O colombiano Jorge Gaitán Durán é o tema da coluna Vozes Hispânicas, comandada por Marco Catalão. A face sensual do amor está presente em cada verso desse poeta – e soa natural que ele fale da morte em meio ao prazer, ou sinta-se ferir o tempo quando abre a carne de sua amada. A leitura de Gaitán fez-me recordar de Omar Khayyam:

“Se sonhas que já não existes,
Sê feliz, pois a morte é o nada”.

Lídia Jorge, premiada romancista portuguesa, é analisada por Marina Della Valle, para quem o esmerado trabalho de linguagem do romance O vento assobiando nas gruas “desperta um elemento obsessivo que perdura após o fim da leitura”.

Ricardo Miyake nos traz seu corrosivo poema “Nada de novo”. Os versos destilam desesperança – e o cotidiano não é o espaço no qual, apesar das dificuldades, sobrevive a possibilidade do heroísmo ou de algum tipo de honra. O insípido dia-a-dia tornou-se uma condenação.

Renata Miloni escreve sobre o romance Areia nos dentes, do gaúcho Antônio Xerxenesky. Na opinião de Miloni, os ventos são favoráveis ao autor nesse que é o seu primeiro romance – e o livro parece prenunciar uma carreira de sucesso. Vamos conferir?

Boa leitura e até a próxima semana.

Rodrigo Gurgel, editor de Palavra



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» Seção {Palavra}


Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos