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LITERATURA

Palavra 38

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Quase matei
Aperto a bolsa contra o peito, cerro as pálpebras e encosto-me à pia, esperando que a vertigem se dissipe. Ouço, então, com alguma clareza, meu nome. Chamado, como num lamento, repetidas vezes.
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Sobre a Flip 2008
Cees Nooteboom e Fernando Vallejo – estávamos diante de duas realidades completamente distintas: a latinidade tosca e furibunda do sul-americano em contraposição à placidez fleumática do norte-europeu puro-sangue.
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A nação e o baile
Como praticamente tudo neste início de século, o nacionalismo sobrevive transferido para a esfera das relações pessoais. Os dialetos, a música, o futebol, os ídolos, a cozinha, as paisagens.
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Em nome do pai
Para encontrar prazer na leitura de O conto do amor, o leitor precisa suspender suas crenças e se entregar à premissa de Contardo Calligaris – acredite ou não em reencarnação ou vidas passadas.
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Rodrigo Gurgel - (26/07/2008)

Preciso e contundente – esses dois adjetivos sintetizam o conto de Isa Fonseca, “Quase matei”. Mas há outras qualidades, sutilezas às quais o leitor deve estar atento: por exemplo, o ritmo com que pensamentos e gestos, intercalando-se, constroem uma narrativa tensa e destrutiva. E não só. Mas cabe ao leitor desvendar esse inesperado universo.

Luiz Paulo Faccioli esteve na Flip deste ano. De volta a Porto Alegre, ele nos remete a crônica dos dias passados em meio a debates, livros, escritores e o público que superlota Paraty. Do texto agudo de Faccioli – que se deixa encantar, mas não descarta a crítica – emerge uma Flip real, concreta, distante de qualquer ilusão mercadológica.

A ironia de Diego Viana radiografa as comemorações do 14 de Julho na França, mais precisamente em Paris. O que sobrou da revolução sans-culotte? O diagnóstico de Viana é sutil mas impiedoso.

Alysson Oliveira escreve sobre o romance do psicanalista Contardo Calligaris, O conto do amor. Na contramão das certezas freudianas – “a morte do pai é o evento mais importante, a perda mais pungente da vida de um homem” – ou exatamente para reafirmá-las, Carlo Antonini parte em busca da história paterna. O que descobrirá?

Boa leitura – e até a próxima sexta-feira.

Rodrigo Gurgel, editor de Palavra



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