Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Etiópia: a eterna marcha da humanidade

» O direito ao sagrado dos povos do terreiro

» Como derrotar a “direita Trump-Bolsonaro”

» As pedras da contracultura (ainda) rolam

» Corporações: já vivemos uma distopia…

» Olhai a nova geração de ativistas

» Rússia e China: fim do mundo unipolar?

» Está aberta a nova temporada de privatizações

» Direito à privacidade e o cinismo de Moro

» Boaventura: o avanço da direita e a causa oculta

Rede Social


Edição francesa


» L'avenir du temps

» Ces Espagnols qui ont libéré Paris

» Les pompiers pyromanes de l'antisémitisme

» Menace iranienne, menace sur l'Iran

» Comme si l'école était une entreprise…

» Voyage au bout de la peur avec les clandestins du Sahel

» Chanter le devenir du monde

» A qui profite Paris ?

» Quand la ville se perd dans une métamorphose planétaire

» M. Jesse Jackson et l'ouverture du Parti démocrate


Edição em inglês


» Confessions of a map-maker

» The Spaniards who liberated Paris

» Fighting for communication control

» June: the longer view

» Niger, a migration crossroads

» Niger, a migration crossroads

» Whatever happened to Bob Woodward?

» Europe in space

» The Corbyn controversy

» The invisible people


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2019

» As pertenças colectivas e as suas conquistas

» A arte da provocação

» 20 Anos | 20% desconto

» EUROPA: As CaUsas das Esquerdas

» Edição de Maio de 2019

» Os professores no muro europeu

» Chernobil mediático

» Edição de Abril de 2019

» A nossa informação, as vossas escolhas


LITERATURA

Palavra 41

Imprimir
Enviar
Compartilhe

Notas sobre contos machadianos
Nem tudo da farta produção de Machado de Assis, quase uma centena e meia de narrativas breves, merece ser lido
Aqui

A traição da pátria e outras suposições literárias
Os escritores estrangeiros são recebidos aqui — e não há diferença se bem ou mal: eles são sempre mais importantes — com um tipo de sorriso bastante comum
Aqui

Um portal de papel
Solaris é uma revista-portal que não pode ser encontrada em livrarias ou nas bancas – porque ela é mais uma ação viral que uma publicação
Aqui

As histórias da história de Biafra
“Meio sol amarelo”, de Chimamanda Ngozi Adichie, põe a história da tragédia de Biafra no mapa da geração Google
Aqui

Rodrigo Gurgel - (15/08/2008)

No centenário de sua morte Machado de Assis mostra-se mais eterno do que se poderia supor – para benefício de seus leitores atuais e das gerações que, no futuro, se debruçarão, com renovado prazer, sobre o universo de ceticismo e ironia do velho Bruxo, aprendendo com ele essas duas virtudes que dignificam os homens.

A fim de celebrar esses 100 anos, David Oscar Vaz escreve, especialmente para o Palavra, uma série de artigos dedicados à obra machadiana, iniciando com suas notas aos contos do autor de Memórias póstumas de Brás Cubas, marco não só do Realismo brasileiro, mas da fase adulta de nossa literatura.

Um dos méritos de Machado foi dar as costas ao Romantismo – e à sua tentativa de sobrevalorizar o local, o nacional, em detrimento de uma literatura universalista. Coube a esse mulato epiléptico e de origem humilde a tarefa de empreender o caminho inverso, o caminho da grande literatura: dialogar com a experiência humana em seu todo, não se prender a bairrismos, recusar-se à pequenez.

Sem tratar especificamente de Machado, Renata Miloni discute em seu texto quinzenal exatamente essa questão: é possível, no Brasil contemporâneo, criar a literatura universal que propunha Goethe? Em outros termos, é possível, no Brasil de hoje, repetir a experiência machadiana – ou estamos condenados a um eterno e tosco regionalismo? Para completar a discussão aberta pela Renata, proponho a leitura do debate publicado no suplemento Babelia, do El País, em janeiro de 2008.

Ainda voltados ao tema do universalismo – e do diálogo com outras realidades, com culturas diversas – Marina Della Valle e Fábio Fernandes fecham esta edição: Fábio escreve sobre uma insólita revista-portal, a Solaris, recentemente lançada e que congrega uma nova geração de escritores dedicados à ficção científica; e Marina analisa o romance Meio sol amarelo, da jovem escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie.

Boa leitura – e até a próxima semana!

Rodrigo Gurgel, editor de Palavra.



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos