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Nas mãos dos militares

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Zoé Lamazou - (15/09/2008)

Se os imigrantes detidos em Nouadhibou parecem enfrentar um problema transitório, o povo mauritano tem um obstáculo permanente: a consolidação da democracia. Com a eleição de Sidi Old Sheikh Abdalahi em 2007, a Mauritânia teve seu primeiro presidente escolhido democraticamente desde a independência, em 1960. O passeio por ares mais livres, porém, durou pouco. No dia 6 de agosto de 2008, depois de seguidas derrotas do partido governista, da renúncia de boa parte dos parlamentares e de uma crise em função da alta dos alimentos, uma junta militar derrubou o governo e cortou a transmissão de todos os meios de comunicação, anunciando a formação de um conselho de Estado para governar o país.

Até o momento, ainda não se têm notícias oficiais do paradeiro do presidente – seqüestrado por soldados poucas horas após ter demitido o chefe das Forças Armadas. Segundo a filha de Abdalahi, em entrevista concedida à Radio France International, ele está aprisionado numa caserna próxima ao palácio presidencial. “Foi um golpe de Estado puro e duro. Não pudemos sair do palácio e o posto telefônico foi cortado”, declarou [1]. O Primeiro Ministro e três secretários que sumiram naquele dia já foram soltos.

A ONU, por intermédio de seu secretário-geral, Ban Ki-moon, lamentou o golpe militar. Ki-moon pediu publicamente “respeito à lei e à ordem, além da restauração imediata da ordem constitucional no país”. Ainda segundo a ONU, há relatos de diversas manifestações reprimidas pelas tropas mauritanas nas ruas da capital [2]. O general Mohamed Ould Abdel Aziz assumiu o poder pleno presidencial no dia 14 de julho e declarou que pretende realizar as eleições “assim que possível”.



[1] Saiba mais

[2] Saiba mais


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