Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Mudar o mundo sem desprezar o poder

» Seria a Medicina moderna uma ilusão?

» Pós-capitalismo na era do algoritmo (1)

» Uma “potência acorrentada”

» Sobre jeans, trabalho insano e folia

» Sobre jeans, trabalho insano e folia

» A política como arte do impossível

» O enigma da sobrevivência neoliberal

» Violência policial: o problema não está nos soldados

» Eleições na Bolívia: o que está em jogo?

Rede Social


Edição francesa


» L'ordre mondial selon John Maynard Keynes

» L'offensive des intellectuels en Iran

» Les charniers de Franco

» Sabra et Chatila, retour sur un massacre

» La résistance de George Orwell

» Mémoires et malmémoires

» Keynes, ou l'esprit de responsabilité

» Un milliardaire à l'assaut de la Maison Blanche

» Comment les sociétés multinationales du textile renforcent leur emprise sur le marché mondial

» À la recherche des « disparus » d'Algérie


Edição em inglês


» July: the longer view

» An interview with Franco ‘Bifo' Berardi

» Learning the lessons of the Arab Spring

» May 2019 parliamentary election

» A religious map of India

» Universal access to care

» Benin's fight against tuberculosis

» Towards an equal and healthy Africa

» Ivorians mobilise against AIDS

» Health for all, a global challenge


Edição portuguesa


» Edição de Julho de 2019

» Inconsistências (ou o sono da razão?)

» Comércio livre ou ecologia!

» Edição de Junho de 2019

» As pertenças colectivas e as suas conquistas

» A arte da provocação

» 20 Anos | 20% desconto

» EUROPA: As CaUsas das Esquerdas

» Edição de Maio de 2019

» Os professores no muro europeu


LITERATURA

Palavra 46

Imprimir
Enviar
Compartilhe
Mestre da bibliofilia
Rubens Borba de Morais pesquisou bibliotecas européias, norte-americanas e brasileiras para escrever sua “Bibliografia brasiliana”, descritiva de livros raros sobre o Brasil de 1504 a 1900, verdadeiro monumento de erudição e pesquisa
Aqui

De quando a literatura se despede de suas histórias
Como o escritor brasileiro escolhe escrever seus livros? Geralmente se apegando a somente uma forma de sofrer
Aqui

Sobre literatura e outros defeitos
Nenhum romance ou conto, nem a soma do que li, me humanizou ou me induziu a ser uma pessoa melhor
Aqui

Três poemas
Poema
Aqui

Rodrigo Gurgel - (14/11/2008)

Dida Bessana leu a biografia de Rubens Borba de Morais, pai da bibliofilia brasileira. Mais reconhecido em Nova York – onde trabalhou, durante anos, na Biblioteca da Organização das Nações Unidas (ONU) – do que no Brasil, a vida de Morais atesta, tristemente, esse traço característico da nossa cultura, confirmação esdrúxula do Evangelho: “um profeta é respeitado em toda parte, menos na sua própria terra”.

É possível uma literatura que tenha se esquecido de contar histórias? Ou que, a cada história, insista em ser monocórdica? Para onde caminha uma literatura na qual os grandes romances – os panoramas de época, as sagas familiares, os dramas policromáticos – feneceram mal haviam nascido? Que escritor contemporâneo tem estofo, coragem, engenho e inteligência para escrever um novo O tempo e o vento? São essas as questões que Renata Miloni procura discutir.

André Resende discorda da tese de que a literatura melhora as pessoas. Caminhando na contramão do pensamento de Joseph Brodsky, Resende concede à psicanálise todos os louvores com que o poeta russo coroa a literatura, ainda que esta última, se não melhora o homem, pode, ao menos, transformá-lo.

Sísifo de si mesmo, o lingüista e tradutor Paulo Chagas de Souza cultua o amor e a transformação em três poemas.

Boa leitura – e até a próxima semana.

Rodrigo Gurgel, editor de Palavra.



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» Seção {Palavra}


Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos