Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Anatomia e imagens do grande protesto global

» Internet: liberdade é controle

» O capitalismo como imensa coleção de perguntas

» Assim os laboratórios torturam animais

» Bolsonaro, o anacronismo genial-idiota

» 10 mandamentos para as elites impenitentes

» As explosões que abalaram a Arábia Saudita

» O que são os “Laboratórios do Comum”

» Trump e Bolsonaro: em busca dos porquês

» Legalidade não faz jus a Brizola

Rede Social


Edição francesa


» Depuis 2010, la majorité de la population est urbaine

» Match démographique : Urugay-Paraguay

» Match démographique : Uruguay-Paraguay

» Chaos postsoviétique

» Richesse et population, un monde à double face

» Machines hostiles

» Refaire le monde à coups de bistouri

» Libye, l'appel du devoir

» La gauche française bute sur l'Europe

» Fédéralisme à l'allemande et évolutions politiques


Edição em inglês


» An end to Mediterranean standoffs?

» The logs of war

» Benjamin Netanyahu, best friend of the far right

» September: the longer view

» Afghan peace talks: Trump tweets, Taliban fights

» An inexhaustible myth in times of extreme adversity

» What happened to social solidarity?

» Sudan: conflict, violence and repression

» Russia's appointed billionaires

» Another end is possible


Edição portuguesa


» Edição de Setembro de 2019

» Portugal não pode parar?

» Quem elegeu Ursula von der Leyen?

» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco

» Edição de Julho de 2019

» Inconsistências (ou o sono da razão?)

» Comércio livre ou ecologia!

» Edição de Junho de 2019


LITERATURA

Palavra 53

Imprimir
Enviar
Compartilhe

Mas Alice
Ele, minha Alice, minha primeira Barbie, me olhou como quem faz um favor. Em seguida, arrastou as plataformas até o banheiro e sacou o batom da bolsa
Aqui

“Cidadezinha inglesa no domingo”, de Max Jacob
Nascido em 1876, Max Jacob participou das vanguardas poéticas e artísticas européias, ao lado de Jean Cocteau, Georges Braque e Pablo Picasso
Aqui

A arte de usar o tempo e o espaço a favor da boa literatura Ao notar o vazio editorial e a tendência de crescimento da literatura fantástica, Fábio Fernandes e Jacques Barcia idealizaram a revista “Terra Incognita”
Aqui

Idéias perdidas
No fundo, o único ponto realmente importante na literatura é o exercício da idéia
Aqui

Rodrigo Gurgel - (16/01/2009)

O conto de Neuza Paranhos, “Mas Alice”, é uma peça elaborada em allegro vivace do começo ao fim. Nada escapa à narração ágil, leve – e inesperada.

Leveza – e delicada ironia – é o que encontramos também no poema “Cidadezinha inglesa no domingo”, de Max Jacob, que Pablo Simpson traduz e analisa com perícia.

Fernando S. Trevisan comenta o salutar lançamento da revista Terra Incognita, dedicada exclusivamente a textos de ficção científica.

Literatura enquanto exercício de idéias, sem necessidade de ataques ou defesas – essa é a tese que Renata Miloni propõe em sua crônica.

Boa leitura – e até a próxima semana!

Rodrigo Gurgel, editor de Palavra



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos