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Edição portuguesa


» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago

» «O desastre actual é a total ausência de espírito crítico»

» Edição de Junho de 2020

» A fractura social

» Vender carros Audi na Birmânia


LITERATURA

Palavra 53

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Mas Alice
Ele, minha Alice, minha primeira Barbie, me olhou como quem faz um favor. Em seguida, arrastou as plataformas até o banheiro e sacou o batom da bolsa
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“Cidadezinha inglesa no domingo”, de Max Jacob
Nascido em 1876, Max Jacob participou das vanguardas poéticas e artísticas européias, ao lado de Jean Cocteau, Georges Braque e Pablo Picasso
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A arte de usar o tempo e o espaço a favor da boa literatura Ao notar o vazio editorial e a tendência de crescimento da literatura fantástica, Fábio Fernandes e Jacques Barcia idealizaram a revista “Terra Incognita”
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Idéias perdidas
No fundo, o único ponto realmente importante na literatura é o exercício da idéia
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Rodrigo Gurgel - (16/01/2009)

O conto de Neuza Paranhos, “Mas Alice”, é uma peça elaborada em allegro vivace do começo ao fim. Nada escapa à narração ágil, leve – e inesperada.

Leveza – e delicada ironia – é o que encontramos também no poema “Cidadezinha inglesa no domingo”, de Max Jacob, que Pablo Simpson traduz e analisa com perícia.

Fernando S. Trevisan comenta o salutar lançamento da revista Terra Incognita, dedicada exclusivamente a textos de ficção científica.

Literatura enquanto exercício de idéias, sem necessidade de ataques ou defesas – essa é a tese que Renata Miloni propõe em sua crônica.

Boa leitura – e até a próxima semana!

Rodrigo Gurgel, editor de Palavra



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