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» Capital, pandemia e os papéis do feminismo

» Na pandemia, fermenta o Comum

» Literatura periférica, borbulhante e singular

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» Contra o cinismo de 1%, a Reforma Tributária

» O fantasma de 1929 está vivo

» Contra a pandemia, a opção solidária

» Pandemia implodirá a Segurança Pública?

» Filmes para desembrutecer o coração

Rede Social


Edição francesa


» Punir le viol

» Stefan Zweig ou l'horreur de la politique

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» Une guerre tous azimuts

» Parrain privé, chaîne publique

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» Quand l'OMS épouse la cause des firmes pharmaceutiques

» Les confidences de M. Tietmeyer, architecte de l'euro

» Des services publics garants de l'intérêt général


Edição em inglês


» To our readers

» Bangsamoro: Philippines' new Muslim-majority region

» Artist and filmmaker

» Looking without blinking

» Politics of city diplomacy

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» Philippines revives self-rule for Bangsamoro

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» Impasse in Morocco

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Edição portuguesa


» Edição de Março de 2020

» Um Brexit para nada?

» A precariedade não é só dos precários

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» As marcas do frio

» Edição de Janeiro de 2020

» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?


Ahmed Ben Bella

Ahmed Ben Bella foi um dos dirigentes da insurreição argelina de 1º de novembro de 1954. Em outubro de 1956, no primeiro ato de pirataria aérea da história, a aviação militar francesa obrigou o avião civil que o transportava, assim como a vários outros dirigentes argelinos, a desviar-se da rota. Ben Bella ficou preso até 1962 e foi o primeiro presidente da Argélia independente, de 1962 a 1965.


Seus artigos nesse site:

Uma precaução contra o ódio

Os 121 intelectuais não eram traidores, pelo contrário. Significavam o melhor da França. Nós sabíamos disso e foi por isso que nos emocionamos. Aqueles homens e aquelas mulheres levantavam suas vozes contra algo que julgavam abominável

12 de setembro de 2000

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