Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Para reencontrar O país da delicadeza perdida

» Ignacio Ramonet vê o xadrez das ameaças ao Irã

» Aos indignados da sacolinha

» Irã, o alvo dos insanos

» A França em sua encruzilhada

» Chéri à Paris: A pia

» A era dos extremos climáticos começou

» Rumo a uma sociedade da partilha?

» O encenador e o teatro do nosso tempo

» Anonymous: a ética da ação digital direta

Rede Social


Edição francesa


» Au pays du capitalisme réel

» A quoi s'engage le poète

» « Trouver des mots qui pratiquent des brèches »

» « Charming Paris »

» Mauvais esprit, es-tu là ?

» Dans le laboratoire de l'écolo-bourgeoisie

» Sur les sentiers escarpés de la lutte armée

» Calcutta la délaissée

» Balade en « Yougonostalgie »

» « Vulcanus », une histoire russe


Edição em inglês


» Can Russia's democrats succeed?

» Iranian aircraft carriers in the Gulf of Mexico

» Speculating on hunger

» France: is the future still nuclear?

» Online disappointment

» Online disappointment

» Live, on the Egyptian street

» Anonymous power

» Senegal falls behind the rest of Africa

» Israel: a mission to disrupt


Edição portuguesa


» Le Monde diplomatique – edição portuguesa, II Série, n.º 63

» Meios complementares de defesa do SNS

» Patos sem cabeça

» Desigualdades em Portugal — Problemas e Propostas

» Le Monde diplomatique – edição portuguesa, II Série, n.º 62

» Crise: lugares de certezas e incertezas

» Juntas civis

» A ordem moral britânica contra a «escumalha»

» Onde está a esquerda?

» Desenlaces trágicos


Ahmed Ben Bella

Ahmed Ben Bella foi um dos dirigentes da insurreição argelina de 1º de novembro de 1954. Em outubro de 1956, no primeiro ato de pirataria aérea da história, a aviação militar francesa obrigou o avião civil que o transportava, assim como a vários outros dirigentes argelinos, a desviar-se da rota. Ben Bella ficou preso até 1962 e foi o primeiro presidente da Argélia independente, de 1962 a 1965.


Seus artigos nesse site:

Uma precaução contra o ódio

Os 121 intelectuais não eram traidores, pelo contrário. Significavam o melhor da França. Nós sabíamos disso e foi por isso que nos emocionamos. Aqueles homens e aquelas mulheres levantavam suas vozes contra algo que julgavam abominável

12 de setembro de 2000

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos