Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» 2 de dezembro de 2021

» A lei da precarização ameaça os advogados

» Viagem ao inferno do trabalho em plataformas

» Cinema: O novo velho oeste pelo avesso

» 1º de dezembro de 2021

» Dowbor: a tragédia dos intermediários predadores

» A emergência da Agricultura Urbana

» Política Cognitiva Solidária e o Brasil em reconstrução

» “Austeridade” para todos, menos aos rentistas

» 30 de novembro de 2021

Rede Social


Edição francesa


» De si gentils artistes gouvernementaux

» Diplomatie « des valeurs » à la sauce verte

» Alice Neel à contre-courant

» Mirages verts et sobriété californienne

» Harry Potter expliqué aux parents

» Revendications et occupations en mer de Chine méridionale

» Le Vietnam

» De la décolonisation à la troisième guerre du Vietnam

» Diaspora vietnamienne

» Vietnam, comparaisons régionales


Edição em inglês


» India, Pakistan and the new Afghan Great Game

» Rise of the right in Georgia's 14th district

» Vigilantes 2.0

» A new Hanseatic League for Europe

» Latvia, small and ever more divided

» Bolsonarism without Bolsonaro for Brazil?

» France's lucrative arms deals

» Bahrain unreformed

» In Iraq, ISIS is back in business

» Taliban victory sparks regional reset


Edição portuguesa


» Edição de Novembro de 2021

» O tecto de vidro europeu

» E a Grécia volta a ser exemplar

» Edição de Outubro de 2021

» Um império que não desarma

» Convergir para fazer que escolhas?

» O mundo em mutação e o Estado - em crise?

» Edição de Setembro de 2021

» Transformação e resiliência

» O caminho de Cabul


Alain Accardo

Autor do livro De notre servitude involontaire: lettre à mes camarades de gauche, ed. Agone, Marselha, 2001.


Seus artigos nesse site:

O jogo duplo das classes médias

As classes médias definem-se por uma dupla relação, para com os de cima e os de baixo. Dominantes-dominados e dominados-dominantes, como o morcego da fábula, dizem: “Sou um pássaro, veja minhas asas; sou um camundongo, vivam os ratos!”

1º de junho de 2002

Humanismo, para quê?

Nos tempos atuais, a libido dominandi, vontade do poder temporal multiplicada pela acumulação do capital, exibe-se e transita alegremente. O dinheiro tornou-se um bem em si, meio e fim de qualquer atividade, sinal de êxito social e motivo de orgulho

1º de janeiro de 2002

A estranha ética dos jornalistas

Tendo internalizado a lógica do capitalismo, a maior parte dos profissionais da imprensa adere livremente às suas exigências. Agem de forma orquestrada sem necessidade de se orquestrarem. Sua identidade de inspiração torna desnecessária a conspiração

12 de maio de 2000

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos