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» O trabalho do tempo

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» Medo, angústia e solidão no marketing via Google

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» Lettre aux « majors » d'Hollywood… et à leurs zélateurs français

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» En Iran, la force mobilisatrice d'une spiritualité

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» Luta de classes em França

» Das propinas ao financiamento do Ensino Superior

» Na Venezuela, a lógica do pior

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» Quando tudo vem ao de cima

» Para sair do impasse na Venezuela


Alain Bihr

Professor de sociologia da Université de Franche-Comté, autor de La Novlangue néolibérale. La rhétorique du fétichisme économique, Lausanne, Editions Pages Deux, 2007.


Seus artigos nesse site:

A fraude do conceito de “capital humano”

Imposto pela novilíngua contemporânea que é o discurso neoliberal, o conceito pretende convencer os trabalhadores assalariados de que cada um deles possui um “capital”: sua própria pessoa. E transforma assim sua existência num empreendimento constante de acúmulo de recursos destinados à valorização no mercado de trabalho

12 de dezembro de 2007

Em busca das nascentes do capitalismo

Seria o sistema sob o quel vivemos uma conseqüência natural da propensão do ser humano a dividir trabalho e trocar? Para fugir deste conto de fadas, Alain Bihr sai em busca das origens do capital — e o identifica como algo que tem início e fim, como toda criação humana

10 de novembro de 2006

Abaixo a propriedade privada

A sacralização da propriedade começou quando colocou-se no mesmo plano os bens de uso pessoal, dos quais os indivíduos desfrutam sozinhos ou com sua família, e os meios necessários à produção, que resultam em geral, da apropriação privada de todo ou de parte de um trabalho social

1º de setembro de 2003

Panorama do marxismo

Do final da II Guerra Mundial até meados da década de 70, o marxismo prosperou, principalmente no sul da Europa e na América Latina, e, de maneira inesperada, foi para o universo anglo-saxão, deslocando-se de seu centro de gravidade

1º de outubro de 2001

A burguesia, essa desconhecida

O poder da burguesia é o somatório da posse dos meios de produção, de um capital social (relações entre membros da classe), cultural (obras de arte) e simbólico (uma marca de prestígio ou a companhia de alguém de alta reputação)

12 de agosto de 2000

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