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Uma iniciativa


» Como dialogar — de verdade — com quem vota num fascista

» No Alerta de Ipanema, retratos do fascismo quotidiano

» O cinema e as lições da história

» Vídeo: Garantir o segundo turno. E depois?

» Crônica de uma eleição bizarra

» O ódio, o voto e a pulsão de morte

» “Cada um de vocês é Bolsonaro”

» Reflexões à beira do segundo turno

» O Pré-Sal e o desenho do golpe

» Polêmica: duas formas do mesmo poder

Rede Social


Edição francesa


» Quand l'Islande vote contre les banquiers

» Le dissensus de Washington

» Un « consensus de Berlin » imposé à l'Europe

» Ces mathématiciens qui font de l'or avec du plomb

» Hippocrate ou Harpagon ?

» Imposture du capitalisme moral

» Les capitales du capital

» La base de Diego-Garcia, sur la route des pétroliers et des cargos

» Le dilemme des archives

» Un pays criblé de balles


Edição em inglês


» October: the longer view

» A letter to Elizabeth Warren

» Netanyahu's flirtation with the far right

» Paul Mason: two years on, it's still two fingers to the elites

» Hating Muslims in the age of Trump

» Trump's reality-TV trade deal

» The October war: who was Ashraf Marwan?

» NATO goes on growing

» The royal touch

» Unsung anniversary of the Union for the Mediterranean


Edição portuguesa


» Edição de Outubro de 2018

» A crise da regulação

» Da democracia na América

» Edição de Setembro de 2018

» Trabalho e civilização

» Liberais contra populistas, uma clivagem enganadora

» Por quem o sininho dobra no Eurogrupo?

» Uma aliança das civilizações

» Dirigir a ONU, um trabalho estranho

» Liquidação florestal em França


Alain Bihr

Professor de sociologia da Université de Franche-Comté, autor de La Novlangue néolibérale. La rhétorique du fétichisme économique, Lausanne, Editions Pages Deux, 2007.


Seus artigos nesse site:

A fraude do conceito de “capital humano”

Imposto pela novilíngua contemporânea que é o discurso neoliberal, o conceito pretende convencer os trabalhadores assalariados de que cada um deles possui um “capital”: sua própria pessoa. E transforma assim sua existência num empreendimento constante de acúmulo de recursos destinados à valorização no mercado de trabalho

12 de dezembro de 2007

Em busca das nascentes do capitalismo

Seria o sistema sob o quel vivemos uma conseqüência natural da propensão do ser humano a dividir trabalho e trocar? Para fugir deste conto de fadas, Alain Bihr sai em busca das origens do capital — e o identifica como algo que tem início e fim, como toda criação humana

10 de novembro de 2006

Abaixo a propriedade privada

A sacralização da propriedade começou quando colocou-se no mesmo plano os bens de uso pessoal, dos quais os indivíduos desfrutam sozinhos ou com sua família, e os meios necessários à produção, que resultam em geral, da apropriação privada de todo ou de parte de um trabalho social

1º de setembro de 2003

Panorama do marxismo

Do final da II Guerra Mundial até meados da década de 70, o marxismo prosperou, principalmente no sul da Europa e na América Latina, e, de maneira inesperada, foi para o universo anglo-saxão, deslocando-se de seu centro de gravidade

1º de outubro de 2001

A burguesia, essa desconhecida

O poder da burguesia é o somatório da posse dos meios de produção, de um capital social (relações entre membros da classe), cultural (obras de arte) e simbólico (uma marca de prestígio ou a companhia de alguém de alta reputação)

12 de agosto de 2000

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