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» Boaventura: para que o futuro seja de novo possível

» Seis elementos da conjuntura brasileira

» Trump quer a guerra – e conquista o establishment

» Sob Temer, a grilagem volta sem freios

» Tiradentes, herói sem nenhum caráter?

» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

» Quilombolas: a longa batalha pelo território

» Bem-vindo à escola do século 19

Rede Social


Edição francesa


» Au Kenya, les habitants de la côte exclus du banquet démocratique

» Émiettement

» Royaume-Uni, de l'Empire au Brexit

» Une préoccupation récente

» Glossaire

» « Ce sont les entreprises qui créent l'emploi »

» Deux jeunesses face à la « loi travail »

» Condamnés à s'entendre

» Les patrons ont-ils lu Marx ?

» Le PIB, une mesure qui ne dit pas tout


Edição em inglês


» Boycott Trump

» Whistleblowers, moral injury, and endless war

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» Memory loss in the garden of violence

» Iran elections: presidential debates or reality TV show?

» The American way of war is a budget-breaker

» The hazards of military worship

» Mosul on my mind

» Forbidden questions?

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Edição portuguesa


» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos

» Crise e estagnação no labirinto

» Edição de Maio de 2017

» O desígnio de Marcelo

» O Estado profundo

» Militarismo: uma paixão francesa

» Edição de Abril de 2017

» A liberdade e o medo

» Outra vez a armadilha do voto útil?


Albrecht Kieser

Seus artigos nesse site:

Teu lugar é a produção

No pós-guerra, o Estado alemão, assumiu, em nome das empresas, o papel de recrutador de mão-de-obra estrangeira. O modelo criou a figura do imigrante descartável, sem direitos sindicais e com permanência se possível limitada

1º de junho de 2006

Uma lei tímida demais

A lei de imigração finalmente aprovada em 2005 eliminou a maior parte dos dispositivos democráticos feitos quatro anos antes pela Comissão Sussmuth, que formulou o projeto quatro anos antes

1º de junho de 2006

Quem são os “estrangeiros”

Entre eles estão, segundo as estatísticas e a lei, 1,5 milhão de pessoas nascidas no país... A entrada de “repatriados tardios” e de migrantes não recenseados torna os números ainda mais precários

1º de junho de 2006

Sob o signo do “direito de sangue”

Quase um em cada dez habitantes da Alemanha é estrangeiro. Indispensáveis na economia, eles são, porém, privados de direitos sociais e desestimulados de desenvolver sua identidade cultural

1º de junho de 2006

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos