» Para reencontrar O país da delicadeza perdida
» Ignacio Ramonet vê o xadrez das ameaças ao Irã
» A França em sua encruzilhada
» A era dos extremos climáticos começou
» Rumo a uma sociedade da partilha?
» « Trouver des mots qui pratiquent des brèches »
» Dans le laboratoire de l'écolo-bourgeoisie
» Sur les sentiers escarpés de la lutte armée
» Balade en « Yougonostalgie »
» « Vulcanus », une histoire russe
» Can Russia's democrats succeed?
» Iranian aircraft carriers in the Gulf of Mexico
» France: is the future still nuclear?
» Live, on the Egyptian street
» Senegal falls behind the rest of Africa
» Israel: a mission to disrupt
» Le Monde diplomatique – edição portuguesa, II Série, n.º 63
» Meios complementares de defesa do SNS
» Desigualdades em Portugal — Problemas e Propostas
» Le Monde diplomatique – edição portuguesa, II Série, n.º 62
» Crise: lugares de certezas e incertezas
» A ordem moral britânica contra a «escumalha»
No pós-guerra, o Estado alemão, assumiu, em nome das empresas, o papel de recrutador de mão-de-obra estrangeira. O modelo criou a figura do imigrante descartável, sem direitos sindicais e com permanência se possível limitada
A lei de imigração finalmente aprovada em 2005 eliminou a maior parte dos dispositivos democráticos feitos quatro anos antes pela Comissão Sussmuth, que formulou o projeto quatro anos antes
Entre eles estão, segundo as estatísticas e a lei, 1,5 milhão de pessoas nascidas no país... A entrada de “repatriados tardios” e de migrantes não recenseados torna os números ainda mais precários
Quase um em cada dez habitantes da Alemanha é estrangeiro. Indispensáveis na economia, eles são, porém, privados de direitos sociais e desestimulados de desenvolver sua identidade cultural