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» Pilger: é hora de salvar o jornalismo

» Missão: extinguir o BNDES

» Etiópia: a eterna marcha da humanidade

» O direito ao sagrado dos povos do terreiro

» Como derrotar a “direita Trump-Bolsonaro”

» As pedras da contracultura (ainda) rolam

» Corporações: já vivemos uma distopia…

» Olhai a nova geração de ativistas

» Rússia e China: fim do mundo unipolar?

» Está aberta a nova temporada de privatizações

Rede Social


Edição francesa


» Décentraliser l'éducation pour mieux la privatiser

» L'avenir du temps

» Ces Espagnols qui ont libéré Paris

» Les pompiers pyromanes de l'antisémitisme

» Menace iranienne, menace sur l'Iran

» Comme si l'école était une entreprise…

» Voyage au bout de la peur avec les clandestins du Sahel

» Chanter le devenir du monde

» A qui profite Paris ?

» Quand la ville se perd dans une métamorphose planétaire


Edição em inglês


» Confessions of a map-maker

» The Spaniards who liberated Paris

» Fighting for communication control

» June: the longer view

» Niger, a migration crossroads

» Niger, a migration crossroads

» Whatever happened to Bob Woodward?

» Europe in space

» The Corbyn controversy

» The invisible people


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2019

» As pertenças colectivas e as suas conquistas

» A arte da provocação

» 20 Anos | 20% desconto

» EUROPA: As CaUsas das Esquerdas

» Edição de Maio de 2019

» Os professores no muro europeu

» Chernobil mediático

» Edição de Abril de 2019

» A nossa informação, as vossas escolhas


Albrecht Kieser

Seus artigos nesse site:

Teu lugar é a produção

No pós-guerra, o Estado alemão, assumiu, em nome das empresas, o papel de recrutador de mão-de-obra estrangeira. O modelo criou a figura do imigrante descartável, sem direitos sindicais e com permanência se possível limitada

1º de junho de 2006

Uma lei tímida demais

A lei de imigração finalmente aprovada em 2005 eliminou a maior parte dos dispositivos democráticos feitos quatro anos antes pela Comissão Sussmuth, que formulou o projeto quatro anos antes

1º de junho de 2006

Quem são os “estrangeiros”

Entre eles estão, segundo as estatísticas e a lei, 1,5 milhão de pessoas nascidas no país... A entrada de “repatriados tardios” e de migrantes não recenseados torna os números ainda mais precários

1º de junho de 2006

Sob o signo do “direito de sangue”

Quase um em cada dez habitantes da Alemanha é estrangeiro. Indispensáveis na economia, eles são, porém, privados de direitos sociais e desestimulados de desenvolver sua identidade cultural

1º de junho de 2006

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
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