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» Revolução tecnológica num mundo regredido?

» Superávit primário: história de uma fraude

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Edição francesa


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» Juifs et Noirs aux États-Unis : la fin d'une alliance

» Le pouvoir islamique face aux aspirations autonomistes en Iran

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Edição em inglês


» Doomsday redux

» Forty years on, is it make or break for the Islamic Republic?

» Laurent Bonelli on the yellow vests' challenge to the elite

» Russia boosts its presence in the Black Sea

» Netflix and the streaming wars

» Tanzania's port out of Africa

» How China joined Tanzania and Zambia

» Tanzania revives rail

» Russia extends Black Sea control

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Edição portuguesa


» Edição de Fevereiro e 2019

» As propinas reproduzem as desigualdades

» Luta de classes em França

» Das propinas ao financiamento do Ensino Superior

» Na Venezuela, a lógica do pior

» Vale a pena (re)ler John Kenneth Galbraith?

» Edição de Janeiro de 2019

» Os irmãos escolhem-se

» Quando tudo vem ao de cima

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Alexandre Dorna

Professor da Universidade de Caen, presidente da Associção Francesa de Psicologia Política, autor de Le Populisme, PUF, Paris, 1999.


Seus artigos nesse site:

Da Rússia aos Estados Unidos, passando pela França

Nacionalismo e utopismo ideológico definem o populismo russo no século XIX. Nos EUA, um populismo difuso exprime a ansiedade de uma sociedade que oscila entre o liberalismo e o autoritarismo. Na França, a tradição populista remonta Napoleão III

1º de novembro de 2003

Deve-se ter medo do populismo?

O renascimento do populismo marca uma crise da democracia representativa e a presença de uma síndrome de desencantamento. Mas ele não pode ser identificado a priori com um movimento reacionário – ele é o sintoma, não a doença

1º de novembro de 2003

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