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» Não vale enfrentar Bolsonaro e esquecer neoliberalismo

» Quem ganha com a explosão de Beirute

» 7 de agostos de 2020

» Os dois combates de Flávio Dino

» A Embraer continua nossa: e agora?

» Feminismo e internet: as fronteiras para o livre saber

» Por que ultradireita teme um Estado de Emergência

» 6 de agosto de 2020

» Hiroshima, 75 anos

» Cinema: as engrenagens do ódio, vistas por dentro

Rede Social


Edição francesa


» La mémoire meurtrie de Mahabad

» L'hostilité et la haine, ici, chaque jour...

» Contestation sonore en Angola

» Contre la concurrence, l'émulation

» Fascination pour les pôles

» Ignorance toxique

» L'Etat utopique ou la haine de l'histoire

» Tunisie : du protectorat à l'autonomie interne

» Algérie : Les réformes de 1947 et l'intégration

» « The Economist », le journal le plus influent du monde


Edição em inglês


» US-Iran: an election showdown?

» August: the longer view

» Hagia Sophia in Turkey's culture wars

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Edição portuguesa


» Edição de Agosto de 2020

» Prisioneiros do paradigma

» A guerra dos vinte anos?

» Offshores: paraíso para alguns, inferno para todos

» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago


Alexandre Mendes

Alexandre Mendes é defensor público do Estado do Rio de Janeiro, professor de Direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), membro da rede Universidade Nômade e editor da Revista Enxame


Seus artigos nesse site:

A política no banco dos réus

O novo mote dos conservadores brasileiros é instigar o Judiciário contra as políticas sociais, como se fossem "eleitoreiras". O importante debate teórico em torno do tema não pode ocultar que, hoje, é a potência dos novos sujeitos políticos (multidão) que produz os valores, direitos e afetos

31 de março de 2008

O imposto e a nobreza carioca

Não é contra o prefeito que se volta a grita dos mais ricos. Diante das ocupações de prédios abandonados, da luta pela urbanização das favelas e de acesso dos bairros pobres aos serviços públicos, eles reagem exigindo estratificação, ordenação e hierarquização dos territórios produtivos

4 de fevereiro de 2008

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Destaques

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» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
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