Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Pós-capitalismo na era do algoritmo (1)

» Uma “potência acorrentada”

» Sobre jeans, trabalho insano e folia

» A política como arte do impossível

» O enigma da sobrevivência neoliberal

» Violência policial: o problema não está nos soldados

» Eleições na Bolívia: o que está em jogo?

» Chomsky mergulha na estratégia de Trump

» Chico: “A democracia só sobreviverá se reinventada”

» A mágica fajuta para sair da crise

Rede Social


Edição francesa


» La résistance de George Orwell

» Mémoires et malmémoires

» Keynes, ou l'esprit de responsabilité

» Un milliardaire à l'assaut de la Maison Blanche

» Comment les sociétés multinationales du textile renforcent leur emprise sur le marché mondial

» À la recherche des « disparus » d'Algérie

» Keynes n'était pas keynésien

» Planète des sites « en péril »

» Rebelle à Big Brother

» Solariser l'Elysée


Edição em inglês


» July: the longer view

» An interview with Franco ‘Bifo' Berardi

» Learning the lessons of the Arab Spring

» May 2019 parliamentary election

» A religious map of India

» Universal access to care

» Benin's fight against tuberculosis

» Towards an equal and healthy Africa

» Ivorians mobilise against AIDS

» Health for all, a global challenge


Edição portuguesa


» Edição de Julho de 2019

» Inconsistências (ou o sono da razão?)

» Comércio livre ou ecologia!

» Edição de Junho de 2019

» As pertenças colectivas e as suas conquistas

» A arte da provocação

» 20 Anos | 20% desconto

» EUROPA: As CaUsas das Esquerdas

» Edição de Maio de 2019

» Os professores no muro europeu


Álvaro Garcia Linera

Álvaro Garcia Linera é o vice-presidente da Bolívia, eleito em 2005, como companheiro de chapa de Evo Morales. Entre seus papéis constitucionais está o de presidir o Legislativo. Nascido em Cochabamba (1962), graduou-se em Matemática pela Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). Atuou na mobilização de comunidades indígenas no noroeste da Bolívia e mais tarde foi um dos articuladores da Guerrilha Armada Tupac Katari. Uma das iniciativas do grupo — a destruição de torres de energia na zona rural de La Paz — resultou em sua condenação a vários anos de cadeia. Neste período, estudou Sociologia. Libertado, trabalhou como professor universitário, analista político e comentarista de programas noticiosos, conhecido por suas idéias favoráveis à autonomia indígena


Seus artigos nesse site:

No referendo, o sinal para a virada

Ao discursar no início do ano, vice-presidente boliviano, Álvaro García Linera, antecipava: uma consulta popular poderia ser ponto de bifurcação para mudanças profundas. Diplô Brasil publica a fala, que vê o país envolto em revolução radical — porém pacífica, democrática e inclusiva

26 de agosto de 2008

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos