Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Venezuela, eleições e sabotagem

» O processo: golpe e claustrofobia

» Populismo e afetos

» Gaza: a proposta de um judeu de esquerda

» Achille Mbembe: O devir-negro do mundo

» Achille Mbembe: O devir-negro do mundo

» Israel: 70 anos de brutalidade

» A alta do dólar e a chantagem das elites

» Israel massacra. Israel não vencerá

» Israel massacra. Israel não vencerá

Rede Social


Edição francesa


» Zapata, Guevara, Allende... San Carlos

» Communisme, l'hypothèque levée

» Les aléas de l'internationalisme

» Quand l'Afrique brade son poisson à l'Europe

» Des intellectuels sonnants et trébuchants

» Un historien au Puy du Fou

» « Bombe » démographique et sous-développement éthique

» Deux « Amériques noires » séparées par les injustices de l'économie

» L'économie grecque sous le choc

» Frayeurs françaises et ghettos immigrés


Edição em inglês


» ‘We want a civil state, not a civil war!'

» Gearing up for the third Gulf war

» Iran nuclear deal: what does US withdrawal mean for the Middle East?

» The caliphate of Trump

» Why can't the world's best military win its wars?

» Brazil goes back to an oligarch past

» How to escape feedback

» What is Russia doing in the Middle East?

» The revolution that wasn't

» Iran and Russia's very pragmatic alliance


Edição portuguesa


» Jerusalém: o erro crasso do presidente americano

» Edição de Maio de 2018

» Direitos, não incentivos

» Maio, uma esperança de oceano

» Cuba quer o mercado… sem capitalismo

» Como assinar o Le Monde diplomatique - edição portuguesa

» O duplo desafio da esquerda brasileira

» No Brasil, a crise galvaniza as direitas

» Edição de Abril de 2018

» Licença para matar


Álvaro Garcia Linera

Álvaro Garcia Linera é o vice-presidente da Bolívia, eleito em 2005, como companheiro de chapa de Evo Morales. Entre seus papéis constitucionais está o de presidir o Legislativo. Nascido em Cochabamba (1962), graduou-se em Matemática pela Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). Atuou na mobilização de comunidades indígenas no noroeste da Bolívia e mais tarde foi um dos articuladores da Guerrilha Armada Tupac Katari. Uma das iniciativas do grupo — a destruição de torres de energia na zona rural de La Paz — resultou em sua condenação a vários anos de cadeia. Neste período, estudou Sociologia. Libertado, trabalhou como professor universitário, analista político e comentarista de programas noticiosos, conhecido por suas idéias favoráveis à autonomia indígena


Seus artigos nesse site:

No referendo, o sinal para a virada

Ao discursar no início do ano, vice-presidente boliviano, Álvaro García Linera, antecipava: uma consulta popular poderia ser ponto de bifurcação para mudanças profundas. Diplô Brasil publica a fala, que vê o país envolto em revolução radical — porém pacífica, democrática e inclusiva

26 de agosto de 2008

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos