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» Para virar os bancos de cabeça para cima

» E se o Haiti se levantar de novo?

» O trabalho do tempo

» Previdência: os porquês da nova guerra

» Medo, angústia e solidão no marketing via Google

» Eles decidem se você é terrorista

» A ditadura financeira e as metrópoles cercadas

» Notas sobre o fascismo

» Há mineração possível?

» Revolução tecnológica num mundo regredido?

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» Le cinéma français, otage de la télévision

» Sciences-Po, laminoir des élites françaises

» Démocratie participative à Porto Alegre

» Lettre aux « majors » d'Hollywood… et à leurs zélateurs français

» Grandes manœuvres pétrolières dans le Caucase

» Faire de la vie une permanente éducation

» Pour une mise en mémoire de la modernité

» Fin du populisme en Algérie

» En Iran, la force mobilisatrice d'une spiritualité

» L'offensive contre la révolution islamique en Iran


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» A long war of attrition

» Doomsday redux

» Forty years on, is it make or break for the Islamic Republic?

» Laurent Bonelli on the yellow vests' challenge to the elite

» Russia boosts its presence in the Black Sea

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» Tanzania's port out of Africa

» How China joined Tanzania and Zambia

» Tanzania revives rail

» Russia extends Black Sea control


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» Edição de Fevereiro e 2019

» As propinas reproduzem as desigualdades

» Luta de classes em França

» Das propinas ao financiamento do Ensino Superior

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» Vale a pena (re)ler John Kenneth Galbraith?

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» Quando tudo vem ao de cima

» Para sair do impasse na Venezuela


Amnon Kapeliouk

Jornalista de Jérusalem, autor da biografia Arafat, o irredutível (Planeta do Brasil, 2004).


Seus artigos nesse site:

Israel: o exército age para controlar a política

Beneficiados por orçamentos bilionários e a ajuda militar norte-americana, comprometidos com os negócios obscuros da indústria armamentista, os generais concentram cada vez mais poder. E a derrota frente ao Hizbollah parece tê-los tornado ainda mais agressivos

12 de novembro de 2007

Generosidade ou cinismo?

Bizarro projeto: a pretexto de construir, em Jerusalém, um "Museu da Tolerância, o Centro Simon Wisenthal pretende profanar o cemitério mais sagrado dos muçulmanos na Palestina

12 de fevereiro de 2007

Ariel Sharon mandou matar Arafat?

Revelados em livro recém-publicado, diálogos entre o ex-primeiro-ministro israelense e um amigo íntimo reforçam a hipótese tenebrosa

16 de janeiro de 2007

História de um fracasso militar

Instigado pelos planos norte-americanos de um “Novo Oriente Médio” e iludido por seus generais, o governo de Telavive lançou contra o Hezbollah uma guerra desastrada. Não será hora de buscar uma paz duradoura, ao invés de apostar no poderio das armas?

6 de setembro de 2006

Arafat assassinado?

Um ano após a morte do líder palestino, voltam a crescer – inclusive na imprensa de Israel – especulações e indícios segundo as quais ele teria sido envenenado por Telavive

1º de novembro de 2005

A verdade sobre uma desocupação

O desmantelamento das colônias de Gaza, proposto por Sharon, visa, por um lado, aplacar a resistência crescente a sua política brutal, ao mesmo tempo em que serve para congelar um processo mais abrangente de paz com os palestinos

1º de dezembro de 2004

A hora de buscar a paz

A três semanas das eleições legislativas, num clima de insegurança sem precedentes, com a economia descontrolada, o desemprego crescente a população cansada de guerra e deprimida, o grande favorito, segundo as pesquisas, é o general Ariel Sharon

1º de janeiro de 2003

Jenin: um crime de guerra

Jenin foi invadida em 3 de abril, quinto dia da ofensiva israelense. A batalha foi dura e desigual. Os palestinos sofreram perdas enormes e os feridos agonizavam, uma vez que as ambulâncias do Crescente Vermelho foram proibidas de circular no campo

1º de maio de 2002

Memórias de um fracasso

Três livros escritos por israelenses – que participaram de iniciativas diplomáticas na época – revelam novos detalhes das negociações de Camp David, ainda que os autores partilhem a linha de seu ex-primeiro-ministro, a qual ajudaram a elaborar

1º de fevereiro de 2002

A vida pregressa de Ariel Sharon

Sharon simplesmente decidiu aproveitar uma oportunidade “de ouro”, quando os olhos do mundo inteiro estavam fixos em Nova York e em Washington, para fazer “reinar a ordem” em Jenine: 13 mortos e cerca de 200 feridos, alguns em estado grave

1º de novembro de 2001

Nem paz, nem segurança

Os israelenses já começam a desconfiar que o homem que elegeram primeiro-ministro é o "velho Ariel Sharon", e que ele pretende continuar fazendo o que fez ao longo de toda sua vida: batalhas e guerras, destruição e matança

1º de maio de 2001

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos