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» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

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» Outra vez a armadilha do voto útil?


Anne-Cécile Robert

Jornalista, Le Monde diplomatique. Autora, juntamente com André Bellon, de Un totalitarisme tranquille. La démocratie confisquée, ed. Syllepse, Paris, 2001.


Seus artigos nesse site:

O desafio de construir uma Europa social

Em busca de mão-de-obra mais barata e condições fiscais favoráveis, as empresas europeias estão se mudando cada vez mais para o leste. Com o aval da Corte de Justiça das Comunidades Europeias e em nome do livre mercado, elas seguem desrespeitando os direitos trabalhista

3 de março de 2009

De olho nas remessas africanas

O dinheiro enviado pelos que deixaram o continente para seus familiares representa um nicho de mercado em constante alta e contribui de maneira decisiva para a renda nacional. Os bancos internacionais parecem querer transformar essas transferências numa “solução milagrosa” para a miséria local

8 de janeiro de 2009

A África sonha com a "segunda independência"

Quinze anos após o fim da Guerra Fria, mobilizações importantes e criativas, que se articulam em torno dos Fóruns Sociais, sugerem que o continente pode não estar condenado aos golpes de Estado, "democracias FMI", emigração e miséria

10 de novembro de 2006

Onde está o povo?

As noções de “povo”, “interesse geral” e “sociedade civil” se diluem, enquanto as eleições se aproximam de uma formalidade destinada a rubricar “democracia” em escolhas feitas a priori por uma elite. A democracia representativa aprofunda sua crise

1º de novembro de 2003

Justiça internacional: entre a política e o direito

O direito internacional evoluiu o suficiente para garantir um certo grau de sanções contra os países e governantes criminosos, sem ferir o princípio de soberania e lutar contra as violações e impunidades sem desestabilizar as relações internacionais

1º de maio de 2003

Esqueletos no armário da UE

Os dispositivos de políticas comuns criados, em 1992, pelo Tratado de Maastricht, também chamados de “obra-prima de ambigüidade diplomática”, não passam de meros compromissos que não resolvem as questões e os impasses fundamentais

1º de dezembro de 2002

A estranha política externa da Europa

Diante do discurso arrogante do unilateralismo norte-americano, a União Européia hesita, dividida: da posição de “fiel escudeiro” da Grã-Bretanha de Anthony Blair à reticência de alemães e franceses, passando pela “neutralidade” da Áustria, Finlândia e Irlanda

1º de dezembro de 2002

Viva a crise política!

O princípio da representação política e o voto universal, símbolos maiores da democracia, perdem o sentido quando “exigências” externas – da União Européia, da OMC, do mercado – limitam, e até impedem, o exercício do poder político

1º de junho de 2002

Aguardando as grandes mudanças

Em 20 anos, a sociedade senegalesa passou por várias e profundas crises: a criação do plano de ajuste estrutural, o plano de emergência que se seguiu, a desvalorização da moeda local em 1994 e a intensificação do êxodo rural nas décadas de 80 e 90

1º de fevereiro de 2002

A caminho da refundação?

Na ausência de um projeto europeu alternativo, as posições se cristalizam: alguns, como os Verdes, defendem uma “federação”; outros, como os alemães, são favoráveis a uma “Constituição” européia, transformando a União num Estado...

1º de setembro de 2001

Uma falsa boa idéia

Os direitos dos assalariados não passam de disposições vagas que não oferecem qualquer garantia (direitos sindicais, negociações coletivas, consulta dos empregados, saúde...). Já a livre circulação de bens e capitais, essa é lembrada logo no preâmbulo

20 de dezembro de 2000

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