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Uma iniciativa


» A Mão do Povo Brasileiro, de volta ao MASP

» “Hackers russos”, nova invenção da velha mídia

» A arte de morrer

» As guerras que se avizinham

» Quando a mídia incita à violência de gênero

» Privacidade, mercadoria de luxo

» Seu nome era Ruas

» Boulos e o MTST pensam numa nova esquerda

» Para enxergar os ”secundas” além do romantismo

» Quando a Al-Qaeda volta a ser “aliada” do Ocidente

Rede Social


Edição francesa


» Œil de fennec

» « C'était mieux avant… »

» Dans les Yvelines, le clientélisme au quotidien

» Fleuves profonds, frontières fluides

» Petite histoire des grandes famines

» Little Saigon. Mémoires de Viet Kieu

» L'engrenage identitaire

» Carnavals

» Taux d'abstention aux élections municipales de 2008

» Ce que les Russes pensent de 1917


Edição em inglês


» Prepare, pursue, prevail!

» President blowback

» Trump's military nostalgia (or “Victory at Sea” all over again)

» The SNP's big gamble

» Doubling down on dystopia

» The surge delusion

» American carnage

» The president who loved generals

» Who contributes to UN peacekeeping

» Fastest way out of a banlieue without hope


Edição portuguesa


» Canto Livre e Canção de Protesto

» União Europeia: para onde vai o pelotão da frente?

» A literatura, cimento que constrói mundos

» Tendências recentes do emprego dos jovens diplomados portugueses

» Edição de Março de 2017

» Offshores, defeitos e feitios

» Obstinação europeia

» Desafios de uma agenda política para a inclusão dos portugueses ciganos

» Edição de Fevereiro de 2017

» Trabalho e organização colectiva


Anne Nivat

Jornalista. Autora de Chienne de guerre (Livre de poche, Paris, 2001), acaba de publicar Par les monts et par les plaines d’Asie centrale e Islamistes: comment ils nous voient, ambos pela Editora Fayard, Paris, 2006.


Seus artigos nesse site:

Dissidentes em Moscou

Estigmatizada pelo governo Putin, a aspiração de independência da região rebelde tem, apoiadores também na Rússia

1º de maio de 2006

Ruínas, mágoas e medo

Já não se ouvem os tiros e as lagartas dos tanques. Mas, sete anos após o fim da guerra, o país se debate com produção devastada, ódio aos políticos pró-Rússia e medo da oposição terrorista

1º de maio de 2006

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Destaques

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