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Uma iniciativa


» Bernardet: “Tirei o corpo fora”

» Em Los Silencios, fuga para o não-lugar

» Eles matam em nome de Washington

» Em Notre-Dame, arde a arrogância do Ocidente

» Eles não se rendem à mercadoria

» Zizek: “liberdade é escravidão”, mostra Assange

» Um país tropical – e individualista?

» A “independência” do BC e o governo em conflito

» Política externa em tempos de submissão

» Quem tem medo de Paulo Freire?

Rede Social


Edição francesa


» « Faxer » ou périr, une culture de l'urgence

» Comment Sciences-Po et l'ENA deviennent des « business schools »

» Assimilation forcée dans le Xinjiang chinois

» Les riches entre philanthropie et repentance

» Pour un sport réellement démocratique

» L'Algérie en état d'anomie politique

» L'ère des conflits asymétriques

» Arrière-pensées dans la lutte anticorruption

» La stratégie criminelle des industriels de l'amiante

» Adieu au Kosovo multiethnique


Edição em inglês


» LMD's New York debates

» Decriminalizing the drug war?

» April: the longer view

» Housing, rubbish, walls and failing infrastructure in East Jerusalem

» Mining profits go to foreign investors

» Combatting climate change: veganism or a Green New Deal?

» Berlin's fight for expropriation

» Afghanistan: the fighting continues

» The private world of swiping on screens

» Why doesn't Facebook build a library?


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2019

» A nossa informação, as vossas escolhas

» O cordão sanitário

» O caso do Novo Banco: nacionalizar ou internacionalizar?

» Edição de Março de 2019

» Sabe bem informar tão pouco

» O presidente e os pirómanos

» Edição de Fevereiro e 2019

» As propinas reproduzem as desigualdades

» Luta de classes em França


Berenice Reynaud

Professora de cinema do Instituto de Artes da Califórnia. Autora de Nouvelles Chines, nouveaux cinema, Editions Cahiers du Cinéma, Paris, 1999.


Seus artigos nesse site:

O novo cinema independente chinês

Uma nova geração de jovens diretores chineses ganha espaço no cinema chinês: ao invés dos temas épicos e nostálgicos de seus antecessores, da “quinta geração”, estes querem rodar filmes realistas e atuais, sobre uma sociedade em transformação

1º de fevereiro de 2003

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