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» 24 de junho de 2022

» Varoufakis: por que a inflação voltou

» A reencarnação prismática do Ulisses

» Poderá a técnica salvar o patriarcado?

» 23 de junho de 2022

» Por que direitos humanos não “pegam” nas polícias

» Erveiros e benzedeiras na linha de cura

» Equador: as razões da nova revolta

» Cinema: Corpo livre, corpo cativo

» 22 de junho de 2022

Rede Social


Edição francesa


» Tunisie : le triple déni des cadres déchus

» L'Ukraine se dérobe à l'orbite européenne

» Le Donbass apprend à vivre sans Kiev

» L'État de droit, une notion faussement neutre

» En Guyane, sous les pavés la Bible

» État d'urgence permanent

» De nouvelles routes pour le pétrole et le gaz

» Donald Trump s'épanouit en chef de guerre

» Le camp d'Hagadera au quotidien

» Les réfugiés, une bonne affaire


Edição em inglês


» June: the longer view

» Putting internal displacement on the map

» The Trans-Amazonian Highway

» Bosnia-Herzegovina: three intertwined histories

» Energy interdependence

» Consider the croissant: a history of food fraud

» Brazil's trans-Amazonian highway of fire and mud

» Fate of a Chinese colony

» Bosnia: coexistence without reconciliation

» Sinn Féin extends its reach to Ireland's South


Edição portuguesa


» Mapeamento de uma arte político-social: "Untitled", de Paula Rego

» Assembleia-Geral da Outro Modo

» O problema da riqueza

» «Sangrar a Rússia»

» Vulnerabilidades territoriais: o que se pode aprender com a crise pandémica?

» O paraíso da inovação militarizada

» Mineração em mar profundo: para quê destruir os fundos oceânicos?

» O lado oculto das cimeiras da Terra

» Viagem ao fim da Transamazónica

» A Finlândia e a Suécia rompem com o ideal nórdico


Bernard Margueritte

Jornalista, Varsóvia. Foi correspondente na Europa Central e Oriental durante dez anos, principalmente, para Le Monde e Le Figaro.


Seus artigos nesse site:

A doença do neoliberalismo

Em pouco mais de dez anos, o materialismo (não tão dialético) de ontem deu lugar, na Polônia, ao materialismo (este, bem concreto) do rei-dinheiro de hoje. O resultado não é promissor: uma nação decadente, à mercê da corrupção, beirando o limiar da pobreza

1º de outubro de 2002

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