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Uma iniciativa


» Por dentro do coração da Índia rebelde

» Suas senhas também foram devassadas?

» O impasse do Podemos e os limites da “nova política”

» Gastronomia através da História: o caso italiano (1)

» Viagem didática ao mundo da vigilância

» Temporada: nas telas, um Brasil real

» Diário: As táticas da polícia e as do MPL

» Rondônia: índios atacados em nome de Bolsonaro

» Sindicatos e democracia radical, união possível?

» Guantánamo do Brasil

Rede Social


Edição francesa


» Les petites voix de la dissidence

» Les médias, les intellectuels et Pierre Bourdieu

» Limiter les dégâts des médias

» Journalisme et morale

» Médias, une critique nécessaire

» Des thoniers sous escorte paramilitaire

» Quand Emmanuel Macron s'inspire de Ken Loach

» Ces Israéliens qui ont faim

» Le devoir d'Israël

» Quand les chercheurs n'osent plus chercher


Edição em inglês


» A planet in crisis

» Vannevar Bush, prophet of high tech

» January: the longer view

» Akram Belkaid on North Africa's leadership crisis

» Erdogan's war on workers

» Argentina swings into financial crisis

» The road beyond Wigan Pier

» Kazakhstan invests in theatre

» Once we searched Google. Now it searches us

» China's rewards and punishments


Edição portuguesa


» Edição de Janeiro de 2019

» Os irmãos escolhem-se

» Quando tudo vem ao de cima

» Edição de Dezembro de 2018

» A justiça social e os seus responsáveis

» Para Julian Assange

» Jantar de Apoio

» Economia Social e Solidária: outro modo de criar futuro sustentável

» Edição de Novembro de 2018

» «Eleitoralismo» e democracia sem povo


Carlos Pardo

Cineasta e jornalista.


Seus artigos nesse site:

Olhares argentinos

Contemporânea à excelente safra de filmes de ficção argentinos, mostra de documentários revela o país espoliado pela crise e pelo modelo neoliberal que levou cerca de 50% de sua população, antes predominantemente de classe média, a viver abaixo da linha da pobreza

1º de junho de 2003

A marginalização da produção independente

Se forem considerados apenas os números, 2002 foi um ano de boa safra para o cinema francês:163 filmes, dos quais 67 são obras de estréia do autor. Várias mudanças, entretanto, deixam dúvidas sobre a vitalidade do cinema independente.

1º de maio de 2003

Retrato de um adolescente

A personagem central do filme ’Sweet Sixteen’ poderia ser qualquer um desses jovens que é possível encontrar em qualquer cidade ocidental contemporânea, devastada pela paralisação das atividades econômicas e pelo processo de desindustrialização

1º de dezembro de 2002

O Zorro libertário do audiovisual

O novo filme de Pierre Carles não é um ajuste de contas, como já foi dito, mas, principalmente, um aperfeiçoamento, um complemento – útil e irresistivelmente cômico – de seus dois trabalhos anteriores

1º de novembro de 2002

Hollywood contra a diversidade cultural

UGC, Gaumont e Pathé são ao mesmo tempo produtoras, distribuidoras e donas de salas de exibição. Juntaram-se a elas a belga Bert, a norte-americana AMC e a australiana Village Road Show. A diversidade de nacionalidades infelizmente não se traduz por uma diversidade cultural

12 de maio de 2000

Crime, pornografia e desprezo pelo público

Uma parcela dos diretores franceses contemporâneos parece mergulhar num naturalismo sórdido. Seus filmes revelam o fascínio pela decadência, o desespero e a morte

12 de fevereiro de 2000

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos