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» Um país tropical – e individualista?

» A “independência” do BC e o governo em conflito

» Política externa em tempos de submissão

» Quem tem medo de Paulo Freire?

» “Meu amigo Trump me ensinou”

» O assombroso enigma da economia chinesa

» Previdência: a falácia do envelhecimento perverso

» “Nova” política com os velhos barões?

» Comuns, a nova fronteira da luta anticapitalista (2)

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» Assimilation forcée dans le Xinjiang chinois

» Les riches entre philanthropie et repentance

» Pour un sport réellement démocratique

» L'Algérie en état d'anomie politique

» L'ère des conflits asymétriques

» Arrière-pensées dans la lutte anticorruption

» La stratégie criminelle des industriels de l'amiante

» Adieu au Kosovo multiethnique

» Médias et désinformation

» Les frontières inconnues du cyberespace


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» LMD's New York debates

» Decriminalizing the drug war?

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» Housing, rubbish, walls and failing infrastructure in East Jerusalem

» Mining profits go to foreign investors

» Combatting climate change: veganism or a Green New Deal?

» Berlin's fight for expropriation

» Afghanistan: the fighting continues

» The private world of swiping on screens

» Why doesn't Facebook build a library?


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» As propinas reproduzem as desigualdades

» Luta de classes em França


Cédric Gouverneur

Jornalista.


Seus artigos nesse site:

A ameaça da guerrilha naxalita

Nascido em 1967, esse movimento maoísta contesta a maior democracia do mundo. E representa, segundo o primeiro-ministro indiano Manmohan Singh, o “maior desafio para a segurança interna” desde a independência. A ação insana suscita reações igualmente cruéis e quem sofre é a população autóctone, espremida entre os dois fogos

14 de janeiro de 2008

Os guerrilheiros da causa animal

Na Grã-Bretanha, o movimento ambientalista conquista vitórias na proteção dos direitos dos animais. Entre os que os defendem estão grupos de ecologistas clandestinos que, em nome da causa, desafiam leis e assumem riscos

1º de agosto de 2004

Longo caminho em busca de paz

Depois de vinte anos de guerra civil, os « Tigres » tâmeis acertam um cessar-fogo que permite abrir caminho para construir um Estado federalista, acordo que é rechaçado por dois terços dos cenegaleses, marcados pela violência dos atentados do LTTE

1º de fevereiro de 2004

A insólita guerrilha maoísta

Um movimento guerrilheiro vem, há mais de sete anos, ganhando uma importância crescente no pequeno reino do Nepal, no Himalaia. Domina, atualmente, a maior parte do país, enquanto o governo do rei mantém apenas sob seu controle as cidades

1º de novembro de 2003

Resistência dos índios no estado mexicano de Oaxaca

A militarização das terras indígenas de Chiapas e dos estados de Oaxaca e Guerrero, constitui a única resposta dada à resistência que as populações fazem ao Plano Puebla Panamá e ao Nafta, que arruína a agricultura mexicana

1º de julho de 2003

Regressão democrática no País Basco

O fechamento do Batasuna, a vitrine política do ETA, e do único jornal diário escrito em basco rendem capital político para o PP, de Aznar, mas esta criminalização, que mistura nacionalismo com terrorismo, afasta o diálogo e reforça ainda mais os radicais do terror (Cronologia). Por Cedric Gouverneur, enviado especial

1º de maio de 2003

Ação humanitária na Etiópia

No meio de um deserto no Nordeste da Etiópia, funciona um hospital insólito, mantido por organizações humanitárias e com o empenho dos Médicos Sem Fronteiras, para atender ao flagelo que dizima as populações nômades da região: a tuberculose

1º de janeiro de 2003

Os estragos do vício

O Irã é um dos países com mais viciados em heroína e ópio no mundo: oficialmente, são 1,2 milhão de toxicômanos e 800 mil consumidores ocasionais

1º de março de 2002

Morte pela seringa na Europa

Diante do fato social do uso de drogas, a repressão tem seus limites. Os países com práticas mais liberais – como a Holanda – e os mais rigorosos – como a Suécia – apresentam taxas de incidência quase similares”

1º de março de 2002

A nova guerra do ópio

Situado na rota do ópio, entre os campos de papoula do Afeganistão e o mercado europeu da heroína, o Irã está numa verdadeira guerra contra o tráfico. Mas a repressão é quase inútil. Única solução: estimular lavouras alternativas nos campos afegãos

1º de março de 2002

Uma bolha ultranacionalista

O extremismo do ETA — Euzkal Ta Asakatasuna (País Basco e Liberdade) — pode-se explicar por seu isolamento crescente e pelo autismo de sua base social. Mas não deve ser esquecido que eles representam quase 20% da população basca

12 de agosto de 2000

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
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» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos