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Uma iniciativa


» Sérgio perdeu um olho. Os juízes, a dignidade

» Colômbia, cavalo de Tróia na América Latina?

» Boaventura: em busca de Outros Iluminismos

» Crise civilizatória: que esperar do G-20?

» Por que o “mercado” flerta com Bolsonaro

» Argentina: as garotas que desafiam o patriarcado

» Como as mulheres argentinas venceram

» Por que tributar as bebidas açucaradas

» Os municípios brasileiros em situação-limite

» Num país obstruído, há caminhos

Rede Social


Edição francesa


» Au pays des sans-terre

» Aux racines du nationalisme américain

» La troisième génération ouvrière

» Les chômeurs desserrent l'étau

» Relever les minima sociaux, une exigence économique

» Crise, chômage et racisme au miroir de l'histoire

» La Bosnie otage du conflit

» Les Allemands de l'Est redressent la tête

» Signes de fractures en Ukraine

» En attendant l'an 2000, une transition lourde de menaces


Edição em inglês


» Welcome to North Macedonia

» Special Report: World Cup 2018

» American wars and self-decline

» Infinite War

» Confidentiality Policy

» Change in Eastern Europe?

» The lie of the land

» A search for roots and connections

» Trump's EU doormats

» After the factory gates shut


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2018

» Assalto ao trabalho e às pensões

» Lambe-botas de Washington

» Jerusalém: o erro crasso do presidente americano

» Edição de Maio de 2018

» Direitos, não incentivos

» Maio, uma esperança de oceano

» Cuba quer o mercado… sem capitalismo

» Como assinar o Le Monde diplomatique - edição portuguesa

» O duplo desafio da esquerda brasileira


Chico Lopes

Chico Lopes (Francisco Carlos Lopes) nasceu em Novo Horizonte, SP, em 1952, e reside em Poços de Caldas, MG, desde 1991. Em Poços, é programador e apresentador de filmes no Instituto Moreira Salles. Publicou Nó de sombras (Instituto Moreira Salles/SP, 2000) e Dobras da noite (Instituto Moreira Salles/2004), participou de antologias e teve publicadas várias traduções, entre elas a de A volta do parafuso, de Henry James (Editora Landmark).


Seus artigos nesse site:

Grito provinciano – eco universal

O mundo das Adriennes não mudou tanto assim. É gente que você sabe que nunca escapará a uma sina de pequenez, sovinice, tristeza, exílio, desespero. Porque essa sina é tudo que tem, é sua explicação, seu nexo ontológico

8 de novembro de 2008

Perdendo Heitor

Noites que ela guardaria pelo cheiro do cigarro, da terra batida das estradas furtivas, do desodorante impreciso que ele passava, e, por fim, de muito usá-la, aprová-la, repeti-la, ele a tinha declarado única, nunca conhecera carne, cheiro melhor

22 de agosto de 2008

Hóspedes do vento

Ergueu-se, abriu os braços, não sabendo como saudá-los senão assim, camisa aberta, arreganhado, ele Neno, ele total, a mangueira repleta

22 de agosto de 2008

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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