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» A estranha sociedade dos empregos de merda

» Índios: a trágica Educação “ofertada” pelo Estado

» Boaventura: o Brasil diante de uma eleição dramática

» Jerusalém, convivência profanada

» Uma feminista propõe repensar a esquerda

» Uma feminista propõe repensar a esquerda

» Horror e humor em “O animal cordial”

» Aquecimento global: comentário sobre nossa cegueira

» México: o enigmático caminho de Lopez Obrador

» Direito à Creche, luta rebelde

Rede Social


Edição francesa


» Le nationalisme arabe s'est opposé à l'existence de l'Etat sioniste dès avant sa création

» La mécanique clientéliste

» « Révolution hors la révolution » en Bolivie

» Puissant et fragmenté, le mouvement social bolivien

» Eruption annoncée du volcan bolivien

» Nobel de littérature à V. S. Naipaul : le prix du reniement

» La Russie en quête d'un nouveau rôle

» La gauche américaine découvre la « justice écologique »

» Spectaculaire victoire des camionneurs américains

» Le vagabondage des déchets toxiques


Edição em inglês


» Beijing's bid for global power in the age of Trump

» Venice festival premiere for Syrian war film on the death of hope

» Gunrunning USA

» Ayn Rand's Promethean myth

» Iranians can't wait till 2020

» The legacy of infinite war

» The entropy wars

» Journalism in the age of Trump

» Meat goes out of style

» Where did you go to college, Daddy?


Edição portuguesa


» Por quem o sininho dobra no Eurogrupo?

» Uma aliança das civilizações

» Dirigir a ONU, um trabalho estranho

» Liquidação florestal em França

» Que alterglobalismo?

» Atolamento saudita no Iémen

» Escalada

» Edição de Agosto de 2018

» Na construção do senso comum

» A fábula do 31 de Agosto de 2013


Chico Lopes

Chico Lopes (Francisco Carlos Lopes) nasceu em Novo Horizonte, SP, em 1952, e reside em Poços de Caldas, MG, desde 1991. Em Poços, é programador e apresentador de filmes no Instituto Moreira Salles. Publicou Nó de sombras (Instituto Moreira Salles/SP, 2000) e Dobras da noite (Instituto Moreira Salles/2004), participou de antologias e teve publicadas várias traduções, entre elas a de A volta do parafuso, de Henry James (Editora Landmark).


Seus artigos nesse site:

Grito provinciano – eco universal

O mundo das Adriennes não mudou tanto assim. É gente que você sabe que nunca escapará a uma sina de pequenez, sovinice, tristeza, exílio, desespero. Porque essa sina é tudo que tem, é sua explicação, seu nexo ontológico

8 de novembro de 2008

Perdendo Heitor

Noites que ela guardaria pelo cheiro do cigarro, da terra batida das estradas furtivas, do desodorante impreciso que ele passava, e, por fim, de muito usá-la, aprová-la, repeti-la, ele a tinha declarado única, nunca conhecera carne, cheiro melhor

22 de agosto de 2008

Hóspedes do vento

Ergueu-se, abriu os braços, não sabendo como saudá-los senão assim, camisa aberta, arreganhado, ele Neno, ele total, a mangueira repleta

22 de agosto de 2008

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