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Uma iniciativa


» 26 de novembro de 2021

» Mundo em desencanto: a alternativa do Comum

» Da tabelinha futebol e literatura sai gol de letra

» A potente imaginação política do Teatro Legislativo

» O tempo de tecer comunidade

» Somos todos cavalos

» 25 de novembro de 2021

» O colonialismo digital e o convite à impotência

» A volta às aulas e a suposta “geração perdida”

» Cinema: Satyajit Ray, poeta da clareza e discrição

Rede Social


Edição francesa


» Harry Potter expliqué aux parents

» Revendications et occupations en mer de Chine méridionale

» Le Vietnam

» De la décolonisation à la troisième guerre du Vietnam

» Diaspora vietnamienne

» Vietnam, comparaisons régionales

» La libération inachevée des Afro-Américains

» L'apparition d'un nouveau type d'homme

» Une flammèche obstinée a embrasé la Guadeloupe

» Élection présidentielle américaine : des frontières, pour qui, pour quoi ?


Edição em inglês


» China is open for investment

» Colonial accountability in Niger

» In search of luxurious communism

» November: the longer view

» The carbon balance

» CO2 emissions around the world

» What's in a phone?

» If only Assange had been Navalny

» India's silent but deadly killer

» The Gulf shuts out its migrant workforce


Edição portuguesa


» Edição de Novembro de 2021

» O tecto de vidro europeu

» E a Grécia volta a ser exemplar

» Edição de Outubro de 2021

» Um império que não desarma

» Convergir para fazer que escolhas?

» O mundo em mutação e o Estado - em crise?

» Edição de Setembro de 2021

» Transformação e resiliência

» O caminho de Cabul


Chico Lopes

Chico Lopes (Francisco Carlos Lopes) nasceu em Novo Horizonte, SP, em 1952, e reside em Poços de Caldas, MG, desde 1991. Em Poços, é programador e apresentador de filmes no Instituto Moreira Salles. Publicou Nó de sombras (Instituto Moreira Salles/SP, 2000) e Dobras da noite (Instituto Moreira Salles/2004), participou de antologias e teve publicadas várias traduções, entre elas a de A volta do parafuso, de Henry James (Editora Landmark).


Seus artigos nesse site:

Grito provinciano – eco universal

O mundo das Adriennes não mudou tanto assim. É gente que você sabe que nunca escapará a uma sina de pequenez, sovinice, tristeza, exílio, desespero. Porque essa sina é tudo que tem, é sua explicação, seu nexo ontológico

8 de novembro de 2008

Perdendo Heitor

Noites que ela guardaria pelo cheiro do cigarro, da terra batida das estradas furtivas, do desodorante impreciso que ele passava, e, por fim, de muito usá-la, aprová-la, repeti-la, ele a tinha declarado única, nunca conhecera carne, cheiro melhor

22 de agosto de 2008

Hóspedes do vento

Ergueu-se, abriu os braços, não sabendo como saudá-los senão assim, camisa aberta, arreganhado, ele Neno, ele total, a mangueira repleta

22 de agosto de 2008

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
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