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» “Meu nome não é Sininho”

» Prendam-se os que enxergam nossa tragédia

» Polêmica com um ambientalismo ingênuo

» A nova volta do parafuso cubano

» Os EUA de Trump revivem os zoológicos humanos

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» Para conhecer o mar de Ingmar Bergman

» Psiquiatras, Capitalismo e Lava Jato

» A “crise fiscal” e a queixa das hienas

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» Les libertés sacrifiées sur l'autel de la guerre

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» La spiritualité au risque des idoles

» Vers un développement à l'africaine

» Culture McWorld contre démocratie

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» L'oubli de l'animal

» L'Afrique sous la coupe du football

» La dérive d'une Croatie « ethniquement pure »

» A la recherche du cobaye idéal


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» Michael J Glennon on the growing power of the United States' national security bureaucracy

» Trump's ‘infrastructure' plan

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» East-west divide

» Population change by region

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» Global population growth


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» Edição de Julho de 2018

» A divergência europeia

» O capricho do príncipe

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» Assalto ao trabalho e às pensões

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» Jerusalém: o erro crasso do presidente americano

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» Maio, uma esperança de oceano


Chistian de Brie

Jornalista do Observatório da Globalização.


Seus artigos nesse site:

O genocídio no tempo de Gêngis Khan

Cerca de duzentas guerras, 200 milhões de mortos, 2% da população: o século XX está dentro da norma média de barbárie do que os que o precederam. Antes da vez da cristandade européia, Gengis Khan e Tamerlão espalharam terror e morte, arrasando povos da Ásia à Europa

1º de agosto de 2004

Um guia de viagem do Velho Continente

Como fundar uma memória comum dos países da União Européia, se cada um deles cultiva uma visão etnocêntrica? Seria preciso buscá-la não na megalomania de reis tirânicos, mas na história de seus povos e de suas lutas por liberdade e justiça

1º de agosto de 2003

Rumo à demolição social

Considerando as conquistas sociais um entrave à “libertação das forças vivas”, o governo francês, de direita, quer pôr fim à lei sobre a redução da jornada de trabalho, à lei da modernização social sobre patentes e à lei sobre o controle dos fundos públicos

1º de fevereiro de 2003

A revolução pelo direito

O direito internacional existente baseia-se na lógica da soberania dos Estados, que foi subvertida pelo processo de globalização. A jurista Chemillier-Gendreau, propõe uma revolução pelo direito, rumo à democracia

1º de agosto de 2002

O artesão do futuro

Alfabetizado em música clássica por padres belgas em sua cidade de Kinshasa, Ray Lema ganhou o mundo: tocou nos Estados Unidos, França, Bulgária, Suécia... E voltou à África, onde, como explica, a música “é a arte de viver”

1º de agosto de 2002

Ser livre nas estradas da África

Um repórter atravessa, num velho Peugeot, dez mil quilômetros no Oeste do continente perdido. Uma experiência insólita e descobertas inesquecíveis

1º de agosto de 2002

O futuro do passado

Não podia dar certo. A Conferência, reunindo cerca de 3.000 ONGs, iria fazer ouvir num outro tom a voz dos povos oprimidos, manifestar sua solidariedade para com os palestinos e pesar sobre as decisões a serem encaminhadas

1º de outubro de 2001

Onde as máfias, as transnacionais e os governos se encontram

A lavagem de dinheiro não é resultado das maldades de um ou outro governo corrupto. Tornou-se uma atividade essencial ao funcionamento do capitalismo moderno. Por isso, unem-se em torno dela, além dos mafiosos de carteirinha, transnacionais e políticos "respeitáveis"

12 de abril de 2000

No inferno dos paraísos fiscais

Aplicação, empilhamento e integração — as três operações adotadas para lavar dinheiro — são fáceis de realizar em qualquer banco que opere nestas antigas colônias ocidentais. A "comunidade internacional" tem todos os meios para acabar com a farra, mas prefere não fazê-lo...

12 de abril de 2000

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
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» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos