» Pontos de Cultura: agora em toda a América Latina
» Rio+20: o roteiro de Ladislau Dowbor
» Agrotóxicos, interesses e anti-jornalismo
» Esboços de uma democracia digital
» Reportagem: assim se faz um escracho
» Quinze anos de literatura e resistência
» A vitória dos pataxós e a História de todas as cores
» Um recuo na trajetória de Angela Merkel?
» Enquête dans le temple de l'euro
» Quand les mots valent de l'or
» « Là-bas si j'y suis » : mai 2012
» « Nous coûtons moins cher… »
» M. François Hollande contre le pantouflage
» En Grèce, succès de la gauche radicale, impasse institutionnelle
» Après l'élection de François Hollande
» Dans la Tunisie de 1956, déjà une Constituante
» Comment basculent les empires
» Aux Philippines, les ambitions d'un député boxeur
» Welcome to the 2012 Hunger games
» What now for François Hollande?
» A History of the world, BRIC by BRIC
Jornalista do Observatório da Globalização.
Cerca de duzentas guerras, 200 milhões de mortos, 2% da população: o século XX está dentro da norma média de barbárie do que os que o precederam. Antes da vez da cristandade européia, Gengis Khan e Tamerlão espalharam terror e morte, arrasando povos da Ásia à Europa
Como fundar uma memória comum dos países da União Européia, se cada um deles cultiva uma visão etnocêntrica? Seria preciso buscá-la não na megalomania de reis tirânicos, mas na história de seus povos e de suas lutas por liberdade e justiça
Considerando as conquistas sociais um entrave à “libertação das forças vivas”, o governo francês, de direita, quer pôr fim à lei sobre a redução da jornada de trabalho, à lei da modernização social sobre patentes e à lei sobre o controle dos fundos públicos
O direito internacional existente baseia-se na lógica da soberania dos Estados, que foi subvertida pelo processo de globalização. A jurista Chemillier-Gendreau, propõe uma revolução pelo direito, rumo à democracia
Alfabetizado em música clássica por padres belgas em sua cidade de Kinshasa, Ray Lema ganhou o mundo: tocou nos Estados Unidos, França, Bulgária, Suécia... E voltou à África, onde, como explica, a música “é a arte de viver”
Um repórter atravessa, num velho Peugeot, dez mil quilômetros no Oeste do continente perdido. Uma experiência insólita e descobertas inesquecíveis
Não podia dar certo. A Conferência, reunindo cerca de 3.000 ONGs, iria fazer ouvir num outro tom a voz dos povos oprimidos, manifestar sua solidariedade para com os palestinos e pesar sobre as decisões a serem encaminhadas
A lavagem de dinheiro não é resultado das maldades de um ou outro governo corrupto. Tornou-se uma atividade essencial ao funcionamento do capitalismo moderno. Por isso, unem-se em torno dela, além dos mafiosos de carteirinha, transnacionais e políticos "respeitáveis"
Aplicação, empilhamento e integração — as três operações adotadas para lavar dinheiro — são fáceis de realizar em qualquer banco que opere nestas antigas colônias ocidentais. A "comunidade internacional" tem todos os meios para acabar com a farra, mas prefere não fazê-lo...