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» La guerre des chaînes d'information

» Deux nouveaux gendarmes : l'Iran et l'Afrique du Sud

» Le devoir de paresse

» Ainsi nos jours sont comptés

» Au Brésil, des collectionneurs d'art très courtisés

» Fantômes russes dans l'isoloir ukrainien

» Bernard Madoff, à la barbe des régulateurs de la finance

» Les famines coloniales, génocide oublié

» LTCM, un fonds au-dessus de tout soupçon

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» Rojava's suspended future

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» April: the longer view

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» Montenegro's path to independence

» Japan's bureaucrats feel the pain

» Who's who in North Africa

» Being Kabyle in France

» Who wins in Chile's new constitution?

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» "Catarina e a beleza de matar fascistas": o teatro a pensar a política

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» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

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» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?

» A Comuna de Paris nas paredes

» Como Donald Trump e os "media" arruinaram a vida pública

» Edição de Março de 2021


Colette Braeckman

Jornalista, Le Soir, Bruxelas.


Seus artigos nesse site:

A terceira pilhagem do Congo

Marcadas para 30 de julho, as eleições gerais poderiam selar o fim das guerras civis e a reconstituição do Estado nacional. Mas a exuberância das riquezas minerais atrai empresas que pressionam por lucros máximos e responsabilidade zero

1º de julho de 2006

O genocídio programado e a cegueira internacional

Os indícios de que uma ?solução final? estava sendo planejada eram claros já em 1993. Mesmo assim, a comunidade internacional fechou os olhos, manteve o apoio ao regime responsável pelo genocídio e retirou a força de paz ONU durante os massacres

1º de março de 2004

Gêneros alimentícios versus transgênicos

Enquanto o Zimbábue e a Zâmbia lutam para evitá-los, a África do Sul tornou-se a porta de entrada dos transgênicos no continente, onde pode encontrar sua melhor clientela: fazendeiros em busca de lucro rápido e um governo que aposta cegamente no progresso tecnológico

1º de setembro de 2003

Os limites da reforma agrária de mercado

Uma das mais pesadas heranças do apartheid, quando o CNA assumiu o poder, 84% das terras agricultáveis estavam nas mãos dos fazendeiros brancos. Ao optar por uma solução de mercado, em oito anos, somente 1, 2% das terras agricultáveis foram transferidas para os agricultores negros

1º de setembro de 2003

A luta pela terra

Por trás das críticas – muitas vezes corretas – lançadas contra o regime de Robert Mugabe, está um temor: e se os negros africanos resolverem reivindicar uma verdadeira reforma agrária?

1º de maio de 2002

Às voltas com o passado colonial

As autoridades belgas foram forçadas a criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o genocídio de Ruanda. Os trabalhos, realizados com grande honestidade intelectual, acabaram tendo um autêntico efeito de catarse

1º de janeiro de 2002

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» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos