Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Jerusalém, convivência profanada

» Uma feminista propõe repensar a esquerda

» Horror e humor em “O animal cordial”

» Aquecimento global: comentário sobre nossa cegueira

» México: o enigmático caminho de Lopez Obrador

» Direito à Creche, luta rebelde

» Eleições e novo governo: o que revogar

» Argentina: nada será como antes

» Um caixão grávido de luz

» Uma alternativa ao Projeto do Veneno

Rede Social


Edição francesa


» Eruption annoncée du volcan bolivien

» Le prix du reniement

» La Russie en quête d'un nouveau rôle

» La gauche américaine découvre la « justice écologique »

» Spectaculaire victoire des camionneurs américains

» Le vagabondage des déchets toxiques

» Le regard vide de V. S. Naipaul

» Les syndicats américains entre le déclin et un nouvel espoir

» Marchandage territorial au Swaziland

» Comment les fortes fluctuations du prix du sucre pénalisent les pays sous-développés exportateurs


Edição em inglês


» Gunrunning USA

» Ayn Rand's Promethean myth

» Iranians can't wait till 2020

» The legacy of infinite war

» The entropy wars

» Journalism in the age of Trump

» Meat goes out of style

» Where did you go to college, Daddy?

» How Morales stays in power

» Waiting in line to reach the dream


Edição portuguesa


» Dirigir a ONU, um trabalho estranho

» Liquidação florestal em França

» Que alterglobalismo?

» Atolamento saudita no Iémen

» Escalada

» Edição de Agosto de 2018

» Na construção do senso comum

» A fábula do 31 de Agosto de 2013

» Edição de Julho de 2018

» A divergência europeia


Cornelius Catoriadis

Filósofo, sociólogo e historiador, Cornelius Castoriadis também foi economista e psicanalista. "Um titã do pensamento, enorme, fora do comum" , é a opinião de Edgar Morin sobre ele. Nascido na Grécia, em 1922, instalou-se em Paris em 1945, quando criou a revista "Socialismo ou barbárie" . Em 1968, com Edgar Morin e Claude Lefort, publicou "Maio 68: a brecha" (edit. Fayard, Paris). Em 1975 aparece "L’institution imaginaire de la société" (edit. Seuil, Paris), sem dúvida sua obra mais importante. Em 1978, ele se engaja na série "Les Carrefours du labyrinthe" . Foi após a publicação de "La Montée de l’insignifiance" (edit. Seuil, Paris, 1996), que ele concedeu uma entrevista, em novembro de 1996, a Daniel Mermet — produtor do seriado "Là-bas si j’y suis" , da emissora France-Inter — na qual se baseou este texto.


Seus artigos nesse site:

Basta de mediocridade!

Deveríamos ser os jardineiros deste planeta. Cultivá-lo como ele é e pelo que é. E encontrar a nossa vida, o nosso lugar. Mas isto está muito longe não só do atual sistema quanto da atual imaginação dominante. O imaginário da nossa época é a expansão ilimitada, a acumulação de produtos de consumo: um aparelho de televisão e um micro em cada quarto. É isso que devemos destruir. É nesse imaginário que o sistema se apóia

1º de dezembro de 1999

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos