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» Graeber narra o declínio da Ciência Econômica

» Boaventura: a História absolverá Evo Morales

» Insurgências e reações na América Latina

» A Revolta Latina, a crise dos EUA e a esquerda

» No cinema, o ser fragmentado dos indígenas

» Seriam os neoliberais terraplanistas?

» Paulo Guedes sonha com seu 18 Brumário

» A hegemonia pentecostal no Brasil

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» Outra Contrarreforma – dessa vez, Administrativa

Rede Social


Edição francesa


» Mystiques violentes et stratégie non violente

» La pêche doit être gérée à l'échelle mondiale

» Le problème juif en Union soviétique

» Le vent s'est levé

» Citoyens, ou... nécessiteux ?

» Une sixième vague

» Retraite à points... de non-retour

» L'offensive libérale contre le monde du travail

» « Donner confiance aux hommes »

» Naissance d'un charisme


Edição em inglês


» Shattering the conspiracy of silence

» This must be called murder

» Bolivia's coup

» Algeria's massive movement for change

» Islamists make common cause with the Hirak

» Grenfell's untold story

» DUP no longer kingmaker

» DUP no longer kingmaker

» Northern Ireland's deep state

» Law's disorder in Nigeria


Edição portuguesa


» Edição de Dezembro de 2019

» Uma fractura social exposta

» «Uma chacina»

» Assinatura de 6 meses: só 18 €

» Golpe de Estado contra Evo Morales

» Será que a esquerda boliviana produziu os seus coveiros?

» A era dos golpes de Estado discretos

» Pequeno manual de desestabilização na Bolívia

» No Brasil, os segredos de um golpe de Estado judiciário

» Edição de Novembro de 2019


Cornelius Catoriadis

Filósofo, sociólogo e historiador, Cornelius Castoriadis também foi economista e psicanalista. "Um titã do pensamento, enorme, fora do comum" , é a opinião de Edgar Morin sobre ele. Nascido na Grécia, em 1922, instalou-se em Paris em 1945, quando criou a revista "Socialismo ou barbárie" . Em 1968, com Edgar Morin e Claude Lefort, publicou "Maio 68: a brecha" (edit. Fayard, Paris). Em 1975 aparece "L’institution imaginaire de la société" (edit. Seuil, Paris), sem dúvida sua obra mais importante. Em 1978, ele se engaja na série "Les Carrefours du labyrinthe" . Foi após a publicação de "La Montée de l’insignifiance" (edit. Seuil, Paris, 1996), que ele concedeu uma entrevista, em novembro de 1996, a Daniel Mermet — produtor do seriado "Là-bas si j’y suis" , da emissora France-Inter — na qual se baseou este texto.


Seus artigos nesse site:

Basta de mediocridade!

Deveríamos ser os jardineiros deste planeta. Cultivá-lo como ele é e pelo que é. E encontrar a nossa vida, o nosso lugar. Mas isto está muito longe não só do atual sistema quanto da atual imaginação dominante. O imaginário da nossa época é a expansão ilimitada, a acumulação de produtos de consumo: um aparelho de televisão e um micro em cada quarto. É isso que devemos destruir. É nesse imaginário que o sistema se apóia

1º de dezembro de 1999

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