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» Capital, pandemia e os papéis do feminismo

» Na pandemia, fermenta o Comum

» Literatura periférica, borbulhante e singular

» Epidemias e a queda do céu

» A Quarentena, o desencanto e os homens de gravata

» Contra o cinismo de 1%, a Reforma Tributária

» O fantasma de 1929 está vivo

» Contra a pandemia, a opção solidária

» Pandemia implodirá a Segurança Pública?

» Filmes para desembrutecer o coração

Rede Social


Edição francesa


» Punir le viol

» Stefan Zweig ou l'horreur de la politique

» Le refus de Sartre

» Une guerre tous azimuts

» Parrain privé, chaîne publique

» « Big Pharma », ou la corruption ordinaire

» Ravages cachés du sous-emploi

» Quand l'OMS épouse la cause des firmes pharmaceutiques

» Les confidences de M. Tietmeyer, architecte de l'euro

» Des services publics garants de l'intérêt général


Edição em inglês


» To our readers

» Bangsamoro: Philippines' new Muslim-majority region

» Artist and filmmaker

» Looking without blinking

» Politics of city diplomacy

» The return of the city-state

» Philippines revives self-rule for Bangsamoro

» Marawi, the Philippines' ruined city

» Impasse in Morocco

» And now get lost, France!


Edição portuguesa


» Edição de Março de 2020

» Um Brexit para nada?

» A precariedade não é só dos precários

» Edição de Fevereiro de 2020

» O que Donald Trump permite…

» As marcas do frio

» Edição de Janeiro de 2020

» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?


David Oscar Vaz

David Oscar Vaz é escritor e professor de Literatura. Publicou Resíduos, livro de contos com o qual recebeu o Prêmio da APCA, e A Urna, ambos pela Editora Ateliê. Tem um livro de contos inédito: Amantes.


Seus artigos nesse site:

As lições de “A cartomante”

Machado de Assis, antes de tudo artista, é um grande fazedor de tramas, que embaralha maliciosamente as cartas e o leitor

19 de dezembro de 2008

Notas sobre contos machadianos

Nem tudo da farta produção de Machado de Assis, quase uma centena e meia de narrativas breves, merece ser lido

15 de agosto de 2008

Portas e vãos

Qual seria a desse cara? Por um instante imaginei que talvez sua preferência sexual fosse outra, e isso me deixou preocupado, ou talvez aquilo ainda fosse parte de algum plano macabro

31 de julho de 2008

No Pequod – em busca de Moby Dick

“Moby Dick” conquistou admiradores nos mais diferentes quadrantes do planeta. Albert Camus, um deles, chamou seu autor de o “Homero do Pacífico”

5 de julho de 2008

Realismo na Roma Antiga

É possível imaginar que o sonho de Petrônio seria o de criar uma obra que não fosse uma imitação piorada do modelo, mas uma outra, capaz de expressar essa inadequação; para isso, optou por um gênero ainda pouco prestigiado, o romance, e de um estilo baixo, que não abrisse mão da paródia aos clássicos. O resultado é uma obra de caráter realista

9 de maio de 2008

A noite dos viúvos
15 de dezembro de 2007

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
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