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» Seis elementos da conjuntura brasileira

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» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

» Quilombolas: a longa batalha pelo território

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» Le talon d'Achille du nucléaire français

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» L'Allemagne et les réfugiés, deux ans après

» Portes ouvertes au secteur privé

» Le Maghreb entre autoritarisme et espérance démocratique

» Avec la guérilla des FARC, en attendant la paix

» Norilsk, ville polaire, cité du nickel

» Trente-six compagnies pour une ligne de chemin de fer


Edição em inglês


» Qatar crisis: Saudi Arabia as anti-hero?

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» Kissing the specious present goodbye

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» A psychedelic spin on “national security”

» The age of grief

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» Edição de Junho de 2017

» Segurança na reforma começa no emprego

» Os anos loucos

» Colonialismo português: excepção ou barbárie?

» Os genes do euro e as vacas que não voam

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» Crise e estagnação no labirinto

» Edição de Maio de 2017

» O desígnio de Marcelo

» O Estado profundo


David Oscar Vaz

David Oscar Vaz é escritor e professor de Literatura. Publicou Resíduos, livro de contos com o qual recebeu o Prêmio da APCA, e A Urna, ambos pela Editora Ateliê. Tem um livro de contos inédito: Amantes.


Seus artigos nesse site:

As lições de “A cartomante”

Machado de Assis, antes de tudo artista, é um grande fazedor de tramas, que embaralha maliciosamente as cartas e o leitor

19 de dezembro de 2008

Notas sobre contos machadianos

Nem tudo da farta produção de Machado de Assis, quase uma centena e meia de narrativas breves, merece ser lido

15 de agosto de 2008

Portas e vãos

Qual seria a desse cara? Por um instante imaginei que talvez sua preferência sexual fosse outra, e isso me deixou preocupado, ou talvez aquilo ainda fosse parte de algum plano macabro

31 de julho de 2008

No Pequod – em busca de Moby Dick

“Moby Dick” conquistou admiradores nos mais diferentes quadrantes do planeta. Albert Camus, um deles, chamou seu autor de o “Homero do Pacífico”

5 de julho de 2008

Realismo na Roma Antiga

É possível imaginar que o sonho de Petrônio seria o de criar uma obra que não fosse uma imitação piorada do modelo, mas uma outra, capaz de expressar essa inadequação; para isso, optou por um gênero ainda pouco prestigiado, o romance, e de um estilo baixo, que não abrisse mão da paródia aos clássicos. O resultado é uma obra de caráter realista

9 de maio de 2008

A noite dos viúvos
15 de dezembro de 2007

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos