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» Pós-materialismo: por uma política não-cartesiana

» Greta Thunberg e a escola do século XXI

» A Classe de Davos e como vencê-la

» Prepare-se para o ano Bernie Sanders

» Orientalismo: por que não enxergamos o Irã

» 1917: Mergulho no horror e dilemas da técnica

» As ideias perigosas que eles temem

» Polícia Militar, nascida para reprimir greves

» Roteiro para reinventar as cidades brasileiras

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» Ce que la génétique doit à l'eugénisme

» À la recherche de l'enfant parfait

» Au temps du terrorisme anarchiste

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» Un grand peuple sans État

» Contestation à consommer pour classes cultivées

» Raymond Soubie, une éminence grise au service de la « réforme »

» Retour de la mal-vie dans le monde du travail

» Dialogue avorté entre Téhéran et Washington

» La tentation de l'apartheid génétique


Edição em inglês


» Ben Bella: ‘It protected us from hatred'

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» The US and Iran: a long and bitter war

» As Australia's right tacks left on climate, the course is set

» The two souls of veganism

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» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?

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» Uma fractura social exposta

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» Golpe de Estado contra Evo Morales

» Será que a esquerda boliviana produziu os seus coveiros?


Denis Duclos

Sociólogo, diretor de pesquisas no CNRS (Centro Nacional da Pesquisa Científica da França). Autor, entre outros, de La Fascination de la violence dans la culture américaine (A fascinação da violência na cultura americana), La Découverte, Paris, reedição 2005.


Seus artigos nesse site:

O fogo oculto das periferias francesas

Nove meses após as explosões de 2005, uma reflexão contesta análises preconceituosas da direita e da esquerda e sugere: o levante dos jovens pode ser caminho para uma integração social menos hipócrita

12 de setembro de 2006

As florescentes indústrias do medo permanente

A guerra contra o terrorismo fortalece um projeto de sociedade que ameaça as liberdades civis e é gerido pela colaboração sem limites de instituições públicas com poderes privados, que encontram na gestão do medo uma reserva durável de lucro

1º de agosto de 2005

Quem tem medo do Big Brother?

O controle social não é mais visto como relação política de dominação e sim como elemento necessário e bem aceito por cidadãos que a ele se submetem voluntariamente

1º de agosto de 2004

O império da cultura do ódio e dos delírios paranóicos

Potência invasora no Iraque, os EUA se comportam como colonizadores, instaurando sua dominação sobre a humilhação dos autóctones, cuja origem está na cultura norte-americana voltada historicamente para a agressão e não para a conciliação social

1º de agosto de 2003

Economia louca e “matadores loucos”

Vez por outra, nos últimos vinte anos, um louco entra num Parlamento ou num campus universitário e mata dezenas de pessoas, suicidando-se em seguida. Estariam os patrões-especuladores de hoje, como os “matadores loucos”, roubando e destruindo as riquezas dos povos para se destruírem depois?

1º de agosto de 2002

Um novo projeto universal

É universal o que é comum a todos os seres humanos. A globalização apresenta-se como um novo projeto de vocação universal com o objetivo de unificar o mundo. A idéia de viver num mundo sem terra incognita parece tanto mais repulsiva quanto mais atraente for

1º de agosto de 2001

A "psicose" da "vaca louca"

Pressionado por uma opinião pública enlouquecida e pelo medo de uma epidemia de encefalopatia espongiforme bovina (ESB), o governo francês decidiu proibir a utilização de farinhas animais para nutrir animais cuja carne chega à mesa dos consumidores

20 de dezembro de 2000

Rumo à globalização?

Opor a razão ao sectarismo implica tomá-lo como uma manifestação social: ele exprime e anestesia as rupturas culturais. Fazer parte de uma ou outra igreja é menos importante que o ambiente do culto onde se encontram adeptos e se cruzam temas místicos

12 de agosto de 2000

Exigência universal de pluralidade

A globalização limitou as culturas particulares e criará uma "sociedade global". Mas esta só será suportável se impusermos a pluralidade do espírito, do corpo, da cultura e da natureza. É a saída para nos libertarmos da tristeza extrema de um universo comandado, em nome da unidade humana, pelos riquíssimos ascetas da moeda eletrônica

12 de março de 2000

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