Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Na Venezuela, a oposição adota o terror

» Rumo à agricultura do medo?

» Boaventura debate Revolução, Democracia e o Brasil

» Meio cheio ou meio vazio?

» Que importa que o crítico resmungue?

» Hora de enfrentar Facebook e Google?

» Contra a crise, o possível pós-capitalismo local

» Como Foucault e Agamben explicam Bolsonaro

» “Liberais” — até a página dois…

» Homem em chamas na Venezuela

Rede Social


Edição francesa


» La Yougoslavie, banc d'essai de la nouvelle Europe ?

» Bernard-Henri Lévy enragé contre « Le Monde diplomatique »

» Le talon d'Achille du nucléaire français

» Multiplication des opérations militaires autour du Sahel

» Dégringolade

» Revenu garanti, l'invité-surprise

» L'Allemagne et les réfugiés, deux ans après

» Portes ouvertes au secteur privé

» Le Maghreb entre autoritarisme et espérance démocratique

» Avec la guérilla des FARC, en attendant la paix


Edição em inglês


» Empire of destruction

» A Fairy tale from 2050

» The demolition of U.S. global power

» Preparing for doomsday

» Growing my way out of dystopia

» The insult wars in Washington

» The enemy of my enemy Is my...?

» The politics of no politics

» Picking a quarrel with Qatar

» Being Arab in Latin America


Edição portuguesa


» Míopes ou maldosos?

» Edição de Julho de 2017

» O síndrome da nêspera

» Embustes democráticos

» Edição de Junho de 2017

» Segurança na reforma começa no emprego

» Os anos loucos

» Colonialismo português: excepção ou barbárie?

» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos


Denis Duclos

Sociólogo, diretor de pesquisas no CNRS (Centro Nacional da Pesquisa Científica da França). Autor, entre outros, de La Fascination de la violence dans la culture américaine (A fascinação da violência na cultura americana), La Découverte, Paris, reedição 2005.


Seus artigos nesse site:

O fogo oculto das periferias francesas

Nove meses após as explosões de 2005, uma reflexão contesta análises preconceituosas da direita e da esquerda e sugere: o levante dos jovens pode ser caminho para uma integração social menos hipócrita

12 de setembro de 2006

As florescentes indústrias do medo permanente

A guerra contra o terrorismo fortalece um projeto de sociedade que ameaça as liberdades civis e é gerido pela colaboração sem limites de instituições públicas com poderes privados, que encontram na gestão do medo uma reserva durável de lucro

1º de agosto de 2005

Quem tem medo do Big Brother?

O controle social não é mais visto como relação política de dominação e sim como elemento necessário e bem aceito por cidadãos que a ele se submetem voluntariamente

1º de agosto de 2004

O império da cultura do ódio e dos delírios paranóicos

Potência invasora no Iraque, os EUA se comportam como colonizadores, instaurando sua dominação sobre a humilhação dos autóctones, cuja origem está na cultura norte-americana voltada historicamente para a agressão e não para a conciliação social

1º de agosto de 2003

Economia louca e “matadores loucos”

Vez por outra, nos últimos vinte anos, um louco entra num Parlamento ou num campus universitário e mata dezenas de pessoas, suicidando-se em seguida. Estariam os patrões-especuladores de hoje, como os “matadores loucos”, roubando e destruindo as riquezas dos povos para se destruírem depois?

1º de agosto de 2002

Um novo projeto universal

É universal o que é comum a todos os seres humanos. A globalização apresenta-se como um novo projeto de vocação universal com o objetivo de unificar o mundo. A idéia de viver num mundo sem terra incognita parece tanto mais repulsiva quanto mais atraente for

1º de agosto de 2001

A "psicose" da "vaca louca"

Pressionado por uma opinião pública enlouquecida e pelo medo de uma epidemia de encefalopatia espongiforme bovina (ESB), o governo francês decidiu proibir a utilização de farinhas animais para nutrir animais cuja carne chega à mesa dos consumidores

20 de dezembro de 2000

Rumo à globalização?

Opor a razão ao sectarismo implica tomá-lo como uma manifestação social: ele exprime e anestesia as rupturas culturais. Fazer parte de uma ou outra igreja é menos importante que o ambiente do culto onde se encontram adeptos e se cruzam temas místicos

12 de agosto de 2000

Exigência universal de pluralidade

A globalização limitou as culturas particulares e criará uma "sociedade global". Mas esta só será suportável se impusermos a pluralidade do espírito, do corpo, da cultura e da natureza. É a saída para nos libertarmos da tristeza extrema de um universo comandado, em nome da unidade humana, pelos riquíssimos ascetas da moeda eletrônica

12 de março de 2000

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos