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Uma iniciativa


» Como dialogar — de verdade — com quem vota num fascista

» No Alerta de Ipanema, retratos do fascismo quotidiano

» O cinema e as lições da história

» Vídeo: Garantir o segundo turno. E depois?

» Crônica de uma eleição bizarra

» O ódio, o voto e a pulsão de morte

» “Cada um de vocês é Bolsonaro”

» Reflexões à beira do segundo turno

» O Pré-Sal e o desenho do golpe

» Polêmica: duas formas do mesmo poder

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» Joies troubles du mécénat

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» Rio de Janeiro endosse sa tenue olympique

» Fausse solution de l'aquaculture

» Trouble décantation de la droite française

» L'Union européenne et les ravages de la pêche industrielle en Afrique

» Publicité et politique

» La compétitivité, un mythe en vogue

» Effondrement du rêve démocratique au Mali

» Retour vers le futur dans le monde arabe


Edição em inglês


» Migration patterns

» The Donald and the fake news media

» Restoring Florida's felon voting rights is less democratic than you think

» Laura Carlsen on what replaces ‘the worst trade deal ever'

» November: the longer view

» The stories war tells me

» Yemen: where is the UN Security Council?

» Donald Trump welcomes in the age of ‘usable' nuclear weapons

» Vying for trade routes in the Bay of Bengal

» Switzerland's experiment with addiction


Edição portuguesa


» Edição de Novembro de 2018

» «Eleitoralismo» e democracia sem povo

» Acalmia na Ásia

» Assinatura de 6 meses: só 18 €

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» Trabalho e civilização

» Liberais contra populistas, uma clivagem enganadora


Edward W. Said

Professor de Literatura Comparada na Universidade de Columbia (Estados Unidos). Dentre suas várias obras, cita-se de modo especial Culture et impérialisme, Le Monde diplomatique - Fayard, Paris, 2000.


Seus artigos nesse site:

Falar o árabe

A retórica e a eloqüência da tradição literária árabe remontam a mais de mil e duzentos anos. Foram escritores de Bagdá, como Al-Jahiz e Al-Jurjani, que elaboraram, então, sistemas inacreditavelmente inteligentes e modernos. Seu trabalho baseou-se no texto do Corão, que se tornou o modelo de tudo o que veio depois dele em matéria lingüística

24 de março de 2008

A língua árabe, o Rolls Royce e o Volkswagen

No debate sobre a reforma do islã, algumas pessoas exigem dos árabes que modifiquem também sua língua: que escolham definitivamente o árabe clássico e abandonem o árabe dialetal. Antes de sua morte em setembro do ano passado, Edward W. Said explicou por que essa exigência reflete um extraordinário desdém pela riqueza da experiência cotidiana expressa pela língua popular

1º de agosto de 2004

O humanismo ou a barbárie

Enquanto todo o império diz ser diferente daquele que o precedeu, argumentando que sua missão é civilizar, garantir a ordem e a democracia, usando a força como último recurso, a vontade de compreender o outro exclui, a priori, a ambição de dominação

1º de setembro de 2003

O outro lado dos Estados Unidos

Num mundo dominado pelo tacão implacável de uma potência com poderes ilimitados, é urgente que se conheça sua dinâmica interna, para identificar suas profundas contradições e os que estão fora de seu coro patriótico embrutecedor

1º de março de 2003

Barenboïm e o tabu Wagner

Há três meses, o maestro Daniel Barenboïm (israelense) executou (em Israel) um trecho da ópera ’Tristão e Isolda’, de Wagner (músico-símbolo do nazismo), o que lhe valeu a execração pública. Um escritor (palestino) sai em defesa de Barenboïm e da arte

1º de outubro de 2001

Meu encontro com Sartre

Naquele seminário sobre a questão do Oriente Médio, em Paris, pouco antes de sua morte, ele me pareceu um fantasma do que tinha sido. Sua proverbial feiúra, seu cachimbo, suas roupas neutras e sem forma pareceram-me mais acessórios em uma cena deserta

12 de setembro de 2000

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos