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» O impasse do Podemos e os limites da “nova política”

» Gastronomia através da História: o caso italiano (1)

» Viagem didática ao mundo da vigilância

» Temporada: nas telas, um Brasil real

» Diário: As táticas da polícia e as do MPL

» Rondônia: índios atacados em nome de Bolsonaro

» Sindicatos e democracia radical, união possível?

» Guantánamo do Brasil

» Previdência: que significa a tese central do governo

» Uma trajetória em movimento e polêmica

Rede Social


Edição francesa


» Limiter les dégâts des médias

» Journalisme et morale

» Médias, une critique nécessaire

» Des thoniers sous escorte paramilitaire

» Quand Emmanuel Macron s'inspire de Ken Loach

» Ces Israéliens qui ont faim

» Le devoir d'Israël

» Quand les chercheurs n'osent plus chercher

» Photographie, art et société

» La saga des Gandhi


Edição em inglês


» A planet in crisis

» Vannevar Bush, prophet of high tech

» January: the longer view

» Akram Belkaid on North Africa's leadership crisis

» Erdogan's war on workers

» Argentina swings into financial crisis

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» Kazakhstan invests in theatre

» Once we searched Google. Now it searches us

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Edição portuguesa


» Edição de Janeiro de 2019

» Os irmãos escolhem-se

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» Edição de Dezembro de 2018

» A justiça social e os seus responsáveis

» Para Julian Assange

» Jantar de Apoio

» Economia Social e Solidária: outro modo de criar futuro sustentável

» Edição de Novembro de 2018

» «Eleitoralismo» e democracia sem povo


Edward W. Said

Professor de Literatura Comparada na Universidade de Columbia (Estados Unidos). Dentre suas várias obras, cita-se de modo especial Culture et impérialisme, Le Monde diplomatique - Fayard, Paris, 2000.


Seus artigos nesse site:

Falar o árabe

A retórica e a eloqüência da tradição literária árabe remontam a mais de mil e duzentos anos. Foram escritores de Bagdá, como Al-Jahiz e Al-Jurjani, que elaboraram, então, sistemas inacreditavelmente inteligentes e modernos. Seu trabalho baseou-se no texto do Corão, que se tornou o modelo de tudo o que veio depois dele em matéria lingüística

24 de março de 2008

A língua árabe, o Rolls Royce e o Volkswagen

No debate sobre a reforma do islã, algumas pessoas exigem dos árabes que modifiquem também sua língua: que escolham definitivamente o árabe clássico e abandonem o árabe dialetal. Antes de sua morte em setembro do ano passado, Edward W. Said explicou por que essa exigência reflete um extraordinário desdém pela riqueza da experiência cotidiana expressa pela língua popular

1º de agosto de 2004

O humanismo ou a barbárie

Enquanto todo o império diz ser diferente daquele que o precedeu, argumentando que sua missão é civilizar, garantir a ordem e a democracia, usando a força como último recurso, a vontade de compreender o outro exclui, a priori, a ambição de dominação

1º de setembro de 2003

O outro lado dos Estados Unidos

Num mundo dominado pelo tacão implacável de uma potência com poderes ilimitados, é urgente que se conheça sua dinâmica interna, para identificar suas profundas contradições e os que estão fora de seu coro patriótico embrutecedor

1º de março de 2003

Barenboïm e o tabu Wagner

Há três meses, o maestro Daniel Barenboïm (israelense) executou (em Israel) um trecho da ópera ’Tristão e Isolda’, de Wagner (músico-símbolo do nazismo), o que lhe valeu a execração pública. Um escritor (palestino) sai em defesa de Barenboïm e da arte

1º de outubro de 2001

Meu encontro com Sartre

Naquele seminário sobre a questão do Oriente Médio, em Paris, pouco antes de sua morte, ele me pareceu um fantasma do que tinha sido. Sua proverbial feiúra, seu cachimbo, suas roupas neutras e sem forma pareceram-me mais acessórios em uma cena deserta

12 de setembro de 2000

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
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» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos