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» Como a Estônia concretizou o passe livre

» Marielle Vive! contra a lógica do condomínio

» Quando os ditadores despencaram da parede

» Dois caminhos para as Novas Ciências

» Paulo Guedes pego na mentira

» Depois do senhor Guedes e de seu capitão

» Amazônia: caminho para o pós-Bolsonaro

» Tarifa Zero, a experiência europeia

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Edição francesa


» Match démographique : Uruguay-Paraguay

» Chaos postsoviétique

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» Machines hostiles

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» La gauche française bute sur l'Europe

» Fédéralisme à l'allemande et évolutions politiques

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Edição em inglês


» An end to Mediterranean standoffs?

» The logs of war

» Benjamin Netanyahu, best friend of the far right

» September: the longer view

» Afghan peace talks: Trump tweets, Taliban fights

» An inexhaustible myth in times of extreme adversity

» What happened to social solidarity?

» Sudan: conflict, violence and repression

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Edição portuguesa


» Edição de Setembro de 2019

» Portugal não pode parar?

» Quem elegeu Ursula von der Leyen?

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» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco

» Edição de Julho de 2019

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» Comércio livre ou ecologia!

» Edição de Junho de 2019


Edward W. Said

Professor de Literatura Comparada na Universidade de Columbia (Estados Unidos). Dentre suas várias obras, cita-se de modo especial Culture et impérialisme, Le Monde diplomatique - Fayard, Paris, 2000.


Seus artigos nesse site:

Falar o árabe

A retórica e a eloqüência da tradição literária árabe remontam a mais de mil e duzentos anos. Foram escritores de Bagdá, como Al-Jahiz e Al-Jurjani, que elaboraram, então, sistemas inacreditavelmente inteligentes e modernos. Seu trabalho baseou-se no texto do Corão, que se tornou o modelo de tudo o que veio depois dele em matéria lingüística

24 de março de 2008

A língua árabe, o Rolls Royce e o Volkswagen

No debate sobre a reforma do islã, algumas pessoas exigem dos árabes que modifiquem também sua língua: que escolham definitivamente o árabe clássico e abandonem o árabe dialetal. Antes de sua morte em setembro do ano passado, Edward W. Said explicou por que essa exigência reflete um extraordinário desdém pela riqueza da experiência cotidiana expressa pela língua popular

1º de agosto de 2004

O humanismo ou a barbárie

Enquanto todo o império diz ser diferente daquele que o precedeu, argumentando que sua missão é civilizar, garantir a ordem e a democracia, usando a força como último recurso, a vontade de compreender o outro exclui, a priori, a ambição de dominação

1º de setembro de 2003

O outro lado dos Estados Unidos

Num mundo dominado pelo tacão implacável de uma potência com poderes ilimitados, é urgente que se conheça sua dinâmica interna, para identificar suas profundas contradições e os que estão fora de seu coro patriótico embrutecedor

1º de março de 2003

Barenboïm e o tabu Wagner

Há três meses, o maestro Daniel Barenboïm (israelense) executou (em Israel) um trecho da ópera ’Tristão e Isolda’, de Wagner (músico-símbolo do nazismo), o que lhe valeu a execração pública. Um escritor (palestino) sai em defesa de Barenboïm e da arte

1º de outubro de 2001

Meu encontro com Sartre

Naquele seminário sobre a questão do Oriente Médio, em Paris, pouco antes de sua morte, ele me pareceu um fantasma do que tinha sido. Sua proverbial feiúra, seu cachimbo, suas roupas neutras e sem forma pareceram-me mais acessórios em uma cena deserta

12 de setembro de 2000

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
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