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» Como as mulheres argentinas venceram

» Por que tributar as bebidas açucaradas

» Os municípios brasileiros em situação-limite

» Num país obstruído, há caminhos

» Mineração, tão devastadora quanto ignorada

» Eleições: Três tendências e um grande erro

» As Boas Maneiras: Licantropia sertaneja

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Edição francesa


» Les chômeurs desserrent l'étau

» Relever les minima sociaux, une exigence économique

» Crise, chômage et racisme au miroir de l'histoire

» La Bosnie otage du conflit

» Les Allemands de l'Est redressent la tête

» Signes de fractures en Ukraine

» En attendant l'an 2000, une transition lourde de menaces

» L'Arménie, comme sous le coup d'une « intervention divine » ...

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Edição em inglês


» Special Report: World Cup 2018

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» The lie of the land

» A search for roots and connections

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» After the factory gates shut

» Mexico's incorruptible challenger


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2018

» Assalto ao trabalho e às pensões

» Lambe-botas de Washington

» Jerusalém: o erro crasso do presidente americano

» Edição de Maio de 2018

» Direitos, não incentivos

» Maio, uma esperança de oceano

» Cuba quer o mercado… sem capitalismo

» Como assinar o Le Monde diplomatique - edição portuguesa

» O duplo desafio da esquerda brasileira


Eric Hobsbawm

Historiador britânico, autor de, entre outros livros, A Era dos Extremos: o breve século XX 1914-199 (São Paulo, Companhia das Letras, 1995).


Seus artigos nesse site:

O que o Império Britânico poderia ensinar aos EUA

No momento em que a influência dos Estados Unidos sobre o resto do mundo parece ameaçada, vale a pena ensair uma comparação entre a o império norte-americano e o que o precedeu. Ela revelará, entre outros pontos, que a Grã-Bretanha teve, em meados do século 20, a sabedoria de perceber que seu poder tinha limites. Os EUA serão capazes do mesmo?

23 de novembro de 2008

Manifesto pela renovação da História

Os progressos nas ciências naturais, como o estudo do DNA, conferiram nova atualidade a uma história evolucionista da humanidade, sem que os historiadores tenham se dado conta disso.É hora, portanto, de se restabelecer a coalizão dos que querem ver na história uma pesquisa racional sobre o curso das transformações humanas, contra os que a deformam com fins políticos e os relativistas e pós-modernos que se recusam a admitir que ela oferece essa possibilidade

1º de dezembro de 2004

Para onde vai o império?

Os objetivos reais da política imperial norte-americana continuam difíceis de serem compreendidos. Baseada na afirmação de sua força militar e tecnológica em escala global, ela gera impopularidade e instabilidade em todo o mundo.

1º de junho de 2003

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» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
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