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» A Mão do Povo Brasileiro, de volta ao MASP

» “Hackers russos”, nova invenção da velha mídia

» A arte de morrer

» As guerras que se avizinham

» Quando a mídia incita à violência de gênero

» Privacidade, mercadoria de luxo

» Seu nome era Ruas

» Boulos e o MTST pensam numa nova esquerda

» Para enxergar os ”secundas” além do romantismo

» Quando a Al-Qaeda volta a ser “aliada” do Ocidente

Rede Social


Edição francesa


» Les dix commandements du consensus de Washington

» Rivalités régionales et convoitises des grandes puissances

» La Corne de l'Afrique dans l'orbite de la guerre au Yémen

» La kinésithérapie piégée par les mages

» Faut-il changer le statut de l'hôpital public ?

» Œil de fennec

» « C'était mieux avant… »

» Dans les Yvelines, le clientélisme au quotidien

» Fleuves profonds, frontières fluides

» Petite histoire des grandes famines


Edição em inglês


» Prepare, pursue, prevail!

» President blowback

» Trump's military nostalgia (or “Victory at Sea” all over again)

» The SNP's big gamble

» Doubling down on dystopia

» The surge delusion

» American carnage

» The president who loved generals

» Who contributes to UN peacekeeping

» Fastest way out of a banlieue without hope


Edição portuguesa


» Canto Livre e Canção de Protesto

» União Europeia: para onde vai o pelotão da frente?

» A literatura, cimento que constrói mundos

» Tendências recentes do emprego dos jovens diplomados portugueses

» Edição de Março de 2017

» Offshores, defeitos e feitios

» Obstinação europeia

» Desafios de uma agenda política para a inclusão dos portugueses ciganos

» Edição de Fevereiro de 2017

» Trabalho e organização colectiva


Eric Hobsbawm

Historiador britânico, autor de, entre outros livros, A Era dos Extremos: o breve século XX 1914-199 (São Paulo, Companhia das Letras, 1995).


Seus artigos nesse site:

O que o Império Britânico poderia ensinar aos EUA

No momento em que a influência dos Estados Unidos sobre o resto do mundo parece ameaçada, vale a pena ensair uma comparação entre a o império norte-americano e o que o precedeu. Ela revelará, entre outros pontos, que a Grã-Bretanha teve, em meados do século 20, a sabedoria de perceber que seu poder tinha limites. Os EUA serão capazes do mesmo?

23 de novembro de 2008

Manifesto pela renovação da História

Os progressos nas ciências naturais, como o estudo do DNA, conferiram nova atualidade a uma história evolucionista da humanidade, sem que os historiadores tenham se dado conta disso.É hora, portanto, de se restabelecer a coalizão dos que querem ver na história uma pesquisa racional sobre o curso das transformações humanas, contra os que a deformam com fins políticos e os relativistas e pós-modernos que se recusam a admitir que ela oferece essa possibilidade

1º de dezembro de 2004

Para onde vai o império?

Os objetivos reais da política imperial norte-americana continuam difíceis de serem compreendidos. Baseada na afirmação de sua força militar e tecnológica em escala global, ela gera impopularidade e instabilidade em todo o mundo.

1º de junho de 2003

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Destaques

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» Finanças: sem luz no fim do túnel
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