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» Seis elementos da conjuntura brasileira

» Trump quer a guerra – e conquista o establishment

» Sob Temer, a grilagem volta sem freios

» Tiradentes, herói sem nenhum caráter?

» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

» Quilombolas: a longa batalha pelo território

» Bem-vindo à escola do século 19

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» Pour une décroissance sécuritaire

» Le compositeur du silence

» L'unanimisme au prix de la dépolitisation

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» Le prix de la Carpette anglaise

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» Kissing the specious present goodbye

» Destabilizing the Middle East (yet more)

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» A psychedelic spin on “national security”

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» France and Iran, two years after the nuclear deal

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» Is Trump launching a new world order?

» Denmark, pushed to the edges


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2017

» Segurança na reforma começa no emprego

» Os anos loucos

» Colonialismo português: excepção ou barbárie?

» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos

» Crise e estagnação no labirinto

» Edição de Maio de 2017

» O desígnio de Marcelo

» O Estado profundo


Eric Rouleau

Jornalista e ex-embaixador.


Seus artigos nesse site:

Os intelectuais pacifistas de Israel

Por meio de uma ampla pesquisa nos arquivos do Estado, eles desmontam os mitos da política oficial e procuram abrir caminho para uma nova relação com os árabes. Graças aos estudos, sabe-se, por exemplo, que a ocupação da Palestina sempre esteve nos planos da direita sionista

27 de maio de 2008

O Bem, o Mal e o Terrorismo

Quatro livros recém-lançados examinam o recurso à violência pessoal, a pretexto de obter reivindicações políticas. Entre os debates necessários, uma pergunta incômoda: que distingue o terror dos "inimigos" do que é praticado pelos "aliados"?

20 de maio de 2007

A demonização a Síria

Por que a Casa Branca está decidida a desestabilizar o regime de Damasco, com quem aliou-se durante toda a década de 90

1º de maio de 2006

Meus encontros com Yasser Arafat

Diplomata e jornalista recorda percursos do grande líder que conseguiu a proeza de resistir durante meio século a inimigos temíveis, tanto na cena internacional – Israel, EUA e a maioria dos regimes árabes – quanto no interior de seu próprio movimento

1º de dezembro de 2004

O impasse de Arafat

Idealizador e defensor ferrenho de uma solução baseada na existência de dois Estados (Palestina e Israel) vivendo em paz lado a lado, o dirigente palestino, cansado e trancado numa sala, lembra Rabin, “o único parceiro que realmente acreditava numa paz justa”

1º de março de 2003

Cumplicidades

Em 1983, os dirigentes norte-americanos sabiam, graças à missão de Donald Rumsfeld, que o exército iraquiano utilizava armas químicas. Sem levar isso em consideração, forneceram uma ajuda de vários tipos – inclusive militar

1º de fevereiro de 2003

As regras da desinformação

A manipulação da informação tem certas regras: a crise que antecede uma guerra é levada ao paroxismo, o Estado inimigo é transformado em demônio e seu chefe é apresentado como “aventureiro”, “psicopata”, “comunista” ou “nazista”

1º de fevereiro de 2003

Os paradoxos dos países do Golfo

Os países do Golfo pérsico são aliados incondicionais de George Bush. No entanto, um abismo separa os povos árabe-muçulmanos dos Estados Unidos, ou, mais precisamente, da política externa e da estratégia planetária da hiper-potência norte-americana

1º de dezembro de 2001

Uma guerra de religiões?

A utilização desordenada, como se fossem sinônimos, dos termos islã, fanatismo, terrorismo, fundamentalismo, integrismo e islamismo, suscita, no mínimo, a confusão; ou, na pior das hipóteses, um racismo antimuçulmano

1º de novembro de 2001

A aposta perdida de Yasser Arafat

As quimeras de "um grande Israel" ou de uma Palestina reunificada pertencem a um passado distante, e não passam do privilégio de minorias de ambos os lados, cuja visibilidade cresce proporcionalmente à violência das crises

17 de novembro de 2000

No Irã, Islã contra Islã

Dois anos após a eleição do presidente Mohamed Khatami, o Irã continua dividido. A essência da disputa entre reformadores e conservadores é o cenário interno, o lugar do islã e das suas relações com a política. O desfecho dessa luta determinará o futuro do país, e terá profundas repercussões em todo o mundo muçulmano.

12 de dezembro de 1999

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos