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» O fim do mundo e o indiscreto racismo das elites

» O milagre da multiplicação de bilhões — para os bancos

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» Au Rwanda, la tradition instrumentalisée

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» Cabo Delgado: névoa de guerra, tambores de internacionalização


Eric Toussaint

É Presidente do CADTM (Comitê pelo Cancelamento da Dívida do Terceiro-Mundo) da Bélgica, autor de As finanças contra os povos (CADTM/ Syllepse, Paris,2004).


Seus artigos nesse site:

Um banco pelos direitos humanos?

Em meio à crise do FMI e do Banco Mundial, países latino-americanos preparam-se para lançar o Banco do Sul. Seu caráter ainda não está definido, mas algumas propostas farão dele, se aprovadas, uma instituição revolucionária

21 de junho de 2007

Cinqüenta anos do Clube de Paris

O que é, como se criou e como funciona o grande cartel dos países que emprestam (e cobram caro...) do Terceiro Mundo. Por que surgiu, na cena internacional, uma brecha para contestar seu poder

1º de junho de 2006

O faz-de-conta da ajuda ao desenvolvimento

O anúncio por parte dos países do G7 da anulação de parte da dívida multilateral de 18 países pobres mascara de novo o fato de que a “ajuda” dada pelos países ricos costuma enriquecê-los mais, e às custas daqueles países que pretendem ajudar

1º de julho de 2005

Jogando pesado

Entre 1980 e dezembro de 2000, o FMI colocou 71,3 bilhões de dólares à disposição dos países latino-americanos, que tiveram que lhe pagar 86,7 bilhões. O que significa um lucro de 15,4 bilhões de dólares

1º de fevereiro de 2002

Uma “dívida odiosa”

A suspensão do pagamento da dívida, decretada por Buenos Aires em dezembro de 2001 está muito longe de ter sido a primeira. Desde o início do século XIX, ocorreram várias dezenas de suspensões de pagamentos durante as quatro grandes crises da dívida

1º de fevereiro de 2002

De crise em crise

As origens das crises da dívida e os momentos em que surgem estão intimamente ligados à economia mundial. As fases que precedem a explosão correspondem, sempre, ao fim de um longo ciclo de expansão nos países mais industrializados

1º de fevereiro de 2002

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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