» Pontos de Cultura: agora em toda a América Latina
» Rio+20: o roteiro de Ladislau Dowbor
» Agrotóxicos, interesses e anti-jornalismo
» Esboços de uma democracia digital
» Reportagem: assim se faz um escracho
» Quinze anos de literatura e resistência
» A vitória dos pataxós e a História de todas as cores
» Um recuo na trajetória de Angela Merkel?
» Enquête dans le temple de l'euro
» Quand les mots valent de l'or
» « Là-bas si j'y suis » : mai 2012
» « Nous coûtons moins cher… »
» M. François Hollande contre le pantouflage
» En Grèce, succès de la gauche radicale, impasse institutionnelle
» Après l'élection de François Hollande
» Dans la Tunisie de 1956, déjà une Constituante
» Comment basculent les empires
» Aux Philippines, les ambitions d'un député boxeur
» Welcome to the 2012 Hunger games
» What now for François Hollande?
» A History of the world, BRIC by BRIC
Fabiane Borges é ciberartista, metatransformista, toda subreciclada. Ensaísta, esquizoanalista, pesquisadora das políticas da biosubjetividadecapitalísticaimaterial.
É preciso deixar nascer. Pensar a política a partir dos partos. A erótica como parteira de nossas mais profundas potências. Por que corpos são palanques. Palanques com cheiro. E não há mandato para o novo: ele é delicado com a política e o sexo
Não escolhemos um projeto, não precisamos. Podemos jogar na coluna do meio: a de quem não terminou de atravessar a rua, de quem está em transição — a matéria-prima, tia e sobrinhos de toda política. Queremos abrir uma picada para quem queira fugir dos fascismos do momento
Esta coluna quer percorrer o poder subversivo do desejo de irromper as ruas com o corpo errado, com a roupa errada, com o gesto errado, com a velocidade errada. Ali há desejos de romper amarras, de balançar os fascismos estabelecidos, há desejo mais forte do que a disciplina e o controle