Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» No Equador, a insurreição tem rosto indígena

» A instigante experiência da “comuna” originária

» Alcântara, acordo indigno

» Marxismo cultural, hora de um resgate

» Conheci Santa Dulce dos Pobres

» Finanças: antes da tempestade, o mormaço

» O amargo sabor da fruticultura brasileira

» O Mugica que era padre

» O flerte do “lugar de fala” com a brutalidade israelense

» Equador: os componentes da rebeldia andina

Rede Social


Edição francesa


» Gauche latino-américaine, version Uruguay

» Fascisme, islam et grossiers amalgames

» Intellectuels est-allemands sur la sellette

» Le malheur kurde

» La Turquie dans le grand jeu

» Fiasco américain au Proche-Orient

» Le paradis sur terre des intellos précaires

» Ces territoires méconnus de l'économie sociale et solidaire

» Ces visages multiples de l'islamisme

» La santé, malade de l'argent


Edição em inglês


» October: the longer view

» Socialism resurgent?

» Power to decide who's guilty

» East Germany's loyal returnees

» Ankara realpolitik

» South Africa's lands must be shared

» Turkey's rival Islamists

» Argentina's unlikely presidential duo

» Reversing the polarities

» Value chains: who takes the profits?


Edição portuguesa


» Edição de Outubro de 2019

» Estabilidade para quem?

» Washington contra Pequim

» Edição de Setembro de 2019

» Portugal não pode parar?

» Quem elegeu Ursula von der Leyen?

» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco

» Edição de Julho de 2019


Frederic Clairmont

Economista.


Seus artigos nesse site:

O endividamento que ameaça o Império

Com uma estrutura financeira em falência, os EUA apresentam um endividamento que escapa a qualquer controle. A degradação da poupança e um déficit corrente insustentável são parte do quadro clínico de uma doença da ordem social do país

1º de abril de 2003

Pisando no acelerador

Para comentaristas e políticos do mundo ocidental, as negociações que resultaram da Conferência da Organização Mundial do Comércio em Doha “poderiam abrir caminho a um número incalculável de reformas, contribuindo para a abertura dos mercados”

1º de dezembro de 2001

Como chega a um crask

Já estamos longe do que os ideólogos da área financeira chamavam de "pouso suave". E já se ouvem os primeiros estalidos de uma grave crise econômica. Com conseqüências infinitamente mais sérias que as da crise tailandesa, de 1997, ou da Rússia, de 1998

1º de maio de 2001

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos