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» Como dialogar — de verdade — com quem vota num fascista

» No Alerta de Ipanema, retratos do fascismo quotidiano

» O cinema e as lições da história

» Vídeo: Garantir o segundo turno. E depois?

» Crônica de uma eleição bizarra

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» Polêmica: duas formas do mesmo poder

Rede Social


Edição francesa


» Un « consensus de Berlin » imposé à l'Europe

» Ces mathématiciens qui font de l'or avec du plomb

» Hippocrate ou Harpagon ?

» Imposture du capitalisme moral

» Les capitales du capital

» La base de Diego-Garcia, sur la route des pétroliers et des cargos

» Le dilemme des archives

» Un pays criblé de balles

» De la valeur ignorée des métiers

» Vladivostok gagnée par la fièvre sociale


Edição em inglês


» A letter to Elizabeth Warren

» Netanyahu's flirtation with the far right

» Paul Mason: two years on, it's still two fingers to the elites

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Edição portuguesa


» Edição de Outubro de 2018

» A crise da regulação

» Da democracia na América

» Edição de Setembro de 2018

» Trabalho e civilização

» Liberais contra populistas, uma clivagem enganadora

» Por quem o sininho dobra no Eurogrupo?

» Uma aliança das civilizações

» Dirigir a ONU, um trabalho estranho

» Liquidação florestal em França


Galsan Tschinag

Galsan Tschinag nasceu em 1944 em uma família de criadores nômades tuvas, na Mongólia Ocidental e passou a juventude nas estepes do Alto Altai, nos confins da União Soviética. Depois de terminar o secundário em Ulan-Bator, beneficiando-se dos programas de cooperação entre países comunistas, Galsan Tschinag tem a possibilidade estudar lingüística em Leipzig, na RDA. Escreve em mongol e alemão. Sua primeira obra, Céu Azul, publicada na Alemanha em 1994, obteve o prêmio Adalbert von Chamisso, que recompensa um autor estrangeiro que escreve em língua alemã. Entre seus romances, pode-se citar: Ciel Bleu (1966, reeditado em 1999); Vingt jours et um (1998); Le Monde Gris (2001, reeditado em 2004); Sous la Montagne Blanche (abril 2004), todos pela editora Anne-Marie Métailié, Paris. Dojnaa foi publicado em 2003 pela editora Esprit des Peninsules, de Paris.


Seus artigos nesse site:

Na terra da estepe cinzenta

A Mongólia xamânica está no coração do tempo presente e vive também os abalos e mudanças que determinam nossa existência no planeta. A velocidade crescente e tudo o que a acompanha a inunda cada vez mais

1º de agosto de 2004

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