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» BH, 121 anos: tão rara, tão igual, tão grávida

» Dowbor: há saída no labirinto capitalista?

» Os Brasil nas mãos dos dogmáticos

» O riso e o enfrentamento da violência

» Os sentidos da rebelião francesa

» Os “coletes amarelos” e o fatalismo de certa esquerda

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» Morte na Economia do Algoritmo

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» Vianninha e Nelson Rodrigues vão ao cinema

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» Santiago en septembre

» Les étudiants chiliens dépoussièrent une icône

» La frustration des classes moyennes au Maghreb

» Droits de l'homme à qui mieux mieux

» Le Golfe par ses mots

» Recensement hautement périlleux dans les Balkans

» Philosophie du fil de fer barbelé

» La Croatie dit adieu à ses navires

» Les riches, terra incognita des statistiques

» Débats électoraux et exploration de l'avenir


Edição em inglês


» Wall Street, banks, and angry citizens

» The anger of the ‘gilets jaunes'

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» Will China dare challenge the UDHR?

» Sabine Cessou on Kenya's grand digital ambitions

» Who is listening to Chad?

» December: the longer view

» After Argentina: the G20's climate hypocrisy

» Trump's trade czar, the latest architect of imperial disaster

» ‘Listen only to me': inside Al-Sisi's Egypt


Edição portuguesa


» Edição de Dezembro de 2018

» A justiça social e os seus responsáveis

» Para Julian Assange

» Jantar de Apoio

» Economia Social e Solidária: outro modo de criar futuro sustentável

» Edição de Novembro de 2018

» «Eleitoralismo» e democracia sem povo

» Acalmia na Ásia

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» Edição de Outubro de 2018


Georges Le Guelte

Coordenador de pesquisa no Institut des relations internationales et stratégiques (IRIS), Paris. Diretor de presquisa do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique)


Seus artigos nesse site:

Sessenta anos de armas nucleares

A história do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP) revela: por jamais cumprirem as cláusulas que prevêem seu desarmamento, e por buscarem uma ordem abertamente desigual, as cinco grandes potências nucleares estimulam na prática a corrida rumo às armas atômicas

1º de novembro de 2005

No embalo da globalização sem lei

É fácil identificar os motores que impulsionam tantos países a cobiçar poder atômico: ordem internacional regida pela força, deslocalização industrial e redes internacionais de traficantes

1º de novembro de 2005

Terrorismo nuclear, mitos e realidades

A política de não-proliferação é essencial na luta contra a ameaça – real – do terrorismo nuclear. Se faz necessária uma nova política para o Oriente Médio e um maior combate ao tráfico, mas os esforços da Europa e dos EUA permanecem modestos

1º de outubro de 2003

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos