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» Para entender o fascismo dos impotentes

» Previdência, o retrato de um país desigual — e cruel

» Quando os cientistas enfrentam o sistema

» Moro tenta escapulir em latim

» Dinheiro: o novo sonho de controle do Facebook

» Mulheres na política: uma nova onda a caminho

» Sertanejo, brasilidade e Nelson Pereira Santos

» A crise do Brexit e o capitalismo impotente

» Pilger: é hora de salvar o jornalismo

» Missão: extinguir o BNDES

Rede Social


Edição francesa


» M. Sarkozy déjà couronné par les oligarques des médias ?

» La Cisjordanie, nouveau « Far Est » du capitalisme israélien

» Protester avec l'électrochoc de la musique

» Canicule, médias et énergies renouvelables

» Autopsie d'une canicule

» Quand la gauche renonçait au nom de l'Europe

» Un « New Deal » pour l'école

» La Chine bouscule l'ordre mondial

» L'affirmation homosexuelle

» Faut-il larguer la république ?


Edição em inglês


» US against Iran: war by other means

» How US climate deniers are working with far-right racists to hijack Brexit for Big Oil

» Confessions of a map-maker

» The Spaniards who liberated Paris

» Fighting for communication control

» June: the longer view

» Niger, a migration crossroads

» Niger, a migration crossroads

» Whatever happened to Bob Woodward?

» Europe in space


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2019

» As pertenças colectivas e as suas conquistas

» A arte da provocação

» 20 Anos | 20% desconto

» EUROPA: As CaUsas das Esquerdas

» Edição de Maio de 2019

» Os professores no muro europeu

» Chernobil mediático

» Edição de Abril de 2019

» A nossa informação, as vossas escolhas


Georges Le Guelte

Coordenador de pesquisa no Institut des relations internationales et stratégiques (IRIS), Paris. Diretor de presquisa do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique)


Seus artigos nesse site:

Sessenta anos de armas nucleares

A história do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP) revela: por jamais cumprirem as cláusulas que prevêem seu desarmamento, e por buscarem uma ordem abertamente desigual, as cinco grandes potências nucleares estimulam na prática a corrida rumo às armas atômicas

1º de novembro de 2005

No embalo da globalização sem lei

É fácil identificar os motores que impulsionam tantos países a cobiçar poder atômico: ordem internacional regida pela força, deslocalização industrial e redes internacionais de traficantes

1º de novembro de 2005

Terrorismo nuclear, mitos e realidades

A política de não-proliferação é essencial na luta contra a ameaça – real – do terrorismo nuclear. Se faz necessária uma nova política para o Oriente Médio e um maior combate ao tráfico, mas os esforços da Europa e dos EUA permanecem modestos

1º de outubro de 2003

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos