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» Um caixão grávido de luz

» Uma alternativa ao Projeto do Veneno

» Ciência no Brasil: entre “inovacionismo” e declínio

» A banalização da violência doméstica

» Relações Internacionais: um olhar marxista

» O trabalho do tempo

» Direito ao aborto na Argentina: Vencemos!

» Economia, ciência esotérica?

» O desastre urbano e os despertares

» Renasce o cinema italiano

Rede Social


Edição francesa


» Marchandage territorial au Swaziland

» Comment les fortes fluctuations du prix du sucre pénalisent les pays sous-développés exportateurs

» Deux visions opposées de l'avenir du socialisme

» Tentation et peur de l'histoire

» Innovation technologique et fonction sociale

» Et si on commençait la démondialisation financière ?

» Révolution sociale au Kirghizstan ?

» L'Etat norvégien protecteur de la culture

» La faute aux Britanniques…

» Les usagers financent l'entrée en Bourse des transports berlinois


Edição em inglês


» Ayn Rand's Promethean myth

» Iranians can't wait till 2020

» The legacy of infinite war

» The entropy wars

» Journalism in the age of Trump

» Meat goes out of style

» Where did you go to college, Daddy?

» How Morales stays in power

» Waiting in line to reach the dream

» Silicon Valley funds our helpless future


Edição portuguesa


» Que alterglobalismo?

» Atolamento saudita no Iémen

» Escalada

» Edição de Agosto de 2018

» Na construção do senso comum

» A fábula do 31 de Agosto de 2013

» Edição de Julho de 2018

» A divergência europeia

» O capricho do príncipe

» Edição de Junho de 2018


Georges Le Guelte

Coordenador de pesquisa no Institut des relations internationales et stratégiques (IRIS), Paris. Diretor de presquisa do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique)


Seus artigos nesse site:

Sessenta anos de armas nucleares

A história do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP) revela: por jamais cumprirem as cláusulas que prevêem seu desarmamento, e por buscarem uma ordem abertamente desigual, as cinco grandes potências nucleares estimulam na prática a corrida rumo às armas atômicas

1º de novembro de 2005

No embalo da globalização sem lei

É fácil identificar os motores que impulsionam tantos países a cobiçar poder atômico: ordem internacional regida pela força, deslocalização industrial e redes internacionais de traficantes

1º de novembro de 2005

Terrorismo nuclear, mitos e realidades

A política de não-proliferação é essencial na luta contra a ameaça – real – do terrorismo nuclear. Se faz necessária uma nova política para o Oriente Médio e um maior combate ao tráfico, mas os esforços da Europa e dos EUA permanecem modestos

1º de outubro de 2003

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos