Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


Rede Social


Edição francesa


» Agriculture : traire plus pour gagner moins

» Petits secrets entre amis à Sciences Po

» Alexeï Navalny, prophète en son pays ?

» Dissoudre pour mieux régner

» La Commune prend les murs

» La gauche, histoire d'un label politique

» Peter Watkins filme la Commune

» Faillite de la mission européenne au Kosovo

» Les Nations unies face au conservatisme des grandes puissances

» Ces musulmans courtisés et divisés


Edição em inglês


» The UAE's seven emirates

» Sahel: shifting enemies, enduring conflict

» How much of a threat is Alexey Navalny?

» Myanmar's military coup

» France cosies up to the UAE

» Little Sparta: the growing power of the UAE

» France's unwinnable Sahel war

» Latin America's feudal castle

» The reader becomes king

» The circus leaves town


Edição portuguesa


» Pagamento com cartão de crédito / PayPal

» Edição de Fevereiro de 2021

» Combates pela igualdade

» "Calem-se!"

» Como reorganizar um país vulnerável?

» Edição de Janeiro de 2021

» O presidente, a saúde e o emprego

» Quem será o próximo inimigo?

» Edição de Dezembro de 2020

» A democracia desigual e os neoliberais autoritários


Guy Scarpetta

Jornalista, escritor e professor na Universidade de Grenoble. Ensaísta e romancista, autor, entre outros, de Kantor au présent, Actes Sud, Arles, 2000.


Seus artigos nesse site:

Cortázar, o mágico

É sempre rico revisitar a obra de Cortázar. Mestre de uma escrita revolucionária e uma imaginação sem limites, e militante das causas libertárias, ele continua a revelar, 24 anos após sua morte, o mais íntimo da condição humana, com sua literatura esférica, complexa e crítica

15 de agosto de 2008

Guy Debord, o irrecuperável

Lançada, na França, a obra completa do autor que dissecou a “Sociedade do Espetáculo”. Da crítica da arte à análise política, textos revelam pensamento que, ao destacar o caráter alienador do capitalismo, defendia o direito do ser humano a inventar sua própria vida

1º de agosto de 2006

Quando os Estados Unidos foram nazistas

Em Complô contra a América o escritor norte-americano Philip Roth revela o lado fascista de seu país. Num romance que é bem mais que ficção política, ele imagina o que teria acontecido se os EUA tivessem se aliado a Hitler em 1940...

1º de julho de 2006

Pasolini, iconoclasta e indispensável

Trinta anos após seu assassinato, o cineasta e escritor italiano é mais atual que nunca. Ele soube fazer de sua arte a busca original de uma alternativa tanto ao capitalismo quanto às velhas formas de combatê-lo

1º de fevereiro de 2006

Os jogos do exílio e do acaso

O tecido temático do romance reflete toda a obra de Kundera, que tem a coerência de um grande romance. A proeza é ter condensado toda esta riqueza temática em menos de duzentas páginas. Raramente a arte do romance atingiu tal densidade

1º de maio de 2003

Paris, a vermelha

Afastando-se dos clichês turísticos, o autor de ’A invenção de París’ faz um trabalho de erudição histórica surpreendente e aborda uma cidade de escritores e rebeliões, que guarda lugares onde se condensa uma memória ao mesmo tempo insurrecional e poética

1º de maio de 2003

A celebração da blasfêmia

Baseando-se em uma farsa anticlerical do século XVI, Goytisolo transporta para o século XX um frade devasso que narra suas façanhas (sobretudo homossexuais) e detalha suas luxúrias, pervertendo o breviário da Opus Dei, Caminho – escrito por Escrivá de Balaguer

1º de novembro de 2002

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos