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» Reino Unido: razões de um fracasso provisório

» Óleo nas praias: a tragédia tem a marca Bolsonaro

» O cimento familiar que faz A vida invisível

» Manifesto Feminista por uma Renda Cidadã

» Cinco livros para entender a polícia brasileira

» Fernando Meirelles vê Dois Papas e igreja em crise

» Em busca da funda de Davi

» Outras Palavras prepara nova travessia

» Argentina: o que esperar de Fernández e Cristina

» 2019, o ano do Pibinho do Guedes

Rede Social


Edição francesa


» La grande mystification des fonds de pension

» Cinq leviers pour l'emploi…

» L'instinct de résistance des Réunionnais

» Comment la pensée devint unique

» Résister à l'insécurité sociale

» La pêche, une guerre mondiale ignorée

» L'homme et les robots

» Le crépuscule de la raison

» Mystiques violentes et stratégie non violente

» La pêche doit être gérée à l'échelle mondiale


Edição em inglês


» Scotland decides

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» December: the longer view

» ‘No one was listening'

» Shattering the conspiracy of silence

» This must be called murder

» Bolivia's coup

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Edição portuguesa


» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?

» Edição de Dezembro de 2019

» Uma fractura social exposta

» «Uma chacina»

» Assinatura de 6 meses: só 18 €

» Golpe de Estado contra Evo Morales

» Será que a esquerda boliviana produziu os seus coveiros?

» A era dos golpes de Estado discretos

» Pequeno manual de desestabilização na Bolívia

» No Brasil, os segredos de um golpe de Estado judiciário


Hilan Bensusan

Hilan Bensusan é Metacoisa do Subtreco, ensina na Universidade de Brasília e pesquisa singularidades singularíssimas.


Seus artigos nesse site:

Plano de duas feministas

E a gente enfia pra dentro do armário, querendo fazer com que liberação não seja putaria. O serviço de dar prazer, é parte da nossa constituição – não pode ter nada de errado em vender esse serviço, é um serviço e um serviço político, de re-erotizar o que ficou inanimado, abandonado, desprezado pela matriz sexual...

10 de março de 2009

Puta Ontológica

Havia de ter algum lugar onde se justificasse a existência desse ser para o sexo. Encontro Madalena em todo seu apedrejamento e seu perdão, encontro Pomba Gira em suas sete versões, suas sete saias e seus sete maridos, encontro Afrodite com sua belicosidade e sua sedução

9 de janeiro de 2009

Todo mundo é natal

É preciso deixar nascer. Pensar a política a partir dos partos. A erótica como parteira de nossas mais profundas potências. Por que corpos são palanques. Palanques com cheiro. E não há mandato para o novo: ele é delicado com a política e o sexo

12 de novembro de 2008

Queer: política sexual do noise

Nem se trata de encontrar espaço para o ruído, mas de roer lentamente o sexo com partitura, o desejo como coreografia e os corpos com tonalidade fixa. E a parte mais excitante: tudo soa. Tudo é som. Cada ínfima parte do mundo tem seu próprio ruído. Isso é noise, isso é sexo. Democracia

24 de julho de 2008

Por uma pornografia livre

Contra a mercantilização dos desejos e o patriarcado falocêntrico, queremos fazer uma pornografia com o odor de Walt Whitman. Oceano-sexual, via-láctea sexual, brisa-sexual, esperando-por-você-sexual. Uma pornografia livre como uma grafia do corpo livre, ou uma geografia da alma livre

13 de maio de 2008

Esquizo versus trans?

Não escolhemos um projeto, não precisamos. Podemos jogar na coluna do meio: a de quem não terminou de atravessar a rua, de quem está em transição — a matéria-prima, tia e sobrinhos de toda política. Queremos abrir uma picada para quem queira fugir dos fascismos do momento

10 de abril de 2008

Em busca do que é trans

Esta coluna quer percorrer o poder subversivo do desejo de irromper as ruas com o corpo errado, com a roupa errada, com o gesto errado, com a velocidade errada. Ali há desejos de romper amarras, de balançar os fascismos estabelecidos, há desejo mais forte do que a disciplina e o controle

29 de fevereiro de 2008

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
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