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Uma iniciativa


» As necessárias “heresias” de Lula

» A rebelião dos idiotas

» O arame farpado na existência dos Guarani-Kaiowá

» Por que “funciona” o ataque à cracolândia?

» 16 de maio de 2022

» Desmatamento e escândalo na ferrovia da soja

» Pochmann: Para onde vai o trabalho no Brasil

» 13 de maio de 2022

» A crise financeira e o reset para as maiorias

» A social-democracia europeia e a guerra

Rede Social


Edição francesa


» Le monde arabe en ébullition

» Au Proche-Orient, les partis pris de la Maison Blanche

» L'abolition du territoire

» Regard sur Sarajevo

» Les progrès du libéralisme économique à Sri-Lanka

» Le marché du blé pourra-t-il être codifié par un nouvel accord international ?

» Le président Marcos allié gênant et retors des États-Unis

» Front de gauche, ou la fin d'une malédiction

» Le défi indien et le colonialisme blanc

» La participation des travailleurs : cote difficile à tailler


Edição em inglês


» Lebanon: ‘Preserving the past in hope of building the future'

» May: the longer view

» Fragmented territories

» A clash of memories

» Alsace's toxic time bomb

» The poisonous problem of France's nuclear waste

» Can Medellín change its image?

» Venezuela: a ‘country without a state'

» The urgent need to preserve Lebanon's past

» French troops forced to withdraw from Mali


Edição portuguesa


» Recortes de Imprensa

» Será a caneta mais poderosa do que a espada?

» A Hipótese Cinema

» Um projecto ecofeminista em Aveiro

» David Bowie em leilão

» Como Pequim absorveu Hong Kong

» Na Colômbia, o garrote Medellín

» Face ao colapso, o Líbano quer preservar a sua memória

» Continua a Inglaterra a ser britânica?

» De Dayton ao protectorado ocidental


Hilan Bensusan

Hilan Bensusan é Metacoisa do Subtreco, ensina na Universidade de Brasília e pesquisa singularidades singularíssimas.


Seus artigos nesse site:

Plano de duas feministas

E a gente enfia pra dentro do armário, querendo fazer com que liberação não seja putaria. O serviço de dar prazer, é parte da nossa constituição – não pode ter nada de errado em vender esse serviço, é um serviço e um serviço político, de re-erotizar o que ficou inanimado, abandonado, desprezado pela matriz sexual...

10 de março de 2009

Puta Ontológica

Havia de ter algum lugar onde se justificasse a existência desse ser para o sexo. Encontro Madalena em todo seu apedrejamento e seu perdão, encontro Pomba Gira em suas sete versões, suas sete saias e seus sete maridos, encontro Afrodite com sua belicosidade e sua sedução

9 de janeiro de 2009

Todo mundo é natal

É preciso deixar nascer. Pensar a política a partir dos partos. A erótica como parteira de nossas mais profundas potências. Por que corpos são palanques. Palanques com cheiro. E não há mandato para o novo: ele é delicado com a política e o sexo

12 de novembro de 2008

Queer: política sexual do noise

Nem se trata de encontrar espaço para o ruído, mas de roer lentamente o sexo com partitura, o desejo como coreografia e os corpos com tonalidade fixa. E a parte mais excitante: tudo soa. Tudo é som. Cada ínfima parte do mundo tem seu próprio ruído. Isso é noise, isso é sexo. Democracia

24 de julho de 2008

Por uma pornografia livre

Contra a mercantilização dos desejos e o patriarcado falocêntrico, queremos fazer uma pornografia com o odor de Walt Whitman. Oceano-sexual, via-láctea sexual, brisa-sexual, esperando-por-você-sexual. Uma pornografia livre como uma grafia do corpo livre, ou uma geografia da alma livre

13 de maio de 2008

Esquizo versus trans?

Não escolhemos um projeto, não precisamos. Podemos jogar na coluna do meio: a de quem não terminou de atravessar a rua, de quem está em transição — a matéria-prima, tia e sobrinhos de toda política. Queremos abrir uma picada para quem queira fugir dos fascismos do momento

10 de abril de 2008

Em busca do que é trans

Esta coluna quer percorrer o poder subversivo do desejo de irromper as ruas com o corpo errado, com a roupa errada, com o gesto errado, com a velocidade errada. Ali há desejos de romper amarras, de balançar os fascismos estabelecidos, há desejo mais forte do que a disciplina e o controle

29 de fevereiro de 2008

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
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» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos