» Para reencontrar O país da delicadeza perdida
» Ignacio Ramonet vê o xadrez das ameaças ao Irã
» A França em sua encruzilhada
» A era dos extremos climáticos começou
» Rumo a uma sociedade da partilha?
» « Trouver des mots qui pratiquent des brèches »
» Dans le laboratoire de l'écolo-bourgeoisie
» Sur les sentiers escarpés de la lutte armée
» Balade en « Yougonostalgie »
» « Vulcanus », une histoire russe
» Can Russia's democrats succeed?
» Iranian aircraft carriers in the Gulf of Mexico
» France: is the future still nuclear?
» Live, on the Egyptian street
» Senegal falls behind the rest of Africa
» Israel: a mission to disrupt
» Le Monde diplomatique – edição portuguesa, II Série, n.º 63
» Meios complementares de defesa do SNS
» Desigualdades em Portugal — Problemas e Propostas
» Le Monde diplomatique – edição portuguesa, II Série, n.º 62
» Crise: lugares de certezas e incertezas
» A ordem moral britânica contra a «escumalha»
Iana Cossoy Paro, pesquisadora e roteirista, é formada em Relações Internacionais pela PUC-SP e em Cinema pela EICTV (Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños - Cuba), com especialização na ESCAC (Escola Superior de Cinema e Audiovisual da Catalunha - Espanha).
Dirigida por Miguel Coyula, obra homônima ao romance está focada em Sérgio, personagem principal, que surge como alguém existencialista e desconforme. Já O pai, a filha e o desconhecido, de Lorenzo Regalado, baseia-se na relação entre Sérgio e a filha que ele descobre ter em Cuba
Miguel Coyula, diretor de um dos dois filmes que estão surgindo a partir de Memórias do Desenvolvimento, explica como a obra dialoga com romance de Desnoes. Para cineasta, personagem principal expressa o sentimento — entre anárquico e apático — de sua geração diante da revolução cubana
Edmundo Desnoes, romancista e inspirador de um filme que marcou o cinema cubano, conversa sobre seu processo criativo, as encruzilhadas da Ilha, política e literatura na América Latina, a banalidade do consumo e a importância do ato de narrar, como sentido da própria existência humana
Filmes, debates e oficinas expõem, em São Paulo, estado da produção cinematográfica na América Latina. Festival reflete momento em que tanto o continente quanto seu cinema buscam novos rumos — mas já não o fazem com as lentes e projetos que marcaram o século 20