Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Boaventura: para que o futuro seja de novo possível

» Seis elementos da conjuntura brasileira

» Trump quer a guerra – e conquista o establishment

» Sob Temer, a grilagem volta sem freios

» Tiradentes, herói sem nenhum caráter?

» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

» Quilombolas: a longa batalha pelo território

» Bem-vindo à escola do século 19

Rede Social


Edição francesa


» Glossaire

» « Ce sont les entreprises qui créent l'emploi »

» Deux jeunesses face à la « loi travail »

» Condamnés à s'entendre

» Les patrons ont-ils lu Marx ?

» Le PIB, une mesure qui ne dit pas tout

» Un demi-siècle de diplomatie wahhabite

» Tous les totalitarismes se valent

» Le monde selon Donald Trump

» Le Sahel entre deux feux djihadistes


Edição em inglês


» Whistleblowers, moral injury, and endless war

» Forty-five blows against democracy

» Memory loss in the garden of violence

» Iran elections: presidential debates or reality TV show?

» The American way of war is a budget-breaker

» The hazards of military worship

» Mosul on my mind

» Forbidden questions?

» The empire expands

» Making sense of the deportation debate


Edição portuguesa


» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos

» Crise e estagnação no labirinto

» Edição de Maio de 2017

» O desígnio de Marcelo

» O Estado profundo

» Militarismo: uma paixão francesa

» Edição de Abril de 2017

» A liberdade e o medo

» Outra vez a armadilha do voto útil?


Ibrahim Warde

Professor associado da Fletcher School of Law and Diplomacy (Medford, Massachusetts), autor de The Financial War on Terror, I.B. Tauris, Londres, 2005 e de Islamic Finance in the Global Economy, ed. Edinburgh University Press, 2000. Pesquisador na Universidade de Harvard, nos Estados e da Universidade de Califórnia, Berkeley.


Seus artigos nesse site:

George W. Bush, o presidente MBA

Único mandatário americano a ter um diploma de Masters of Business Administration da prestigiosa universidade de Harvard, Bush ficou muito aquém do que prometia seu título. Causou espanto com fracassos frequentes em setores que dizem respeito à gestão econômica e até mesmo à simples logística

13 de fevereiro de 2009

Fannie Mae e Freddie Mac vão para o brejo

Criadas pelo Estado para facilitar o acesso à casa própria, as duas gigantes do crédito imobiliário mergulharam no cassino da especulação. Seus dirigentes, movidos pela lógica do lucro máximo, cometeram falcatruas para engordar os ganhos pessoais. O resultado foi uma falência de US$ 5,4 trilhões

12 de outubro de 2008

A polêmica ascensão dos fundos soberanos

Acossada pela crise, a fortaleza das finanças abre-se para investimentos salvadores de países do Sul. Em teoria, os "donos do mundo" podem perder controle sobre bancos e empresas muito relevantes. Mas os resultados práticos são, por enquanto, desfavoráveis aos "emergentes"

27 de maio de 2008

O imperador quer surfar no atoleiro

Como Bush descartou as propostas para uma saída diplomática no Oriente Médio e investiu num plano semi-messiânico, que ameaça incendiar a região e pode humilhar os EUA

29 de abril de 2007

As máquinas de lavar dinheiro

O affaire Clairstream, que compromete o governo francês, é uma ponta de iceberg. Por que o «branqueamento» de recursos ilícitos, que multiplicou o poder das grandes redes criminosas, crescerá, se seu combate for reduzido a um capítulo da «guerra contra o terrorismo»

1º de junho de 2006

A sorte do dólar se decide em Pequim

A cotação do dólar e a gravidade do déficit comercial dos Estados Unidos, país que compra 50% a mais do que vende para o exterior e mantém inabalável seus vultuosos gastos militares, dependem em grande parte das orientações dos dirigentes chineses

1º de março de 2005

Negócio de sangue e lucros

Nem a insurreição, a retirada das tropas espanholas ou o renascimento do nacionalismo iraquiano impedem o grande negócio americano. Com contratos fabulosos e acima de qualquer lei, grandes empresas americanas ligadas ao governo faturam alto na reconstrução do país

1º de maio de 2004

Ordem americana custe o que custar

Depois de demitir assessor que declarou que o custo do conflito poderia chegar a 200 bilhões de dólares, governo Bush mantém a crença de que o esforço de guerra e diminuição de impostos são os melhores remédios para a economia norte-americana

1º de abril de 2003

A sagrada aliança da ultra-direita

O surgimento de uma ’intelligentsia’ judaica neo-conservadora na década de 1970, nos Estados Unidos, propiciou uma aliança com a direita fundamentalista norte-americana. Esta união seria sacramentada e incentivada nas décadas seguintes

1º de setembro de 2002

Delinqüência e mistificação

A Enron deu início a uma série de catástrofes que levou à bancarota vários gigantes empresariais. Com eles, ruiu a imagem idílica dos mercados financeiros

1º de agosto de 2002

O trabalho como “religião”

Na década de 90, ocorreu uma redefinição das relações entre empresas e empregados. O que antes era chamado de “exploração” foi rebatizado de “criação”. Sem que tivesse havido aumento de salários, foi dado aos funcionários o título de gerente

1º de janeiro de 2002

Um freio à especulação

Seis dias após os atentados de 11 de setembro – e num cenário que se apresentava o pior possível para o mundo dos negócios – a Bolsa de Valores de Nova York reabriu com um certo otimismo: o índice Dow Jones só caiu 7,13%

1º de novembro de 2001

Os danos da guerra financeira

Os títulos mais suscetíveis de serem afetados pela tragédia de 11 de setembro – companhias aéreas, empresas de seguros e de resseguros, bancos de financiamento – sofreram uma forte especulação para baixo nos dias que antecederam os atentados

1º de novembro de 2001

Os crimes de guerra de Kissinger

Não há mais qualquer dúvida quanto à responsabilidade direta de Kissinger na prorrogação, injustificada, da guerra do Vietnã, nas operações de assassinato e subversão da democracia no Chile, ou quanto à sua cumplicidade no genocídio em Timor Leste

1º de outubro de 2001

Os paradoxos das finanças islâmicas

A exemplo do Citibank, que abriu em 1996 sua filial islâmica no emirado de Bahrein, a maioria dos bancos ocidentais está empenhada nesse tipo de atividade, sob a forma de filiais ou “guichês islâmicos” Há até um “índice Dow Jones do mercado islâmico”

1º de setembro de 2001

Desmontando a "ciência" econômica

A leitura destes livros sugere que a economia — com sua ortodoxia, seus gurus, seus adeptos, seus fiéis e seus hereges — está mais próxima do campo religioso que do campo científico autônomo reivindicado por seus praticantes

12 de setembro de 2000

Las Vegas, a capital do pecado

A facilidade com que se pode obter divórcio fez de Las Vegas a capital das uniões e das separações instantâneas. Existem 250 "capelas de casamento" (inclusive algumas "drive in", onde é possível casar-se sem sair do carro)

12 de agosto de 2000

Fascinantes business schools

Após os anos 50, as business schools tornaram-se um produto de exportação. A luta hoje é para que a missão pedagógica não seja abandonada às empresas e para que a escola favoreça o espírito crítico

12 de maio de 2000

E o caçador virou caça...

Em matéria de faturamento, de lucros e de número de empregados, a Time Warner é respectivamente cinco, duas e meia e seis vezes mais importante que a AOL. Como um gigante deixou-se engolir por um anão?

12 de fevereiro de 2000