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Uma iniciativa


» 5 de julho de 2022

» PEC do Desespero: E o dinheiro apareceu…

» Cidades: uma possível saída ao nó da terra

» Roubini: assim será a próxima crise capitalista

» Trabalhadores informais protestam em três capitais

» Como a mídia constrói a alienação econômica

» Argentina e Chile: por que a esquerda está em apuros

» 4 de julho de 2022

» Como a esquerda quer governar a Colômbia

» Direito ao aborto: “A mulher não é um hospedeiro”

Rede Social


Edição francesa


» Transformer la population en électorat

» Dans les cuisines du marché électoral

» Le poids des pamphlets, le choc des classes

» En Russie, réprimer plus et enfermer moins

» Apprendre à nager n'est plus donné à tout le monde

» Bouillonnement de l'art contemporain africain

» Les Sri-Lankais défient le pouvoir

» Clarice Lispector, l'étoile de Rio

» Séparatismes ukrainiens

» Les mineurs, la mer et autres histoires


Edição em inglês


» Ankara's interests in Afghanistan

» Fragmented Yemen

» Ukraine's logistical crisis

» Tensions and blackmail over Western Sahara

» Migrants still risk their lives to reach England

» Africa: agribusiness or diversity?

» Poisoning our oceans

» UN Earth Summits: how the rot set in

» In Mexico, will slow and steady win the day?

» Sri Lanka plunges into crisis


Edição portuguesa


» Recortes de Imprensa

» Será a caneta mais poderosa do que a espada?

» Poção mágica

» Os habitantes do Sri Lanka desafiam o poder

» O cruzeiro diverte-se, o mar é que paga

» Os bárbaros à nossa porta!

» Para automatizar a censura, clique aqui

» A efervescente arte contemporânea africana

» Na Argélia, a procura de horizontes

» Será o presidente mexicano o joguete dos patrões?


Ignacy Sachs

Ignacy Sachs é diretor do Centro de Pesquisas sobre o Brasil Contemporâneo na École de Hautes Études en Sciences Sociales, de Paris, na França.


Seus artigos nesse site:

A crise: janela de oportunidade para os países tropicais?

É natural que tendências keynesianas apareçam na instabilidade. Mas elas precisam ir além do fortalecimento do Estado. É hora de reavaliarmos questões profundas, paradigmas energéticos e sociais, e dar espaço à terceira grande transição na nossa macro-história.

25 de janeiro de 2009

Amazônia – laboratório das biocivilizações do futuro

Se os mercados são incapazes de governar as sociedades, é hora de reinventar a política. Está nas mãos do Brasil uma oportunidade para preservar a floresta e oferecer vida digna a seus milhões de habitantes (texto-base para a conferência de 17 de novembro, em São Paulo)

14 de novembro de 2008

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» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
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