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» Wallerstein: o G-7, quem diria, acabou no Canadá

» Economia: o Brasil diante da velha ameaça

» Para conhecer a complexa estratégia dos Xavante

» Ainda se encarceram crianças, no século 21?

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» Teremos coragem para a revolução?

» Sérgio perdeu um olho. Os juízes, a dignidade

» Colômbia, cavalo de Tróia na América Latina?

» Boaventura: em busca de Outros Iluminismos

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Rede Social


Edição francesa


» Grande braderie de l'électricité à travers l'Europe

» Faut-il avoir peur du populisme ?

» Le logement social, entre pénurie et ségrégation

» Fin des « villes chocolat, banlieues vanille » américaines

» Femmes en prison, la mort lente

» À La Poste aussi, les agents doivent penser en termes de marché

» La rédemption de la « race ouvrière » vue par Emile Zola

» Quand le patronat français impose sa refondation sociale

» Internet, terrain de jeu pour les publicitaires

» Microsoft, monopole du prochain siècle


Edição em inglês


» The Pentagon's provocative encirclement of China

» Welcome to North Macedonia

» Special Report: World Cup 2018

» American wars and self-decline

» Infinite War

» Confidentiality Policy

» Change in Eastern Europe?

» The lie of the land

» A search for roots and connections

» Trump's EU doormats


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2018

» Assalto ao trabalho e às pensões

» Lambe-botas de Washington

» Jerusalém: o erro crasso do presidente americano

» Edição de Maio de 2018

» Direitos, não incentivos

» Maio, uma esperança de oceano

» Cuba quer o mercado… sem capitalismo

» Como assinar o Le Monde diplomatique - edição portuguesa

» O duplo desafio da esquerda brasileira


Ilaria Maria Sala

Jornalista, Hong Kong.


Seus artigos nesse site:

Fundamentalistas da Ásia Central

Desde 1996, para evitar que a dissolução da URSS e a criação de novas repúblicas na Ásia central envolvessem o Sinkiang num efeito-dominó, Pequim redobrou as iniciativas diplomáticas em relação a seus vizinhos para conter a ameaça islâmica

1º de fevereiro de 2002

Minorias

Seguindo o modelo de classificação étnica “positivista-stalinista”, a China é povoada por 56 “nacionalidades”: a maioria han (92% do total) e um pot-pourri de “minorias” que vão dos tibetanos aos mongóis, passando pelos Miao, uigures, tadjiques...

1º de fevereiro de 2002

Assimilação pela força no Sinkiang

Dezessete milhões de habitantes povoam a gigantesca região do Sinkiang: dois desertos encravados junto à cordilheira do Himalaia, na fronteira com a Mongólia, Rússia, Cazaquistão, Quirguízia, Tadjiquistão, Paquistão, Afeganistão e o Tibete chinês

1º de fevereiro de 2002

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Destaques

» A “América profunda” está de volta
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos