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» Para entender o fascismo dos impotentes

» Previdência, o retrato de um país desigual — e cruel

» Quando os cientistas enfrentam o sistema

» Moro tenta escapulir em latim

» Dinheiro: o novo sonho de controle do Facebook

» Mulheres na política: uma nova onda a caminho

» Sertanejo, brasilidade e Nelson Pereira Santos

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» Missão: extinguir o BNDES

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» M. Sarkozy déjà couronné par les oligarques des médias ?

» La Cisjordanie, nouveau « Far Est » du capitalisme israélien

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» Canicule, médias et énergies renouvelables

» Autopsie d'une canicule

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» La Chine bouscule l'ordre mondial

» L'affirmation homosexuelle

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» How US climate deniers are working with far-right racists to hijack Brexit for Big Oil

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» The Spaniards who liberated Paris

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» Niger, a migration crossroads

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Ilaria Maria Sala

Jornalista, Hong Kong.


Seus artigos nesse site:

Fundamentalistas da Ásia Central

Desde 1996, para evitar que a dissolução da URSS e a criação de novas repúblicas na Ásia central envolvessem o Sinkiang num efeito-dominó, Pequim redobrou as iniciativas diplomáticas em relação a seus vizinhos para conter a ameaça islâmica

1º de fevereiro de 2002

Minorias

Seguindo o modelo de classificação étnica “positivista-stalinista”, a China é povoada por 56 “nacionalidades”: a maioria han (92% do total) e um pot-pourri de “minorias” que vão dos tibetanos aos mongóis, passando pelos Miao, uigures, tadjiques...

1º de fevereiro de 2002

Assimilação pela força no Sinkiang

Dezessete milhões de habitantes povoam a gigantesca região do Sinkiang: dois desertos encravados junto à cordilheira do Himalaia, na fronteira com a Mongólia, Rússia, Cazaquistão, Quirguízia, Tadjiquistão, Paquistão, Afeganistão e o Tibete chinês

1º de fevereiro de 2002

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» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
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