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Uma iniciativa


» Como a Estônia concretizou o passe livre

» Marielle Vive! e a lógica do condomínio

» Quando os ditadores despencaram da parede

» Dois caminhos para as Novas Ciências

» Paulo Guedes pego na mentira

» Depois do senhor Guedes e de seu capitão

» Amazônia: caminho para o pós-Bolsonaro

» Tarifa Zero, a experiência europeia

» Marielles na Amazônia: apontar, fogo!

» Na África do Sul, a xenofobia não tem cor

Rede Social


Edição francesa


» Richesse et population, un monde à double face

» Machines hostiles

» Refaire le monde à coups de bistouri

» Libye, l'appel du devoir

» La gauche française bute sur l'Europe

» Fédéralisme à l'allemande et évolutions politiques

» « Métro, boulot, tombeau »

» Plus haute sera la prochaine tour

» Le Media Lab aux avant-postes du cybermonde

» Echec à la corruption au Brésil


Edição em inglês


» The logs of war

» Benjamin Netanyahu, best friend of the far right

» September: the longer view

» Afghan peace talks: Trump tweets, Taliban fights

» An inexhaustible myth in times of extreme adversity

» What happened to social solidarity?

» Sudan: conflict, violence and repression

» Russia's appointed billionaires

» Another end is possible

» Arms sales: the Swedish model


Edição portuguesa


» Edição de Setembro de 2019

» Portugal não pode parar?

» Quem elegeu Ursula von der Leyen?

» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco

» Edição de Julho de 2019

» Inconsistências (ou o sono da razão?)

» Comércio livre ou ecologia!

» Edição de Junho de 2019


Isa Fonseca

Isa Fonseca é jornalista, escritora e mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC de São Paulo.


Seus artigos nesse site:

Quase matei

Aperto a bolsa contra o peito, cerro as pálpebras e encosto-me à pia, esperando que a vertigem se dissipe. Ouço, então, com alguma clareza, meu nome. Chamado, como num lamento, repetidas vezes

26 de julho de 2008

Minhas universidades, de Górki

Para Górki, o bravo homem russo é aquele que vive plenamente o real, que coloca a mão na massa, e que o intelectual nada mais faz que concluir o que, em realidade, o homem que vive plenamente o real já concluiu, passando por dissabores e fazendo, ele mesmo, a História.

29 de fevereiro de 2008

Ganhando meu pão, de Máximo Górki

De que matéria, afinal, é feita a ficção — Górki parece perguntar — e por que ela o cativa de maneira tão impressionante e, ainda, por que o que é ficcional pode ser tão belo, apropriado, sublime e, por vezes, inapropriado, já que não se cola ao real?

15 de fevereiro de 2008

A Infância de Máximo Górki

É interessante notar a maestria do autor em elaborar ficcionalmente e em detalhes as suas memórias daqueles anos, sem deixar de dar-nos um painel, ainda que muito sutilmente, do modo de viver do russo, do “homem comum”, no século 19.

26 de janeiro de 2008

A literatura que vem da Ásia

Que o leitor mais exigente não se engane: há, em tais best-sellers, algo que cativa e que aparece justificado num fazer literário que, não sendo fruto da mente de gênios da literatura, ainda assim, tem o seu lugar.

15 de dezembro de 2007

Na praia

Lançado Na praia, novo romance de Ian McEwan. Com uma narrativa inicialmente fluente e interessante, o texto escorrega para o tédio quando o autor faz uso, num primeiro momento, do recurso da digressão.

27 de outubro de 2007

Sylvia Plath e A Redoma de vidro

Isa Fonseca analisa autora norte-americana que se suicidou em 1962, aos 31 anos, semanas após escrever um dos grandes romances século 20

5 de outubro de 2007

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Finanças: sem luz no fim do túnel
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» O planeta reage aos desertos verdes
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