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Uma iniciativa


» A Mão do Povo Brasileiro, de volta ao MASP

» “Hackers russos”, nova invenção da velha mídia

» A arte de morrer

» As guerras que se avizinham

» Quando a mídia incita à violência de gênero

» Privacidade, mercadoria de luxo

» Seu nome era Ruas

» Boulos e o MTST pensam numa nova esquerda

» Para enxergar os ”secundas” além do romantismo

» Quando a Al-Qaeda volta a ser “aliada” do Ocidente

Rede Social


Edição francesa


» Faut-il changer le statut de l'hôpital public ?

» Œil de fennec

» « C'était mieux avant… »

» Dans les Yvelines, le clientélisme au quotidien

» Fleuves profonds, frontières fluides

» Petite histoire des grandes famines

» Little Saigon. Mémoires de Viet Kieu

» L'engrenage identitaire

» Carnavals

» Taux d'abstention aux élections municipales de 2008


Edição em inglês


» Prepare, pursue, prevail!

» President blowback

» Trump's military nostalgia (or “Victory at Sea” all over again)

» The SNP's big gamble

» Doubling down on dystopia

» The surge delusion

» American carnage

» The president who loved generals

» Who contributes to UN peacekeeping

» Fastest way out of a banlieue without hope


Edição portuguesa


» Canto Livre e Canção de Protesto

» União Europeia: para onde vai o pelotão da frente?

» A literatura, cimento que constrói mundos

» Tendências recentes do emprego dos jovens diplomados portugueses

» Edição de Março de 2017

» Offshores, defeitos e feitios

» Obstinação europeia

» Desafios de uma agenda política para a inclusão dos portugueses ciganos

» Edição de Fevereiro de 2017

» Trabalho e organização colectiva


Isa Fonseca

Isa Fonseca é jornalista, escritora e mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC de São Paulo.


Seus artigos nesse site:

Quase matei

Aperto a bolsa contra o peito, cerro as pálpebras e encosto-me à pia, esperando que a vertigem se dissipe. Ouço, então, com alguma clareza, meu nome. Chamado, como num lamento, repetidas vezes

26 de julho de 2008

Minhas universidades, de Górki

Para Górki, o bravo homem russo é aquele que vive plenamente o real, que coloca a mão na massa, e que o intelectual nada mais faz que concluir o que, em realidade, o homem que vive plenamente o real já concluiu, passando por dissabores e fazendo, ele mesmo, a História.

29 de fevereiro de 2008

Ganhando meu pão, de Máximo Górki

De que matéria, afinal, é feita a ficção — Górki parece perguntar — e por que ela o cativa de maneira tão impressionante e, ainda, por que o que é ficcional pode ser tão belo, apropriado, sublime e, por vezes, inapropriado, já que não se cola ao real?

15 de fevereiro de 2008

A Infância de Máximo Górki

É interessante notar a maestria do autor em elaborar ficcionalmente e em detalhes as suas memórias daqueles anos, sem deixar de dar-nos um painel, ainda que muito sutilmente, do modo de viver do russo, do “homem comum”, no século 19.

26 de janeiro de 2008

A literatura que vem da Ásia

Que o leitor mais exigente não se engane: há, em tais best-sellers, algo que cativa e que aparece justificado num fazer literário que, não sendo fruto da mente de gênios da literatura, ainda assim, tem o seu lugar.

15 de dezembro de 2007

Na praia

Lançado Na praia, novo romance de Ian McEwan. Com uma narrativa inicialmente fluente e interessante, o texto escorrega para o tédio quando o autor faz uso, num primeiro momento, do recurso da digressão.

27 de outubro de 2007

Sylvia Plath e A Redoma de vidro

Isa Fonseca analisa autora norte-americana que se suicidou em 1962, aos 31 anos, semanas após escrever um dos grandes romances século 20

5 de outubro de 2007

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Destaques

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» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
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» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Finanças: sem luz no fim do túnel
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» O planeta reage aos desertos verdes
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» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos