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Uma iniciativa


» Como dialogar — de verdade — com quem vota num fascista

» No Alerta de Ipanema, retratos do fascismo quotidiano

» O cinema e as lições da história

» Vídeo: Garantir o segundo turno. E depois?

» Crônica de uma eleição bizarra

» O ódio, o voto e a pulsão de morte

» “Cada um de vocês é Bolsonaro”

» Reflexões à beira do segundo turno

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» Polêmica: duas formas do mesmo poder

Rede Social


Edição francesa


» Comme des papillons vers la lumière

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» La Tunisie, sans filet, dans le grand jeu de la libéralisation économique

» Les tribulations du marché unique nord-américain

» Vivre l'immigration dans un pays hostile

» Joies troubles du mécénat

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» Fausse solution de l'aquaculture

» Trouble décantation de la droite française


Edição em inglês


» Who really was Jamal Khashoggi?

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» Migration patterns

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» Restoring Florida's felon voting rights is less democratic than you think

» Laura Carlsen on what replaces ‘the worst trade deal ever'

» November: the longer view

» The stories war tells me

» Yemen: where is the UN Security Council?

» Donald Trump welcomes in the age of ‘usable' nuclear weapons


Edição portuguesa


» Edição de Novembro de 2018

» «Eleitoralismo» e democracia sem povo

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» Assinatura de 6 meses: só 18 €

» Edição de Outubro de 2018

» A crise da regulação

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» Trabalho e civilização

» Liberais contra populistas, uma clivagem enganadora


Jean De Maillard

Vice-presidente do Centro de Estudos sobre a Lavagem de Dinheiro e a Corrupção (CEBC); autor de O Mercado Faz Sua Lei, ed. Mille et une nuits, Paris, 2001.


Seus artigos nesse site:

A recolonização do mundo

O “Projeto Globalização” baseia-se em dois enunciados: o do “fim da História” (a “globalização feliz”) e o do “choque de civilizações” – este último explica que se a globalização não deu certo, isso se deve a “criminosos”, “inimigos da América”...

1º de janeiro de 2003

Quando a lei vira mercadoria

Refúgios de criminosos, os paraísos fiscais prosperam graças a contradições. Não têm leis, mas vendem fachadas de legalidade. Sobrevivem amparados no princípio da soberania nacional, mas violam a soberania das demais nações. Para enfrentá-los, a comunidade internacional precisará admitir que as sociedades valem mais que os mercados

12 de abril de 2000

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